dicas sobre composto organico

viola tricolor

1. As plantas se desenvolvem melhor, com maior quantidade de raízes e portanto com maior capacidade de absorver nutrientes e água do solo.

2. As águas de chuvas e regas penetram melhor no solo por causa da adição de composto orgânico, não ocorrendo os perigos da erosão superficial com a perda de nutrientes.

3. A temperatura do solo no verão mantém-se mais estável por causa da presença de matéria orgânica e também mantém estáveis os níveis de pH. Isto quer dizer que o calor do sol não afetará as raízes igual ao que acontece em solos arenosos com pouco composto.

4. Sementes de inços e invasoras não germinam no composto por causa da elevação da temperatura, então seu aparecimento será esporádico, trazido por pássaros ou mudas de plantas adquiridas.

5. A presença deste material orgânico aumenta a atividade benéfica de microorganismos que favorecem as plantas.

6. Quando o composto é feito da maneira como recomendamos, isto é, com o processo esquentando o material, os fungos que ocasionam as doenças das plantas em geral não sobrevivem.
No entanto, se o jardineiro reparar que a planta está obviamente doente, não colocar na compostagem, será melhor queimá-la para evitar a contaminação do produto.

1. Estou fazendo composto e apareceram formigas, o que faço?

Formigas são atraídas pelos restos de vegetais de frutas e algumas folhas, usam no seu processo de fabricação do fungo de que se alimentam. Irão cortar mais fino o material da pilha, o que será benéfico pra a aceleração do processo. Também é um sinal de que a pilha está com pouco teor de umidade, regue mais seguido. E ignore as formigas, estão ajudando no trabalho.

2. O composto poderá atrair ratos?

Na primeira fase do processo de decomposição o material esquenta e dificilmente atrairá ratos. Talvez numa etapa posterior, quando já não há tanto calor e o composto entra na fase de maturação. Os ratos poderão fazer ninho dentro da pilha, principalmente se estiver meio seco. Regue mais frequente.

3. Posso colocar plantas tóxicas ou venenosas, o composto não irá prejudicar minhas plantas depois?

As toxinas das plantas também sofrem decomposição e dificilmente estarão presentes no produto final. Mas se tiver grande quantidade deste tipo de material, melhor descartar.

4. Apareceram moscas de diversos tipos voando do composto.

O aparecimento destas moscas são parte do processo de decomposição, atraídas pelas cascas ou partes de frutas presentes. Revolver a pilha, umedecer bem e tapar com papelão ou tampa. E nada de passar spray com veneno nelas.

5. Nada parece acontecer na pilha e está sem calor também.

A. Pode haver poucos elementos com nitrogênio, coloque materiais ricos neste elemento, como excrementos de gado ou aves, aparas de grama ou cascas de frutas e umedeça, sem água nada acontecerá.

B. Folhas e aparas de grama não estão decompondo. A pilha tem pouca aeração ou falta de mistura. Evitar camadas grandes de um material só. Muitas folhas secas ou papel. Revolva bem a pilha e umedeça.

6. A pilha cheira a ranço, vinagre ou ovos podres.

Não há oxigênio suficiente, a pilha está com umidade demais ou muito compactada. Misturar os materiais para melhor aeração. Se for muita umidade adicionar palha ou pó de serra secos. Para diminuir o cheiro, coloque materiais secos no topo da pilha, como maravalha e terra comum.

7. A pilha cheira a amônia (cheiro de urina).

Muito nitrogênio, falta carbono. Adicione materiais marrons, como folhas, maravalha e papel ou papelão rasgado.

Coisas a evitar

1. Excesso de cascas de citros (laranjas, limões). Deve picar em tiras finas, mas evitar o excesso, pois além de atrair uma considerável quantidade de moscas também diminui o pH final do produto.

2. Se houve uso de defensivos agrícolas em gramados ou cultivo de lavoura, estes resíduos vegetais de aparas e palha de não podem ser adicionados ao composto.
Fazer composto dá trabalho.
Mas o jardineiro terá sua recompensa quando colher belas hortaliças na sua horta e suas plantas estarão mais bonitas, saudáveis e produzirão mais flores.

Além disto, estará contribuindo para diminuir a coleta de lixo municipal, diminuindo os lixões.

Se todos pudessem fazer este processo, os jardins seriam mais belos, favorecendo o meio ambiente nesta caminhada que estamos empreendendo em busca da cidade sustentável e uma melhor qualidade de vida para os cidadãos.

Esqueleto - Ipomoea quamoclit

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  • Nome Científico: Ipomoea quamoclit
  • Sinonímia: Quamoclit pennata, Quamoclit quamoclit, Quamoclit vulgaris, Ipomoea cyamoclita
  • Nome Popular: Esqueleto, corriola, campainha, boa-tarde, campainha-vermelha, cardeal, cipó-esqueleto, corda-de-viola, flor-de-cardeal, primavera, primavera-grande, prímula
  • Família: Convolvulaceae
  • Divisão: Angiospermae
  • Origem: América Central e América do Sul
  • Ciclo de Vida: Anual

O esqueleto é uma trepadeira delicada e anual, que chama a atenção pelo vivo vermelho de suas flores. Suas folhas são bem diferentes de outras ipoméias. Elas apresentam a forma de pena, são verde-claras e profundamente lobadas com segmentos afilados. O caule é herbáceo, volúvel, ascendente e ramificado. As flores são pequenas, tubulares, com abertura em forma de estrela de cinco pontas e coloração vermelho escarlate, com anteras brancas. A floração ocorre no verão e outono. Ocorrem ainda variedades de flores róseas (pink) e brancas, raras em cultivo. Os frutos são cápsulas glabras, com grandes sementes marrom-avermelhadas.

Esta bela trepadeira é ótima para estruturas leves, como treliças, grades, arcos e pode ter usos provisórios já que é anual. Seu porte é pequeno, e durante seu ciclo ela pode atingir até 6 metros de comprimento. É uma espécie muito rústica e fácil de cultivar, apropriada para jardineiros iniciantes. Suas flores ainda atraem muitas borboletas e beija-flores. Devido a sua facilidade de propagação, a trepadeira esqueleto é considerada planta daninha em alguma situações.

Deve ser cultivada sob sol pleno ou meia-sombra, em solo fértil, drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente. Aprecia o clima subtropical, florescendo mais abundantemente. Não tolerante a geadas. Tolera a estiagem, desde que não seja muito prolongada. Multiplica-se facilmente por sementes plantadas no início da primavera. As sementes germinam em cerca de 4 dias.

Ervilha-de-cheiro - Lathyrus odoratus

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  • Nome Científico: Lathyrus odoratus
  • Nome Popular: Ervilha-de-cheiro, ervilha-doce, ervilheira-de-cheiro
  • Família: Fabaceae
  • Divisão: Angiospermae
  • Origem: Europa
  • Ciclo de Vida: Anual

A ervilha-de-cheiro é uma trepadeira anual de inverno. Ela apresenta caule herbáceo, áspero e ascendente por meio de gavinhas que se desenvolvem nas pontas das folhas compostas. Suas flores são muito vistosas, perfumadas, solitárias e podem ser de cores e matizes variados, com degradés e combinações entre o azul, branco, amarelo, laranja, rosa e vermelho. Após a polinização formam-se vagens curtas, com sementes semelhantes a ervilhas, porém venenosas.

A ervilha-de-cheiro é uma excelente trepadeira para pequenos suportes, como treliças e até mesmo cercas. Sua altura não ultrapassa os dois metros. Ela é apropriada para esconder momentaneamente entulhos, arbustos caducos e outras estruturas pouco aprazíveis no jardim. A floração ocorre na primavera e verão. Seus ramos floridos também podem ser colhidos para a confecção de buquês e arranjos florais perfumados. Há inúmeras variedades de ervilha-de-cheiro disponíveis, para diferentes gostos.

Deve ser cultivada sob sol pleno, em solo fértil, drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado periodicamente. Aprecia as temperaturas amenas, desenvolvendo-se melhor sob clima subtropical e mediterrâneo. Não tolera o calor forte ou geadas. Adubações freqüentes estimulam intensas florações. Quando a planta parar de produzir flores, ela já está no final do seu ciclo e pode ser removida dos canteiros. Multiplica-se facilmente por sementes, postas a germinar no outono, em canteiros definitivos.

Capuchinha - Tropaeolum majus

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  • Nome Científico: Tropaeolum majus
  • Sinonímia: Cardamindum majus, Tropaeolum elatum, Tropaeolum hortense, Tropaeolum hybridum, Tropaeolum pinnatum, Tropaeolum quinquelobum, Trophaeum majus
  • Nome Popular: Capuchinha, chagas, nastúrcio, agrião-do-méxico, flor-de-sangue, flor-de-chagas, nastúrcio, mastruço, coleária-dos-jardins
  • Família: Tropaeolaceae
  • Divisão: Angiospermae
  • Origem: América do Sul
  • Ciclo de Vida: Bienal

A capuchina é conhecida em diversas culturas, como uma planta multifuncional. Além de ornamental e medicinal, atualmente está muito na moda sua utilização culinária. Suas folhas são bastante arredondas e sem brilho. As flores podem ser simples ou dobradas de coloração amarela, laranja ou vermelha e são muito saborosas. Seu sabor é picante, em saladas frias, sucos e finalização de pratos. A floração ocorre na primavera e verão.

Pode ser plantada em vasos e jardineiras, assim como em maciços e canteiros e não raramente presta-se como forração. Se conduzida em suporte adequado, torna-se uma bela trepadeira.

Deve ser cultivada a pleno sol, em solo fértil enriquecido com composto orgânico, com regas periódicas. Multiplica-se por sementes.

Medicinal
  • Indicações: Afecções da pele e anexos, problemas digestivos e pulmonares, escorbuto, insônia.
  • Propriedades: Bactericida, digestiva, expectorante, sedativa, tônica, rica em vitamina C.
  • Partes usadas: Toda planta com excessão da raiz.

Amarelinha - Thunbergia alata



  • Nome Científico: Thunbergia alata
  • Nome Popular: Amarelinha, olho-preto, suzana-dos-olhos-negros, cipó-africano, bunda-de-negro, maria-sem-vergonha, jasmim-da-itália, bunda-de-mulata, olho-de-poeta, cu-de-cachorro, carólia, jasmim-sombra, erva-cabrita, erva-de-cabrita
  • Família: Acanthaceae
  • Divisão: Angiospermae
  • Origem: África do Sul
  • Ciclo de Vida: Perene

Esta trepadeira, apesar de ser perene, pode ser utilizada como anual. É rústica e apresenta caule volúvel de crescimento rápido. Suas flores são amarelas, com o centro preto, muito ornamentais, porém há variedades de flores de coloração branca, rósea, vermelha, creme e laranja e uma variedade de flores completamente amarela.

Suas folhas são pecioladas sagitadas, com alguns recortes pouco profundos. No paisagismo, é bastante utilizada para cobrir rapidamente cercas, treliças e pergolados, assim como esconder estruturas e objetos indesejados. Devido ao potencial invasivo é considerada planta daninha em determinadas situações.

Deve ser cultivada a pleno sol e não é muito exigente quanto ao solo, devendo ser fertilizada com fontes de fósforo e potássio para uma intensa floração. Tolera a salinidade e não tolera geadas. Não necessita tutoramento. Multiplica-se por sementes.

jardim ingles

Jardim Inglês

O Jardim Inglês é considerado como uma revolução, um manifesto contra os padrões rígidos e simétricos de outros estilos. Ele valoriza a paisagem natural, com formas curvas e arredondas tanto no relevo, como nos caminhos e na construção dos maciços e bosques.

Neste estilo é fundamental a utilização de gramados extensos, com amplas alamedas. O parque não pode ser totalmente plano e as ondulações do terreno devem ser valorizadas. Formas geométricas ou retas não são permitidas.

Jardim Inglês

As árvores e arbustos são muitas vezes dispostas de acordo com o porte e a coloração, o que não impede a mistura ou a utilização isolada. As plantas floríferas e perfumadas de pequeno porte podem compor grandes e sinuosos maciços em meio ao gramado. Plantas que exigem muita manutenção e reformas, assim como arbustos topiados são proibidos.

Outros componentes são bem vindos neste jardim, acrescentando charme e naturalidade, como árvores mortas, rochedos e pequenas colinas, contrução de ruínas, clareiras, lagos, riachos, quiosques, etc. Devemos ter a sensação de andar por um bosque antigo e natural, com pouca ou nenhuma intervenção do homem.

Jardim Inglês

Sugestões de Plantas:

  • Árvores Nativas
  • Plantas Esculturais
  • Arbustos
  • Grama-são-carlos
  • Grama-preta
  • Pinheiros
  • Gerânio
  • Jasmin
  • Sálvia-vermelha
  • Margaridas
  • Lavanda
  • Maria-sem-vergonha
  • Ninféias
  • Vitória-régia

CALENDULA=Calêndula, bonina, malmequer amarelo

cravinia

CALENDULA

Nome Técnico:
Calendula officinalis L.

Nomes Populares :
Calêndula, bonina, malmequer amarelo

Família :
Família Asteraceae

Origem:
Originária das Ilhas Canárias e zona do Mediterrâneo.

Descrição:
Planta herbácea de folhas pilosas, dispostas em roseta.
As folhas são de cor verde-clara e com forte odor.

Seu ciclo é de poucos meses, sendo considerada anual de verão.
Suas flores são em grandes capítulos em laranja ou amarelo com a parte central em tom marrom-avermelhado.

Suas pétalas são comestíveis e toda a planta é considerada medicinal.
Para cultivos em climas quentes.

Modo de Cultivo :
Em local ensolarado, solo bem preparado com composto orgânico e bem drenado.

Paisagismo:
Podemos compor com elas grandes berços em canteiros, usá-las como bordadura ou então, como esta nossa sugestão, de preenchimento de espaço, adicionando a nota viva de suas flores.

Flor anual: Amor-Perfeito

Ficha Técnica: Viola tricolor L.

amor_perfeito

Plantas ou Flores da estação

As chamadas plantas anuais tem um período de vida curto e são mais apropriadamente denominadas de estação.

São cultivadas a partir da semente, crescem, florescem, sementam e morrem, completando seu ciclo de vida.
Algumas são cultivadas ao longo do ano e é possível substituir as que já feneceram por outras, mantendo o mesmo padrão ornamental.

Nome Técnico:
Viola tricolor L.

Nomes Populares :

Flor anual: Amor-Perfeito

Amor-perfeito

Família :
Família Violaceae

Origem:
Originária da Europa e Ásia.

Descrição:
Planta herbácea de até 25 cm de altura.

Caule verde flexível e ramificado, folhas opostas de bordas denteadas e pecíolo longo e flores achatadas de perfeita simetria em diversas cores, algumas bicolores ou com manchas escuras no centro.

Floresce do meio do outono até quase o início do verão, indicada para regiões mais frias.

Modo de Cultivo :
Em canteiros, vasos e jardineiras de qualquer tamanho, em local ensolarado e com substrato rico em composto orgânico, solto e bem drenado.

Seu ciclo se inicia com a semeadura no outono, e as produções comerciais fazem semeadura com dias de intervalo para extender o tempo de oferta.

Paisagismo:
Cultivado em grandes canteiros de uma só cor ou de cores variadas, em algumas cidades deste país são a atração para turistas.

Uma dica: para completar vasos de plantas perenes, não retirar do recipiente, somente introduzi-lo no substrato.
Quando passar o ciclo ou a estação, retirar e substituir por outra planta, como a petúnia, por exemplo.

Dicas importantes sobre o cultivo em vasos...

Vasos Ceramica

Vida Vegetal - 5 fatores principais

Agua

Luminosidade (artificial ou natural)

Temperatura

Ventilação

Adubação (alimentação)

Plantas de Interior - Manutenção

- Retire das hastes as folhas inferiores que possam ficar em contato com a àgua do vaso;

- Corte 2 centímetros da base da haste em diagonal;

* Os cortes devem ser feitos assim que receber as flores e a cada troca de água;

* Utilize uma tesoura de poda ou estilete bem afiados, para não provocar o esmagamento dos canais de absorção da haste floral;

* É melhor que estes cortes sejam feitos com a parte da haste a ser cortada dentro da água,
evitando assim que se formem bolhas de ar nos canais de absorção;

- Sempre utilize água limpa e troque-a frequentemente;

- É aconselhável utilizar produtos conservantes ou hidratantes
( encontrados nas lojas de produtos e acessórios para floristas )

- Os recipientes devem ser mantidos sempre limpos;

- Mantenha as flores em local limpo, fresco e arejado.
fonte:www.patrocinio.com.br

Plantando em vasos

Se for plantar em vários vasos, o aconselhável é que sejam de tamanhos os mais variados e de diversas alturas, e depois colocá-los uns ao lado dos outros.

Os menores devem conter as plantas de sombra e os maiores as de sol.

Ao plantar em vasos, você deve observar alguns critérios para a colocação da terra e também a drenagem.

Qualquer que seja o vaso, ele terá um furo no fundo para escoar a água das regas. Esse furo precisa ser tampado para que somente a água passe por ele, pois, se a terra também passar, a planta estará perdendo os nutrientes necessários para sua sobrevivência.
Você pode utilizar cacos de telha, cerâmica, pedra britada ou argila expandida para tapar esse orifício.

Outro cuidado é não colocar terra até o limite da borda, para não dificultar as regras. O ideal é deixar uma altura livre de cerca de 02cm da borda do vaso para que a água não transborde


Decorativas e Eficientes

Mantenha suas plantas em vasos de barro, que deixam a terra respirar melhor.

Pulverize-as com água filtrada uma vez por semana, para ajudar as partículas acumuladas a chegarem à terra.
A variedade para escolher é grande. Há arbustos, espécies floríferas, pendentes, pequenas árvores.
Colorido e tamanho das flores mudam bastante.

Não esqueça de verificar sempre se não há nenhuma praga, e mantenha as plantas livres de folhas e galhos secos.
Poda e adubação também são essenciais, observando sempre o período ideal e as quantidades indicadas para cada espécie cultivada.

Carregamento de vasos

Rega de VasosCada planta tem uma necessidade de água. Para saber se sua planta necessita de água, coloque o dedo no substrato, pressionando-o.

Se o dedo ficar sujo, com partículas aderidas, não precisa molhar.
Se o dedo praticamente limpo, apenas com poeira seca, é hora de regar.

Se as plantas que você tem em vasos pequenos parecem não receber bem a rega, você pode usar do seguinte truque:

Para ter a certeza que a terra está igualmente úmida, coloque o vaso dentro de uma bacia com agua, (um dedo abaixo da borda do vaso)e deixe o tempo suficiente até as bolhas de ar terminarem . Você terá um vaso umedecido por igual.

Faça a limpeza das plantas, retirando flores e folhas velhas, secas e doente.

Sistema rega na ausência

Você pode produzir um sistema de rega automático com muita facilidade:

Faça uma "mecha", com barbante torcido ou um outro tipo de material absorvente. Em seguida enfie uma ponta da mecha na terra do vaso e a outra ponta num recipiente com água.

Coloque o recipiente na mesma altura do(s) vaso(s) para facilitar a transferência da água, fique atento à umidade na mecha e na terra.
Não se esqueça que as plantas precisam de chuva, suas folhas... necessitam dessa lavagem para poder "respirar ".

Nunca deixe a água acumular no pratinho, isto pode provocar o apodrecimento das raízes e morte das plantas.


Plantas de varanda:especialmente quando esta está virada para o sol.
Proteja-as deste e do vento com uma rede própria, em forma de abrigo.
Arranje uma caixa cheia de areia ou terra umedecida e enterre aí os vasos, depois de saturados de água.

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