Violetas

PLANTAS DE VASO


Violetas

Violetas

1. Descoberta em 1892 pelo pesquisador e barão alemão Walter Von Saint Paul, nas montanhas do nordeste da Tanzânia, a violeta-africana é hoje uma plantinha muito popular no Brasil. Não é de espantar a quantidade de variedades que encontramos na hora de comprar um vasinho: os inúmeros processos de hibridação, realizados ao longo dos anos, resultaram em 18 espécies com cerca de 6 mil variedades! Além da popularidade, existem outras características interessantes: as violetas-africanas são fáceis de cultivar e não ocupam muito espaço, podendo colorir e enfeitar qualquer ambiente, desde que sejam atendidas suas necessidades básicas.

2. Embora os vasinhos de plásticos sejam mais charmosos e há quem tenha sucesso até com o cultivo em xaxins, as violetinhas vão bem mesmo em vasos de barro. Eles absorvem o excesso de umidade que pode até apodrecer as raízes da planta.

Violetas

3. O melhor vaso é o de barro. Deve ter um furo na base, para a drenagem da água das regas. Antes de receber a muda, é conveniente mergulhar o vaso em algumas horas para com as paredes úmidas, assim o material não roubará a umidade do solo.

4. Faça uma camada de drenagem no fundo do vaso, colocando um pedaço de cerâmica sobre o orifício e encha o vaso com a terra. Pode ser usada uma mistura com duas partes de terra de jardim, duas de terra vegetal e uma vermiculita. Plante a muda, centralizando a raiz e molhe até a água escorrer para o prato. Jogue o liquido fora e regue novamente.

5. O melhor local é aquele com boa luminosidade, mas sem incidência direta dos raios solares. A temperatura ideal para as violetas varia de 22 a 24 graus centígrados - o mínimo é 15 graus e o máximo 30. Com pouca luz, elas não florescem; com muita, são capazes de florescer, mas suas folhas ficam queimadas nas bordas.

Violetas

6. A luz solar filtrada pelo vidro de uma janela, por exemplo, e temperaturas em torno de 25 graus C formam o ambiente ideal para a planta. Se for colocar o vaso no parapeito da janela, uma boa dica para garantir o crescimento simétrico da violeta é ir virando o vaso, semanalmente, obedecendo sempre o mesmo sentido.

7. O maior pecado é molhar a copa e as folhas da violeta. Para que não apodreçam, o melhor é colocar água no pratinho. Cuidado, no entanto, para não afogá-las, já que respiram pelas raízes. No verão, molhe duas vezes por semana e no inverno, uma vez só. A cada mês, faça uma rega por cima, deixando que a água leve embora os sais minerais que concentram sobre o solo prejudicando-o. Importante: ferva a água ou deixe descansando um dia para que o cloro, tão odiado pelas violetas, evapore.

Violetas

8. Para a adubação, alterne os fertilizantes orgânicos (origem animal ou vegetal, como esterco e farinhas de osso e de peixe) com os inorgânicos (derivados do refino do petróleo ou de extrações minerais). O NPK (nitrogênio + fósforo + potássio) é um fertilizante inorgânico apreciado por essas plantas. Vem no teor desejado e você pode optar pela composição 10-10-5.

9. Quanto às pragas, os pulgões e ácaros são os inimigos mais comuns. Prepare uma mistura com 200 gramas de fumo de carda 2 litros de água. Mexa e coe. Acrescente mais 2 litros de água e pulverize quinzenalmente.

10. Para fazer a propagação, há vários métodos. Um bem simples, que pode ser feito com plantas de mais de uma copa, consiste em deixar secar a terra do vaso e depois remover a touceira. Divida-a em partes menores e replante num outro recipiente. Mesmo sem raiz, a muda poderá ser plantada e dará origem a uma nova violeta.

Violeta
Violeta

Arranjos de vasos

PLANTAS DE VASO


Arranjos de vasos com plantas ornamentais

Arranjos de vasos com plantas ornamentais

Decorar sua casa ou apartamento usando alguns vasos com plantas ornamentais não é muito difícil. Crie maneiras interessantes de arrumação das plantas com o arranjo de vasos decorativos. Neles você pode controlar com mais facilidade a qualidade do solo, variar a rega das plantas, de acordo com suas necessidades, arrumá-las em função da claridade do ambiente e, principalmente, ter a mobilidade necessária para mudar sua disposição sempre que desejar. Você pode criar uma decoração com diversas flores e folhagens, como mostrado nas fotos desta matéria.

Por isso, damos, a seguir, algumas dicas que você pode observar quando da preparação e cuidado de suas plantas, para que fiquem sempre bonitas e saudáveis.

Arranjos de vasos com plantas ornamentais

Regra nº 1. O jardim é seu. Use os vasos que quiser ou que tiver. Os vasos de barro são fáceis de encontrar, em diversos tamanhos e formatos, com preços acessíveis. Os vasos de plástico ou de cimento também podem ser utilizados, sempre de acordo com o seu gosto. Observe que o vaso deve ser do tamanho suficiente para receber as plantas, e ter drenos suficientes para que o excesso de água possa sair.

Regra nº 2. Muito poucas plantas não se dão bem em vasos. Isto inclui, obviamente as árvores e plantas de grande porte. Não se limite a usar, nos arranjos, plantas comuns. Experimente. Misturar diversos tipos de plantas num mesmo vaso pode trazer um resultado decorativo muito interessante. Flores, folhagens e plantas ornamentais podem ser combinadas à vontade, bastando observar algumas de suas características básicas, com quantidade de água e de iluminação que cada uma requer. Plante nos mesmos vasos as que têm características semelhantes.

Arranjos de vasos com plantas ornamentais

Regra nº 3. Depois que plantar as plantas nos vasos, não deixe de cuidá-las sempre. Periodicamente adube os vasos, garanta a rega na freqüência adequada, verifique sua posição em relação ao sol da manhã ou da tarde. Estes cuidados básicos devem ser complementados com a limpeza e com a observação de eventuais pragas. Mudar a posição dos vasos entre si também pode trazer melhores resultados no desenvolvimento conjunto das plantas.

Regra nº 4. Os vasos podem ser colocados juntos, pois agradam muito mais assim do que separadamente. Novos vasos podem ser incluídos no seu jardim, mudando seu aspecto geral e fornecendo novas combinações, de acordo com as estações do ano e com sua vontade. Se desejar, substitua as plantas do vaso que já não apresentem um bom aspecto, por outras novas.

Arranjos de vasos com plantas ornamentais

Regra nº 5. Plante plantas perenes, mas combine-as com plantas de estação. Apesar de dar um pouco mais de trabalho, é uma alternativa interessante, já que você estará renovando seu jardim com novas flores, por exemplo. Para facilitar a manutenção, você pode plantar cada tipo de planta em seu respectivo vaso e combinar os vasos entre si.

Regra nº 6. Para que o arranjo fique proporcional, use calços para levantar os vasos mais baixos (como tijolos de barro ou de cimento). Inclinar alguns deles também pode trazer efeitos interessantes. Acrescente alguns seixos de rio, pedras decorativas, etc., assim como peças de xaxim ou de madeira rústica para harmonizar todo o ambiente.

Regra nº 7. Mais uma vez, use sua criatividade. Não há limitação para a quantidade e tipos de vasos utilizados. Às vezes, acrecentar mais uma planta pode fazer uma grande diferença no conjunto como um todo. Acrecentar uma peça artesanal, uma peça antiga (como um ferro de passar roupas a carvão), uma pequena escultura de barro ou cerâmica, azulejos antigos e outros objetos, pode dar um toque mais simpático e pessoal a seu arranjo de vasos.

Arranjos de vasos com plantas ornamentais
Arranjos de vasos com plantas ornamentais
Arranjos de vasos com plantas ornamentais

Cuidados com o Jardim

Técnicas de Cultivo

Cuidando de seu Jardim

Deixe seu jardim bonito com alguns cuidados simples:

1. Remexa a terra para deixá-la fofa. Enquanto estiver fazendo isto, misture adubo orgânico. Depois, retire todas as impurezas: ervas daninhas, raízes mortas, torrões de terra seca.


2. Para melhorar a qualidade do solo, você pode fazer uma mistura básica. Misture uma porção de areia, com uma porção de terra e uma porção de terra vegetal. Para cada 5 litros de mistura básica, acrescente: 1 colher de sobremesa de farinha de ossos, uma colher de sobremesa de farinha de peixe e uma colher de sobremesa de nitrato de potássio. Adicione a mistura à sua terra e mexa bastante.

3. Para corrigir ainda mais o solo, acrescente areia em solos argilosos e compactos ou terra em solos arenosos.

4. Escolha as plantas de acordo com o tipo do seu jardim: se ele recebe muito sol ou se fica mais na sombra, se é grande ou pequeno, etc. Peça ajuda ao seu fornecedor de mudas.

5. Para plantar as mudas, faça um buraco de bom tamanho, retire o plástico da muda e coloque o torrão dentro do buraco. Coloque aquela mistura básica em torno do torrão.


6. Para plantas com caules finos e altos, coloque um bambu ou um cabo de vassoura para apoiar a planta. Amarre delicadamente a planta ao bambu (estaqueamento).

7. Para regar suas plantas, dê preferência para as primeiras horas do dia. Evite molhá-las quando o sol estiver forte.

8. Para vasos com plantas com caule regue por cima com um regador fino até que a água saia pelo furo da drenagem do vaso. Para vasos com plantas que cubram toda a superfície do vaso, encha de água o prato que fica sob o vaso. Para jardins e canteiros use mangueiras com irrigadores de pressão.


9. Sempre retire as folhas secas, murchas e doentes, com uma tesoura de poda. Deixe as flores murchas pois elas viram frutos. Combata as pragas, quando aparecerem, pulverizando inseticidas vendidos nas casas do ramo.

10. Quando as raízes atingem um tamanho muito grande para o vaso que estão ocupando, você tem que mudá-la para um vaso maior. Solte a planta do vaso antigo com a ajuda de uma pá. Segure firme o caule e bata com a vaso na beirada de uma mesa para que o torrão se solte. Replante como ensinado no passo 5.

ervas aromáticas dentro de casa

plantas de vaso

Jardineira de ervas aromáticas

É muito fácil montar uma jardineira de ervas aromáticas e ter sempre à mão temperos fresquinhos e deliciosas ervas para chá.

Vamos lá! Você vai precisar de:

· 1 vaso grande ou, de preferência, uma jardineira (as de plástico são mais leves);
· seixos rolados;
· terra;
· húmus de minhoca ou torta de mamona;
· mudas de ervas de boa procedência

Ervas Aromáticas

Regra nº 1. O jardim é seu. Use os vasos que quiser ou que tiver. Os vasos de barro são fáceis de encontrar, em diversos tamanhos e formatos, com preços acessíveis. Os vasos de plástico ou de cimento também podem ser utilizados, sempre de acordo com o seu gosto. Observe que o vaso deve ser do tamanho suficiente para receber as plantas, e ter drenos suficientes para que o excesso de água possa sair.

Ervas Aromáticas

Regra nº 2. Muito poucas plantas não se dão bem em vasos. Isto inclui, obviamente as árvores e plantas de grande porte. Não se limite a usar, nos arranjos, plantas comuns. Experimente. Misturar diversos tipos de plantas num mesmo vaso pode trazer um resultado decorativo muito interessante. Flores, folhagens e plantas ornamentais podem ser combinadas à vontade, bastando observar algumas de suas características básicas, com quantidade de água e de iluminação que cada uma requer. Plante nos mesmos vasos as que têm características semelhantes.

Ervas Aromáticas

Regra nº 3. Depois que plantar as plantas nos vasos, não deixe de cuidá-las sempre. Periodicamente adube os vasos, garanta a rega na freqüência adequada, verifique sua posição em relação ao sol da manhã ou da tarde. Estes cuidados básicos devem ser complementados com a limpeza e com a observação de eventuais pragas. Mudar a posição dos vasos entre si também pode trazer melhores resultados no desenvolvimento conjunto das plantas.

Ervas Aromáticas

Regra nº 4. Os vasos podem ser colocados juntos, pois agradam muito mais assim do que separadamente. Novos vasos podem ser incluídos no seu jardim, mudando seu aspecto geral e fornecendo novas combinações, de acordo com as estações do ano e com sua vontade. Se desejar, substitua as plantas do vaso que já não apresentem um bom aspecto, por outras novas.

Ervas Aromáticas

Regra nº 5. Plante plantas perenes, mas combine-as com plantas de estação. Apesar de dar um pouco mais de trabalho, é uma alternativa interessante, já que você estará renovando seu jardim com novas flores, por exemplo. Para facilitar a manutenção, você pode plantar cada tipo de planta em seu respectivo vaso e combinar os vasos entre si.

Cuidados:

· As ervas precisam de luz solar, pelo menos algumas horas por dia. Sem isso, é praticamente impossível cultivá-las.
· Mantenha regas regulares, mas nunca encharque a terra.
· Retire folhas velhas, amareladas e secas e verifique periodicamente se não há ataques de pragas. Nesses casos, evite produtos químicos e use apenas inseticidas naturais (calda de fumo, calda de sabão, etc.), pois as ervas serão utilizadas como tempero e no preparo de chás.
· Adube a cada 3 meses, com húmus de minhoca e torta de mamona.
· Na hora se escolher as ervas, procure selecioná-las segundo as exigências de luminosidade. Lembre-se que elas estarão no mesmo vaso.

Para facilitar, aqui vão algumas sugestões:

Alecrim

Alecrim

O alecrim (Rosmarinus officinalis) é uma planta semi-arbustiva, delicada e que ainda deixa o ambiente com um perfume muito especial. Na cozinha, é usado para temperar carnes em geral, legumes e até dar um sabor diferente a omeletes. Cresce bem em ambientes muito ensolarados, e o solo relativamente pobre em vez de prejudicá lo, deixa a planta mais densa e com perfume acentuado. Por isso, você pode plantar sua mudinha em vasinhos com 20 cm de diâmetro, usando terra comum de jardim. Para obter novas mudas, é só lascar um galho e plantar em solo úmido.

Cebolinha

Cebolinha verde

A cebolinha (Allium schoenoprasum) é uma planta bulbosa do mesmo gênero do alho e da cebola. Suas folhas formam um tubinho oco e têm um aroma suave de cebola, bastante apreciado em inúmeras receitas. Pode ser semeada em pequenos vasos de barro, mas se você quiser ter esse tempero mais rapidamente, uma solução prática é aproveitar as mudinhas que são vendidas na feira. Para isso, quando comprar cebolinha, corte as folhas para uso e plante os toquinhos, com um pouco da raiz. Em pouco tempo, as mudas vão soltar brotos vigorosos e perfumados. Ao plantar, não esqueça que a cebolinha gosta de solo fértil, rico em matéria orgânica.

Coentro

Coentro

Conhecido também como salsa chinesa, o coentro (Coriandrum sativum) tem as folhas parecidas com as da salsa, mas seu sabor é bem diferente, mais próximo ao do limão. Suas folhas são usadas em inúmeros pratos à base de peixe, as sementes em conservas e o coentro em pó para aromatizar massa de pães e carnes assadas. Pode ser cultivado facilmente a partir de sementes, em vasos com solo rico em matéria orgânica, sempre em locais com bastante sol

Hortelã

Hortelã

Você pode escolher entre várias espécies de hortelã, mas as mais comuns são a Mentha crispa, com folhas verdes escuras e crespas, e a Mentha Spicata, num tom de verde mais claro e com folhas lisas. Todas são viçosas e perfumadas e usadas para temperar quibes, saladas, carnes de peixe e carneiro, aromatizar sucos e sobremesas, como sorvetes, pudins e gelatinas. Crescem bem em ambientes ensolarados, mas toleram bem um leve sombreado. No início da primavera, renove a terra dos vasos e aproveite para desfazer o emaranhado das raízes e podá-las, se for necessário. Esta época é boa também para se fazerem novas mudas, através de estacas de galhos.

Manjericão

Manjericão

Há várias espécies, com folhas mais largas ou delicadas, todas da família dos Ocimum. O manjericão é conhecido também como alfavaca e basílico, e suas folhinhas são usadas em peixes, carnes e molhos. Pode atingir de 40 a 60 cm. de altura, por isso deve ser plantado em um vasinho de uns 20 cm de diâmetro. Necessita de bastante sol e, se começar a crescer muito, você deve podar alguns ramos para ativar novas brotações e obter uma plantinha mais cheia. Faça novas mudas por estacas de galhos, mas se preferir sementeiras, aproveite as resultantes da floração, que ocorre na primavera e no verão.

Orégano

Orégano

Conhecido também como orégão, o Origanum virens é uma erva originária do Mediterrâneo, muito usada em peixes, carnes, saladas, molhos e suco de tomate. Gosta de ambientes ensolarados e solo leve e arenoso, com boa drenagem. As folhas e pontas de galhos podem ser cortadas para serem usadas fresquinhas, e logo vão surgir novos brotos, que vão deixar a plantinha ainda mais densa e decorativa. Não se esqueça de renovar o solo do vaso anualmente, com uma mistura nova e nutritiva.

Salsa

Salsa

Originária da Europa, a salsa ou salsinha (Petroselinum sativum) é uma plantinha simpática, com folhas bipartidas ou crespas, mas sempre muito aromática. É bastante popular no Brasil e entra na composição de inúmeras receitas salgadas, como carnes, sopas, bolos e saladas. Seu cultivo é muito simples: basta semear num pequeno vaso e deixar junto a uma janela iluminada. Em pouco tempo, você terá uma linda plantinha e ramos fresquinhos para dar um sabor todo especial às suas receitas.



Salvia

Salvia

Em vasos, a sálvia (Salvia officinalis) chega a atingir 30 ou 40 cm de altura, sempre bonita com suas folhas alongadas e meio cinzas. É usado para temperar peixes, carnes, queijo fundido e em cozidos, substituindo o louro. Exige muito sol e pode ser multiplicada facilmente através de estacas de galhos.

Tomilho

Tomilho

Conhecido também como timo (Thymus vulgaris), pode ser salpicado em qualquer prato à base de peixe, esfregado em carnes, antes de levá las ao forno, e misturado em queijos e requeijões. Atinge de 10 a 30 cm de altura, e tem os ramos aveludados, que normalmente só começam a ser colhidos depois que a planta atinge dois anos. Para crescer bem, necessita de bastante sol e de um solo leve e arenoso.

Como montar um jardim dentro de casa

PLANTAS DE VASO

Monte um jardim dentro de casa

Jardim dentro de casa

Ter um belo jardim não é privilégio apenas de quem mora em casas térreas ou possui um grande terreno para cultivar. O contato com a natureza também é possível em pequenos espaços de prédios comerciais ou apartamentos, por exemplo, através dos jardins internos.

Manter plantas em ambientes fechados é uma forma de trazer beleza e tranqüilidade ao ambiente e de aliviar a tensão trazida pelo cotidiano agitado das grandes cidades.

A melhor opção para quem quer criar um jardim dentro de seu apartamento sem ter muito trabalho são mesmo os vasos, ideais para cantos de leitura, reflexão e relaxamento. Os melhores são os vasos de pequeno e médio porte, que são fáceis de deslocar e manusear na hora de cuidar das plantas. Prestando atenção aos detalhes de adaptação de cada planta aos diferentes ambientes (luminosidade, tempo de exposição ao sol, calor, etc.)., a variedade de espécies que podem ser plantadas é muito grande.

Transformar o terraço numa pequena varanda com plantas e flores pode ser uma alternativa para deixar seu apartamento com uma área ao ar livre mais aconchegante. O primeiro passo é buscar informações sobre a estrutura da varanda ou terraço, para saber até que ponto ela pode suportar o peso adicional de vasos, terra, plantas e demais elementos envolvidos em seu projeto de paisagismo. Não plante diretamente sobre a laje para evitar infiltrações e a invasão de raízes nos ralos e vãos do concreto. A melhor opção é o uso de vasos e caixas de diferentes tamanhos e formatos oferecidos no mercado. Para que não surjam poças d'água na hora de fazer as regas, verifique se há um bom escoamento da água até os ralos. Se for possível, crie um pequeno declive no piso para evitar esse tipo de problema e capriche na impermeabilização.

Jardim dentro de casa

Caso você queira dar a impressão de canteiro sobre o piso, plante em caixas mais rasas e disfarce as bordas com pedras ou um ripado de madeira. O vento é o principal desafio para jardins em terraços de apartamento. Para reduzir seu impacto e proteger as plantas mais frágeis, crie uma barreira com espécies resistentes, como pequenas palmeiras, coníferas, bambus e trepadeiras. Se quiser, use uma das paredes para fazer um "jardim vertical", usando principalmente bromélias e orquídeas para montar os arranjos. E tenha sempre em mente que as plantas cultivadas em terraços sofrem grande perda de umidade e precisam de regas diárias para manter o substrato sempre úmido. A adubação não pode ser esquecida, pois as regas freqüentes ajudam a eliminar os nutrientes.

Outra idéia simples e prática é a criação de mini-jardins, com miniaturas de plantas que podem originar verdadeiros jardins portáteis. Defina o ambiente, escolha as espécies corretas e leve a natureza para casa. Você pode montar arranjos com pequenos cactus, mini-bromélias e suculentas, arrumados em vasos baixos; ou com plantas aquáticas, que podem ser colocadas em potes de vidro transparente e arrumadas de forma a se harmonizar com seu ambiente. Use pedriscos, folhas secas ou musgo para forrar a superfície. Misturar plantas vivas com outros elementos, como velas, pedras e bambus dão um belo efeito.

Jardim dentro de casa

Em cozinhas que recebem pelo menos 3 horas diárias de sol, um canteirinho de chás e ervas medicinais é uma boa pedida. Camomila, hortelã, menta, manjericão e outras plantas podem servir para fazer chás ou complementar o tempero caseiro e embelezar a cozinha.

Para o banheiro, use as plantas aquáticas. A alface d´água, o agapé, a zontas e o camarão reproduzem-se rápida e espontaneamente. No geral, precisam receber pelo menos alguma iluminação natural, devendo ficar perto da janela ou da porta. Há aquáticas, como o papiro, o copo-de-leite, a ninféia, a lótus e a pompedéria que, mesmo em água, devem ter suas raízes sustentadas por terra.





Plantas medicinais

Plantas aquáticas

Cactos

Bonsai


PLANTAS DE VASO

Bonsai - a arte do cultivo

Bonsai

1. "Bon" significa bandeja ou recipiente; "sai" é um substantivo cujo significado é crescer, e a palavra bonsai expressa o cultivar uma árvore em um vaso. A ênfase desta palavra reside no duplo ato de viver e crescer. Por isso, para ser considerada um bonsai, a planta precisa representar a árvore como ela é na natureza.

2. O Bonsai teve seu início na China, por volta do século. III A.C., mas foram os japoneses que aprimoraram a técnica, incluindo-a em sua cultura como arte e objeto de culto e meditação. Assim, deve ser realmente uma árvore em miniatura, de qualquer espécie, produzindo flores e frutos normalmente como a de tamanho natural. Não há árvore de Bonsai, mas árvores que se transformam pelo processo de Bonsai. Na prática, é a arte de selecionar e transformar árvores que tenham potencial para se assemelhar a uma réplica na natureza.

3. Apesar de seu tamanho reduzido, a árvore mantém sua saúde e características naturais produzindo flores e frutos normalmente. A princípio qualquer árvore pode ser utilizada para confecção de Bonsai, devendo-se procurar um conjunto estético e harmonioso. Algumas árvores já possuem a tendência natural para se transformar num Bonsai, outras devem ser mais trabalhadas através de modelagem, podas, etc..., onde a habilidade e criatividade são freqüentemente colocadas à prova, respeitando-se os limites da natureza.

Bonsai

4. Um dos pontos fundamentais para a manutenção do Bonsai refere-se à escolha do local onde será mantida a planta. De uma maneira geral, o Bonsai deve ser cultivado ao ar livre, ou seja, exposto as variações climáticas tais como: chuva, vento, frio, sol, etc., de acordo com as necessidades específicas de cada planta. O ideal é que permaneçam em um ambiente aberto (jardim, varanda ou sacada) com sol direto pelo menos na parte da manhã, podendo até permanecer em ambientes fechados por curtos períodos de tempo (no máximo 3 dias) evitando sobremaneira ambientes artificiais (ar condicionado e aquecedor). A tendência que os galhos e folhas têm de crescer em direção ao sol poderá provocar desequilíbrio na forma; evite-o fazendo uma rotação periódica nos vasos, procurando não mudá-los de local.

5. Regar um bonsai é molhar toda a terra que está dentro do vaso. Coloque água potável por cima da terra em toda a superfície até que a água comece a sair por baixo nos orifícios do vaso. No calor pode-se molhar também a copa e galhos. Mas atenção: em geral, as árvores não gostam de muita umidade na terra. Por isso, deve-se regar os bonsai somente quando a terra do vaso estiver quase seca. Bonsai em vasos pequenos (até 30cm de comprimento), devem ser regados todos os dias quando a umidade do ar estiver baixa e a temperatura acima de 20oC. Abaixo desta temperatura regar dia sim dia não.

6. As plantas alimentam-se dos sais nutritivos que extraem do solo. Como os bonsai vivem em vasos pequenos, a árvore poderá consumir todos os nutrientes da terra depois de algum tempo. Deve-se repor estes nutrientes através de adubos. É preciso adubar principalmente nas épocas de grande crescimento das plantas. É muito melhor adubar em pequenas quantidades mas com maior freqüência do que fazê-lo esporadicamente em grandes quantidades.

Bonsai

7. As raízes de todas as árvores crescem para encontrar água que precisam para viver. Assim sendo, quando uma árvore cresce num vaso, as raízes crescem até ocupar a totalidade desse espaço limitado, ao mesmo tempo em que a terra vai se esgotando e perdendo a faculdade de proporcionar os nutrientes que a árvore necessita. A freqüência de transplantação ou troca de terra varia segundo a espécie e idade do bonsai, o que pode variar muito, desde as frutíferas que, regra geral, devem ser transplantadas anualmente, até os pinheiros que podem ser transplantados a cada 5 ou 7 anos.

8. Para dar forma ao seu bonsai, deixe a copa sempre bem podada. Com exceção dos pinheiros e coníferas não existem grandes complicações em cortar os ramos, que normalmente crescem muito, principalmente na primavera. Visualize a forma de uma "mini árvore" e não tenha medo de podar. A poda, que deve ser feita com uma tesoura bem afiada, estimula novas brotações, preenchendo a copa e deixando-a mais bonita.

9. Os bonsai podem ser classificados em: Minibonsai - medindo entre 5 e 15 cm, Bonsai clássico - medindo entre 15 e 60cm e Bonsai grande - medindo entre 60 e 120cm ou mais. Estas dimensões são tomadas verticalmente desde o extremo superior da árvore até a base do tronco, sem incluir o vaso.

10. Na arte do bonsai existem inúmeras técnicas relacionadas ao seu cultivo, técnicas para obtenção das mudas, para o plantio, modelagem e manutenção. Esta complexidade na arte de cultivar plantas em vasos não deve em momento algum desestimular os iniciantes que têm interesse em aprender, muito pelo contrário, deverá despertar a necessidade em manter um contato mais íntimo com a natureza. Com o passar do tempo o novo bonsaísta aprenderá que não será preciso possuir um alto nível de conhecimento técnico-científico, mas sim desenvolver o principal: o amor pelas plantas e o respeito pela natureza como um todo.


Bonsai
Bonsai
Bonsai
Bonsai

Cactos


PLANTAS DE VASO

Cactos - do vaso à jardineira

Cacto

Os cactos são mais adaptados a ambientes secos, em geral, em solos formados por cascalho e areia, onde a água escoa rapidamente. Além disso, preferem ambientes abertos e com muita insolação, em regiões também de clima seco.

No Brasil existem em torno de 400 espécies de cactus, cerca de 50% das espécies conhecidas até o momento. Você pode organizar uma coleção de cactáceas em um jardim, balcão, terraço ou mesmo junto a uma janela.

Cacto

Os cactos necessitam de sol, ventilação e não suportam excesso de umidade. Isso é o básico para quem deseja cultivar cactos. A exceção fica por conta dos mini-cactos (aqueles que encontramos até em supermercados, em pequenos vasinhos) que, em geral, têm menos de três anos. Como ainda são bem jovens, os mini-cactos apresentam menor resistência à exposição direta dos raios solares. Neste caso, é melhor colocá-los em áreas claras e arejadas, mas longe da luz solar direta.

Como algumas espécies menores podem não se adaptar ao solo para onde forem transplantadas, é melhor plantá-las no jardim mantendo-as dentro dos vasinhos em que estiverem, especialmente se forem cactos enxertados.

Cacto

No verão as espécies com mais de três anos devem ser regadas a cada 5 ou 6 dias, e os mini-cactos a cada 4 dias. No inverno, os cactos mais velhos devem receber água a cada 12 dias e os jovens a cada 8 dias. Toda a terra ao redor deverá ser molhada, mas não encharcada. Deixe que a água seja absorvida antes de colocar mais água. Água em excesso pode fazer apodrecer as raízes e a base da planta. Se isto acontecer, corte a parte afetada e trate com pó de enxofre. As pragas mais comuns associadas ás cactáceas são as cochonilhas, ácaros e pulgões.

Para cultivar os cactos em jardins, escolha um canto com pequeno declive. Se não houver, amontoe algumas pedras ou forme montinhos de terra, para drenar bem a água. O solo ideal é obtido com a mistura de partes iguais de areia, terra local e adubo orgânico (humus de minhoca, torta de mamona ou esterco animal). Revolva bem o solo tratado. Observe que a camada tratada tenha pelo menos 50cm de profundidade.

Cacto

Para fertilizar, recomenda-se, uma vez por mês, substituir a água da rega por um fertilizante líquido básico para plantas verdes diluído na proporção indicada pelo fabricante.

Para transplantar ou enraizar o melhor período é a primavera ou verão. Deve-se sempre deixar cicatrizar a parte cortada, seja nas raízes ou no corpo da planta por no mínimo 8 dias.

avencas

PLANTAS DE VASO

As delicadas avencas

Avencas

As avencas têm fama de espantar mau-olhado. Segundo a sabedoria popular elas são capazes de absorver as energias negativas e murcham, dando sinal de que há alguém invejoso no ambiente. Crenças à parte, a planta é muito admirada por sua delicadeza e colorido de suas folhas, e por isso é muito requisitada em arranjos ornamentais. Seu cultivo exige, no entanto, cuidados especiais, uma vez que a avenca possui estruturas frágeis que requerem uma dosagem certa de água e luz.

Na natureza, a avenca brota espontaneamente por toda parte, desde beiras de cursos dágua e encostas de barrancos, até no alto de palmeiras. Ao produzir e lançar ao vento grande quantidade de esporos, a planta pode brotar e se desenvolver em qualquer ambiente, desde que haja calor, umidade e luminosidade, com proteção contra a incidência de raios solares diretos.

Avencas

Quem pretende cultivar avencas no interior da casa ou do apartamento pode colocá-las em vasos de barro ou, de preferência, de xaxim, garantindo que o recipiente tenha um bom sistema de drenagem, ou seja, o excesso de água precisa ser eliminado com facilidade, pois é quase fatal para a planta. No caso dos xaxins, é importante observar sempre a quantidade de água usada nas regas, pois eles tendem a reter muita umidade.

A preparação do solo para a avenca deve obedecer à proporção de uma parte de areia, uma parte de terra vegetal e uma parte de pó de xaxim. Essa mistura é leve, retém umidade e apresenta boa drenagem. Um vaso de avenca bem cheio pode render várias mudas. É só separar as touceiras com muito cuidado para não prejudicar as raízes, que são bem frágeis. Plante a muda imediatamente, pois a avenca perde umidade de forma muito rápida.

Avencas

O plantio de avencas no jardim exige muito cudado na escolha do local, pois deve atender às três principais exigências da planta: calor, umidade e luz indireta. Outro detalhe importante: as avencas não suportam ventos diretos e excessivos. O local ideal, portanto, são os cantinhos úmidos e com sombra, mas com boa luminosidade.

Uma das formas de reprodução é fazer mudas com os esporos. Espere que amadureçam e retire-os das folhas raspando-as delicadamente com uma faca pequena ou gilete. Mantenha uma folha de papel (ou um pedaço de tecido branco) embaixo, para aparar os esporos que vão caindo. Prepare uma sementeira apenas com pó de xaxim, molhe-o bem e espalhe os esporos na superfície. Cubra a sementeira com plástico transparente e mantenha à sombra. Após cerca de quatro semanas, vai surgir na sementeira uma espécie de musgo - são os brotinhos, que só devem ser transplantados quando atingirem cerca de 2 a 3 cm.

Avencas

Um vaso de avenca bem cheio pode render várias mudas. É só separar as touceiras com muito cuidado para não prejudicar as raízes, que são bem frágeis. Plante a muda imediatamente, pois a avenca perde umidade muito rápido.

Garanta uma boa umidade no solo, sem encharcar, regando sempre que o solo apresentar-se muito seco e mantenha as avencas longe da luz solar direta, mas não as submeta à sombra em demasia, pois isso facilita o surgimento de pragas e doenças;

Evite o uso de inseticidas para combater pulgões e cochonilhas e adote a famosa calda de fumo, procurando aplicá-la sempre que suspeitar da ocorrência e faça adubações periódicas com adubo orgânico ou fertilizantes líquidos, mas sempre seguindo a orientação da embalagem do produto;

Mantenha as avencas livres de folhas velhas e secas, cortando-as na base, para facilitar o surgimento de novas brotações;

Avencas

Avenca
Avenca
Avenca

Buganvile

PLANTAS DE JARDIM


Buganvile (ou primavera, ou bugainville, ou bugainvillea)

primavera (Bougainvillea spectabilis, Bougainvillea glabra)

De origem brasileira, a primavera (Bougainvillea spectabilis, Bougainvillea glabra) - também conhecida como buganvília, ceboleiro, três-marias ou flor-de-papel - é uma espécie rústica, que exige poucos cuidados. Seu nome foi dado em homenagem ao francês Louis Antoine Bougainville, que a descobriu em nosso país, por volta de 1790, e a levou para a Europa, onde ela se tornou famosa e se difundiu para o resto do mundo.

As belas e coloridas "flores" da primavera não são exatamente as flores da planta: são brácteas (folhas modificadas) que envolvem as verdadeiras, e relativamente insignificantes, flores amareladas. O conjunto resulta numa aparência exótica, encontrada nas cores branca, rosa, vermelho intenso ou laranja.

primavera (Bougainvillea spectabilis, Bougainvillea glabra)

Por ser uma espécie muito hibridada, já se obteve brácteas com dezenas de formas e cores, inclusive bicolores - e também a forma variegada. Quando adulto esse arbusto escandente e espinhento pode atingir de 5 a 10 metros de comprimento. A primavera é uma planta muito rústica, que necessita de poucos cuidados e se adapta a diversos tipos de clima; sendo, inclusive, bastante resistente a mudanças bruscas de temperatura. É certo, porém, que os coloridos mais vibrantes e intensos desta planta são encontrados em locais de clima quente e úmido.

Reprodução, cultivo, poda e adubação

primavera (Bougainvillea spectabilis, Bougainvillea glabra)

Primaveras multiplicam-se por alporquia ou por estacas de galhos lenhosos, com aproximadamente 20 cm. A primavera gosta de sol pleno, clima quente e úmido, e suporta solos mais secos. As regas podem ser feitas aproximadamente de 15 em 15 dias. A freqüência só deve ser aumentada nos primeiros meses após o plantio ou em épocas muito quentes.

Sobre a questão do sol pleno, é interessante lembrar que em seu habitat natural, a primavera cresce encostada em grandes árvores e utiliza-se dela como tutor. Isso acontece particularmente com a Bougainvillea glabra, que emite brotações muito vigorosas na vertical, até atingir o topo da árvore. Aí, então, abre-se em copa e suas folhas e flores se confundem com as da própria árvore que serviu de apoio.

Assim, podemos pensar que é possível cultivar primaveras à meia-sombra, desde que haja condições da parte aérea receber raios solares diretos.

primavera (Bougainvillea spectabilis, Bougainvillea glabra)

Recomenda-se fazer uma poda de limpeza periodicamente, removendo galhos secos e doentes, para favorecer o bom desenvolvimento da primavera e estimular sua floração constante. Após a poda é aconselhável realizar uma boa adubação, usando adubos orgânicos ricos em Fósforo (P). Em geral, as primaveras devem ser adubadas preferencialmente com material orgânico (esterco bem curtido, torta de mamona ou farinha de ossos). No caso de optar pelo adubo químico, a recomendação é aplicar uma formulação NPK 10-20-15 ou aproximada, com predominância do P (Fósforo) da fórmula.

Apesar de rústica, a primavera pode ser atacada por lagartas (que devem ser eliminadas pela catação manual) e doenças fúngicas. Se o problema for muito grave, indica-se borrifar a planta com um bom fungicida, tomando sempre o cuidado de não encharcar o seu solo, para evitar o acúmulo de umidade.

Primaveras em vaso: É possível cultivar a primavera em vaso, desde que sejam observados alguns cuidados essenciais:

» Preparar o solo para o plantio com uma parte de terra comum de jardim, uma parte de terra vegetal e duas partes de areia, para facilitar a oxigenação, impedindo que o substrato fique muito compacto.

Avencas

» Colocar o vaso em local ensolarado. Para florescer, a primavera precisa de pelo menos quatro horas diárias de sol.

» Regar pela manhã ou à tarde, quando os raios solares não estão intensos.

» Fazer adubações periódicas, usando adubos orgânicos ricos em Fósforo (P).

Algumas formas de plantio:


Trepadeira

Bonsai

Em vasos

Carramanchão

Begônias

Begônias

As begônias pertencem à família da begoniáceas e são plantas de vaso, podendo ser cultivadas em jardins. A maioria das variedades de begônia são nativas da América do Sul, da África e da Ásia. Seu habitat natural são as matas úmidas. Para o cultivo de begônias, é preciso selecionar plantas saudáveis com folhas inteiras, viçosas e sem manchas. A propagação é feita através de mudas ou folhas, que devem ser plantadas em caixotes com areia e, posteriormente, transferidas para vasos contendo solo misturado com areia e composto orgânico.

Principais espécies

Begônia bowerae

Begônia bowerae (begônia cílio-miniatura)

Originária do México, é planta cultivada à meia-sombra. Necessita de muita luz, porém não suporta sol diretamente sobre ela, entre 10 e 17 horas. Tem porte de até 30 centímetros. Sua propagação é feita através de estacas de folhas ou divisão de rizomas. Necessita de solo sempre úmido. As flores aparecem durante a primavera. Nesta espécie, as folhas são mais atraentes.

Begônia elatior

Begônia elatior “Rieger”

Conhecida como begônia holandesa ou begônia rigis, desenvolve-se através de hibridações. Tem porte de até 30 cm. E floresce durante quase todo o ano. As flores desta espécie são bastante atraentes. A propagação é realizada por divisão da planta. Não suporta clima frio, necessitando de proteção no inverno. Desenvolve-se melhor em temperaturas em torno de 30º C.

Begônia tuberhybrida

Begônia tuberhybrida (begônia tuberosa ou begônia de flor grande)

Adapta-se aos climas tropical, subtropical e úmido. Desenvolve-se melhor em solos argilo-arenoso, ricos em matéria orgânica. Sua propagação é feita, principalmente, por tubérculos, mas pode ser realizada também através da estanquia de folhas. A melhor época para o plantio é a primavera e o verão. É plantada em vasos individuais, sendo uma planta de sombra ou meia-sombra. Tem porte de 20cm a 30cm.

Begônia masoniana

Begônia masoniana (begônia cruz-de-ferro)

É originária da Ásia tropical. Tem porte de até 40cm e folhas e flores atraentes. As flores aparecem durante o verão. A propagação é feita por divisão de touceiras. Também necessita de muita luz, mas não suporta sol diretamente sobre ela, entre 10 e 17 horas. Não suporta clima frio, necessitando de proteção no inverno.

Begônia rex

Begônia rex híbrida (begônia rex)

É desenvolvida através de hibridações. A propagação é feita, principalmente, por estacas de folhas e divisão de touceiras. Necessita de solo sempre úmido. Seu porte é de até 40cm e tem folhagem atraente. Necessita de muita luz para seu desenvolvimento, mas não suporta sol diretamente sobre ela, entre 10 e 17 horas. Prefere temperaturas em torno de 15º C. Não suporta clima frio, necessitando de proteção no inverno. É considerada planta de meia-sombra.

Begônia semperflorens

Begônia semperflorens “Cultorum” (begônia sempre-florida ou begônia anã)

É originária do Brasil. Tem porte de até 30cm, floresce durante quase todo o ano e suas flores são atraentes, nas cores branco, rosa e vermelho. A temperatura ótima para germinação é de 25º C. Propaga-se através de sementes, em qualquer época. É uma planta perene, tolera sol pleno ou meia-sombra, com proteção dos ventos. Pode ser usada como forração e é ideal como espécie ou maciço isolado. Também necessita que o solo esteja sempre úmido. Existem variedades com folhas verdes e folhas marrons, independentemente da cor da flor.

Begônia David

Nos vasos, a água deve ser colocada nos pratinhos, em quantidade que a planta absorva, sendo que o excesso deve ser jogado fora.

Os ramos mais fracos e as flores murchas devem ser cortados. Após o corte, pode ser passado carvão moído no ponto de corte, o que evita a entrada de microorganismos indesejáveis e acelera a cicatrização.

A adubação de manutenção pode ser a base de adubo orgânico, distribuído na superfície de terra do vaso e misturado à terra, ou adubos químicos já formulados, encontrados em lojas especializadas. A adubação deve ser feita uma vez por mês.

Sintomas comuns em casos de problemas com pragas e doenças ou tratos culturais incorretos:

Coentro-

os caules crescem demais e as folhas não se desenvolvem, principalmente em ambientes de pouca iluminação. Os vasos devem ser levados para locais mais claros e devem ser devidamente adubados.

- as folhas murcham e os caules escurecem por causa do excesso de água, o que provoca o ataque de pragas e doenças. As irrigações devem ser diminuídas.

- quando as bordas escurecem, as folhas murcham e tendem a enrolar. Recomenda-se irrigar.

Begônia pink

- quando a planta não floresce e fica com excesso de folhas, é sintoma típico de desequilíbrio de nutrientes. A aplicação de adubos com alto teor de fósforo e o mesmo teor de nitrogênio é importante (por exemplo, adubo NPK 10-10-10 ou 5-10-5).

- plantas com ácaros, cochonilhas e doenças causadas por fungos são mais fáceis de ocorrer nas begônias. Em alguns casos pode ser necessário o uso de produtos para controle, encontrados em lojas especializadas. Na dúvida, consulte um engenheiro agrônomo

Cultura do Chuchu(resumo)

chuchu
CULTURA DO CHUCHU

O chuchuzeiro - Sechium edule, Schawrtz, Dicotyledonae,Cucurbitaceae também conhecido como caxixe, é originário, provavelmente, da América Central (México) e cultivado em países de clima quente em regiões tropicais e sub-tropicais.

Entre os maiores estados produtores nacionais destacam-se Rio de Janeiro, São Paulo, Pernambuco, Minas Gerais e Paraná; na Bahia destacam-se os municípios de Jaguaquara, Itiruçú, Poções, Maracás, Jequié, Iguaí, Lafaiete Coutinho.

Estima-se que sejam cultivados 5.000 hectares com chuchuzeiros no Brasil.

chuchu2

Características:
O chuchuzeiro é planta trepadeira que pode produzir por vários anos; possue ramas longas com até 15m. de comprimento onde apresentam gavinhas para sustentação no lugar onde trepa; das ramas saem folhas numerosas com formato de coração. As flores são amareladas e separadas em femininas e masculinas, distintas na mesma planta; a fecundação da flor é totalmente dependente da polinização de abelhas silvestes. O fruto- chuchu - é suculento com forma alongada, cor branco-creme, verde-claro ou verde-escuro, liso ou enrugado, com ou sem espinhos.

Existem 3 grupos básicos (tipos) de chuchuzeiros segundo a coloração do fruto branca ou creme, verde-claro e verde-escuro. Dentro dos grupos há variações no tamanho, formato, rugosidade e espinhos do fruto; o fruto verde-claro, pouco rugoso e sem espinhos, forma de pera e alongado é o preferido comercialmente.

Composição do chuchu: calorias (31), proteínas (0,9g.), cálcio (12mg.), fósforo (30mg.), ferro (0,6mg.), Vit. A (2ug.), Vit. B2 (0,03mg.), Vit. C (20mg.).

Usos do Chuchuzeiro:
- Houve tempos em que o chuchu era, simplesmente, alimento para animais domésticos; hoje é conhecido e apreciado no país; por sua consistência e sabor suave combina-se com muitos alimentos.

Na medicina caseira, cozido sem sal, é indicado principalmente para hipertensos, para problemas renais ou de bexiga.

Os brotos, ricos em vitaminas A, B e C e cálcio, fósforo e ferro, devem ser usados refogados ou compondo pratos de legumes também refogados. Com chuchu prepara-se suflês, pudins salgados ou simplesmente cozidos e temperados a gosto.

É também usado para dar ponto a alguns pratos salgados e doces de goiaba e marmelo (por sua pectina).

Necessidades da planta:
Clima: temperatura entre 13ºC e 27ºC; temperaturas mais elevadas provocam queda das flores e frutos. Temperatura baixa prejudica a produção; a planta é muito sensível a geadas e ventos fortes que podem quebrar ramas e brotações ou fazer cair frutos pequenos. Exige boa luminosidade para produzir. Em altitudes de 1.000m. o chuchuzeiro produz o ano inteiro.

Solos: de areno-argilosos a argilo-arenosos prestam-se ao cultivo da planta; devem ser soltos bem drenados e férteis. Solos de baixada bem drenados são interessantes para o cultivo; pH de 5,5 a 6,5. Terrenos com topografia plana a levemente ondulada, proximos a fonte de água, que não recebam sol poente, são os preferidos.

Propagação do chuchuzeiro:
A propagação do chuchuzeiro é feita via frutos maduros brotados; os agricultores produzem seus próprios frutos - sementes. O fruto deve estar maduro, íntegro, com características de forma e textura desejadas. A semente, está apta para o plantio quando a brotação tiver 10 a 15cm. de altura.

Frutos selecionados são colocados sobre leito de terra, bem sombreado e arejado e ligeiramente úmido, deitados lado a lado; após duas semanas a brotação aparece.

ApaGM17

Plantio:
- Preparo do solo: consiste em limpeza do terreno, aração e gradagem; antes e depois da aração aplica-se o calcário se for o caso. O preparo do solo deve ser iniciado 90 dias antes do plantio. Em áreas declivosas não se faz movimentação do solo.

- Suporte do chuchuzeiro: é feito com espaldeiramento. Usa-se estacas com 2,5 m de comprimento, arame farpado e arame liso nº 16. As estacas são fincadas para ficarem a 1,8m. de altura no espaçamento de 2m. x 2m. (áreas declivosas), 3m. x 3m. em áreas mais planas. Após fincar estacas distribue-se arame farpado no seu topo, a uma distância de 30cm. entre si; no sentido cruzado ao arame farpado, estende-se o arame liso. Nas últimas estacas de cada fila coloca-se escoras pela parte interna do chuchuzal.

- Carramanchão: também com 1,8m. de altura; para cobrir 1 hectare com carramanchão usa-se 150 mourões esticadores, 1.000 postes de suporte, 1.200m. de arame liso (fio 14 ou 16). O espaçamento entre mourões é de 9m. x 9m. e entre estacas 3m. x 3m. Com fio 14 faz-se malha de 50cm. x 50cm.

O suporte deverá estar pronto 60 dias antes do plantio.

- Espaçamento/covas: os espaçamentos são 3m. x 3m. ou 4m. x 4m. (Bahia) e 5m. x 5m. a 7m. x 7m. em outros locais. As covas devem ter 50cm. x 50cm. x 30cm. (Bahia) e 50 a 60cm (boca) x 30-40cm. de profundidade (outros locais). Na abertura da cova separar a terra dos primeiros 15cm. de profundidade.

A adubação básica é constituida de: 10kg. de esterco de curral bem curtido + 300 a 500g. da fórmula 4-14-8; ela é misturada à terra de superfície e lançada na cova uma semana antes do plantio (Bahia).

- Plantio: efetuado no início da estação chuvosa maio/junho - ou o ano todo (sob irrigação). São colocadas 2 sementes por cova - em pé ou deitados - a 5cm.-8cm. de profundidade.

Os brotos devem ficar acima do nível do solo. Uma cobertura morta pode ser colocada sobre o solo em volta da cova.

chuchu4

Tratos Culturais:
Controle de ervas: pode ser feito com a enxada ou com herbicida (Paraquat) aplicado com bico leque a 50cm. de altura.

Limpeza e amarrio: periodicamente retira-se com faca os ramos e folhas secas, principalmente nos meses frios, quando grande parte delas morre para o rebrotar da primavera. Leve até os arames as novas ramas que brotarem. Não puxe as ramas.

Irrigação: chuchu é sensível à falta de chuvas, pois suas raízes se concentram nos primeiros 20cm. de profundidade. Usa-se métodos de aspersão ou infiltração em turnos de rega diárias ou dias alternados; nas épocas quentes 2 irrigações diárias. Na frutificação a necessidade de água é maior.

Adubação em cobertura: de dois em dois meses aplica-se mistura de 200kg. de uréia e 100kg. de cloreto de potássio por hectare.

De quatro em quatro meses aplica-se 500kg./ha da fórmula 4-14-8.

De seis em seis meses aplicar 5t/ha de esterco de curral bem curtido na faixa de plantio.

Chuchu - Antracnose 2

Pragas e Doenças:
Pragas:
Grilo: destroe folhas e caules novos.
Broca: penetra no caule destruindo a planta; indica-se cortar ramas atacadas e queimá-las.
Lagartas: alimentam-se das folhas.
Pulgões: sugam a parte inferior das folhas.
Vaquinhas verde: besourinhos que perfuram as folhas destruindo-as.

Nematoides e ácaros também atacam o chuchuzeiro.
Grilos, lagartas, vaquinhas podem ser controlados com carbaryl 85 M ou triclorfom 50 S. Pulgões podem ser controlados com paratiom ou malatiom.

Doenças:
Antracnose: causa manchas escurecidas nos bordos das folhas, com secagem posterior. Alta umidade é favorável a doença.
Oídio: manchas pulverulentas de cor esbranquiçada notadamente na face inferior das folhas (tempo seco favorece a doença).

Se necessário pode-se fazer aplicações de mancozeb para antracnose e enxofre molhável para oídio.

chuchu6

Colheita/Classificação/Embalagem:
- Deve-se estimular a ação polinizadora das abelhas.

- A colheita inicia-se aos 85 a 120 dias após o plantio e prolonga-se por 3 anos (comercialmente). O ponto de colheita é fruto tenro, tamanho 10-15cm., o que ocorre 10-15 dias pós aberturas das flores. Destaca-se o fruto com a mão efetuando-se leve torção. O fruto colhido e levado para galpão. É conveniente colher a cada 3 dias. O rendimento varia de 50t a 145 toneladas por hectare. A colheita continua por 6 a 7 meses.

- A classificação do chuchu é a seguinte:

Por tamanho:

Classe Comprimento Maior diâmetro

(cm) transversal (cm)

Grande
12 ou mais
maior que 10

Médio
10 a menos 12
5 a menos de 10

Miudo
7 a menos 10
menos de 5

Classificados os frutos são acondicionados em caixas ou sacos que protejam o produto; a caixa deve conter frutos com o mesmo tamanho.

Embalagem: caixa tipo K, capacidade 30Kg. ou saco com capacidade para 50Kg. e ainda caixas plásticas abertas para 25Kg.

Cultivo do Chuchuzeiro

chuchu3
Aspectos Gerais

O chuchuzeiro - Sechium edule, Schawrtz, Dicotyledonae,Cucurbitaceae também conhecido como caxixe, é originário, provavelmente, da América Central (México) e cultivado em países de clima quente em regiões tropicais e sub-tropicais.

Entre os maiores estados produtores nacionais destacam-se Rio de Janeiro, São Paulo, Pernambuco, Minas Gerais e Paraná; na Bahia destacam-se os municípios de Jaguaquara, Itiruçú, Poções, Maracás, Jequié, Iguaí, Lafaiete Coutinho.

Estima-se que sejam cultivados 5.000 hectares com chuchuzeiros no Brasil.

Características

O chuchuzeiro é planta trepadeira que pode produzir por vários anos; possue ramas longas com até 15m. de comprimento onde apresentam gavinhas para sustentação no lugar onde trepa; das ramas saem folhas numerosas com formato de coração. As flores são amareladas e separadas em femininas e masculinas, distintas na mesma planta; a fecundação da flor é totalmente dependente da polinização de abelhas silvestes.

O fruto- chuchu - é suculento com forma alongada, cor branco-creme, verde-claro ou verde-escuro, liso ou enrugado, com ou sem espinhos.

Existem 3 grupos básicos (tipos) de chuchuzeiros segundo a coloração do fruto branca ou creme, verde-claro e verde-escuro. Dentro dos grupos há variações no tamanho, formato, rugosidade e espinhos do fruto; o fruto verde-claro, pouco rugoso e sem espinhos, forma de pera e alongado é o preferido comercialmente.

Composição do chuchu
  • calorias (31)
  • proteínas (0,9g.)
  • cálcio (12mg.)
  • fósforo (30mg.)
  • ferro (0,6mg.)
  • Vit. A (2ug.)
  • Vit. B2 (0,03mg.)
  • Vit. C (20mg.)
Usos do Chuchuzeiro

Houve tempos em que o chuchu era, simplesmente, alimento para animais domésticos; hoje é conhecido e apreciado no país; por sua consistência e sabor suave combina-se com muitos alimentos.

Na medicina caseira, cozido sem sal, é indicado principalmente para hipertensos, para problemas renais ou de bexiga.

Os brotos, ricos em vitaminas A, B e C e cálcio, fósforo e ferro, devem ser usados refogados ou compondo pratos de legumes também refogados. Com chuchu prepara-se suflês, pudins salgados ou simplesmente cozidos e temperados a gosto.

É também usado para dar ponto a alguns pratos salgados e doces de goiaba e marmelo (por sua pectina).

Propagação do chuchuzeiro

A propagação do chuchuzeiro é feita via frutos maduros brotados; os agricultores produzem seus próprios frutos - sementes. O fruto deve estar maduro, íntegro, com características de forma e textura desejadas. A semente, está apta para o plantio quando a brotação tiver 10 a 15cm. de altura.

Frutos selecionados são colocados sobre leito de terra, bem sombreado e arejado e ligeiramente úmido, deitados lado a lado; após duas semanas a brotação aparece.

Plantio
Preparo do solo

Consiste em limpeza do terreno, aração e gradagem; antes e depois da aração aplica-se o calcário se for o caso. O preparo do solo deve ser iniciado 90 dias antes do plantio. Em áreas declivosas não se faz movimentação do solo.

Suporte do chuchuzeiro

É feito com espaldeiramento. Usa-se estacas com 2,5 m de comprimento, arame farpado e arame liso nº 16. As estacas são fincadas para ficarem a 1,8m. de altura no espaçamento de 2m. x 2m. (áreas declivosas), 3m. x 3m. em áreas mais planas. Após fincar estacas distribue-se arame farpado no seu topo, a uma distância de 30cm. entre si; no sentido cruzado ao arame farpado, estende-se o arame liso. Nas últimas estacas de cada fila coloca-se escoras pela parte interna do chuchuzal.

Carramanchão

Também com 1,8m. de altura; para cobrir 1 hectare com carramanchão usa-se 150 mourões esticadores, 1.000 postes de suporte, 1.200m. de arame liso (fio 14 ou 16). O espaçamento entre mourões é de 9m. x 9m. e entre estacas 3m. x 3m. Com fio 14 faz-se malha de 50cm. x 50cm.

O suporte deverá estar pronto 60 dias antes do plantio.

Espaçamento/covas

Os espaçamentos são 3m. x 3m. ou 4m. x 4m. (Bahia) e 5m. x 5m. a 7m. x 7m. em outros locais. As covas devem ter 50cm. x 50cm. x 30cm. (Bahia) e 50 a 60cm (boca) x 30-40cm. de profundidade (outros locais). Na abertura da cova separar a terra dos primeiros 15cm. de profundidade.

A adubação básica é constituida de: 10kg. de esterco de curral bem curtido + 300 a 500g. da fórmula 4-14-8; ela é misturada à terra de superfície e lançada na cova uma semana antes do plantio (Bahia).

Plantio

Efetuado no início da estação chuvosa maio/junho - ou o ano todo (sob irrigação). São colocadas 2 sementes por cova - em pé ou deitados - a 5cm.-8cm. de profundidade.

Os brotos devem ficar acima do nível do solo. Uma cobertura morta pode ser colocada sobre o solo em volta da cova.

Tratos Culturais
Controle de ervas

Pode ser feito com a enxada ou com herbicida (Paraquat) aplicado com bico leque a 50cm. de altura.

Limpeza e amarrio

Periodicamente retira-se com faca os ramos e folhas secas, principalmente nos meses frios, quando grande parte delas morre para o rebrotar da primavera. Leve até os arames as novas ramas que brotarem. Não puxe as ramas.

Irrigação

Chuchu é sensível à falta de chuvas, pois suas raízes se concentram nos primeiros 20cm. de profundidade. Usa-se métodos de aspersão ou infiltração em turnos de rega diárias ou dias alternados; nas épocas quentes 2 irrigações diárias. Na frutificação a necessidade de água é maior.

Adubação em cobertura

De dois em dois meses aplica-se mistura de 200kg. de uréia e 100kg. de cloreto de potássio por hectare.

De quatro em quatro meses aplica-se 500kg./ha da fórmula 4-14-8.

De seis em seis meses aplicar 5t/ha de esterco de curral bem curtido na faixa de plantio.

Chuchu - Antracnose 1
Antracnose, sua pior doença
Pragas e Doenças
Pragas

Grilo: destroe folhas e caules novos.
Broca: penetra no caule destruindo a planta; indica-se cortar ramas atacadas e queimá-las.
Lagartas: alimentam-se das folhas.
Pulgões: sugam a parte inferior das folhas.
Vaquinhas verde: besourinhos que perfuram as folhas destruindo-as.

Nematoides e ácaros também atacam o chuchuzeiro.

Grilos, lagartas, vaquinhas podem ser controlados com carbaryl 85 M ou triclorfom 50 S. Pulgões podem ser controlados com paratiom ou malatiom.

Doenças
Antracnose

Causa manchas escurecidas nos bordos das folhas, com secagem posterior. Alta umidade é favorável a doença.

Oídio

Manchas pulverulentas de cor esbranquiçada notadamente na face inferior das folhas (tempo seco favorece a doença).

Se necessário pode-se fazer aplicações de mancozeb para antracnose e enxofre molhável para oídio.

Colheita/Classificação/Embalagem

Deve-se estimular a ação polinizadora das abelhas

A colheita inicia-se aos 85 a 120 dias após o plantio e prolonga-se por 3 anos (comercialmente). O ponto de colheita é fruto tenro, tamanho 10-15cm., o que ocorre 10-15 dias pós aberturas das flores. Destaca-se o fruto com a mão efetuando-se leve torção. O fruto colhido e levado para galpão. É conveniente colher a cada 3 dias. O rendimento varia de 50t a 145 toneladas por hectare. A colheita continua por 6 a 7 meses.

A classificação do chuchu é a seguinte:

Por tamanho

Classe Comprimento Maior diâmetro

Grande
12 ou mais
maior que 10

Médio
10 a menos
12 5 a menos de 10

Miudo
7 a menos
10 menos de 5

Classificados os frutos são acondicionados em caixas ou sacos que protejam o produto; a caixa deve conter frutos com o mesmo tamanho.

Embalagem

Caixa tipo K, capacidade 30Kg. ou saco com capacidade para 50Kg. e ainda caixas plásticas abertas para 25Kg.

O chuchu tem quantidades consideráveis de Niacina, uma das vitaminas do Complexo B, que promove o crescimento, contribui para a saúde da pele e estimula o apetite.

Esta hortaliça contém ainda pequenas quantidades de Cálcio e Fósforo, que contribuem para a formação dos ossos e dentes e evitam a fadiga mental.

O chuchu está bom para compra quando apresenta cor verde-claro, encontra-se firme e sem marcas escuras ou picadas de insetos. Nesse estado, pode ser conservado em geladeira de 2 a 3 semanas.

Ele pode ser preparado sob a forma de saladas, refogados, suflês ou para dar consistência cremosa em recheios.

Seu período de safra é de março a junho e outubro.

Propriedades

O chuchu é fonte de vitaminas A, C, B1, B2 e B3 e de sais minerais como cálcio, fósforo, ferro e potássio.

Recomendação

As fibras presentes no chuchu contribuem para o bom funcionamento do intestino. Ele é um alimento de fácil digestão e contém baixo valor calórico. Logo, recomenda-se sua ingestão em regimes alimentares.

Higienização

Lave numa bacia com 2 litros de água e 3 gotas de detergente.

Deixe mergulhada durante 3 minutos.

Enxágüe bastante.

Coloque os numa mistura de um litro de água e uma colher de água sanitária.

Espere 5 minutos.

Enxágüe para consumo imediato ou seque bem antes de armazená-los na geladeira. Assim, o consumidor reduz as chances de contaminação por bactérias.

Compra

No momento da compra, evite frutos que apresentem a casca amarelada e sem brilho e a ponta mais larga começando a se abrir.

Os chuchus comercializados sob a forma minimamente processada, ou seja, já descascados, cortados em cubos e embalados com filme plástico devem se apresentar expostos em gôndolas refrigeradas.

Transporte

O chuchu é um fruto muito sensível, que se machuca com facilidade e a casca escurece rapidamente quando danificada. Portanto, transporte os frutos com cuidado, de forma a evitar choques mecânicos em sua estrutura.

Armazenamento

Em condição ambiente, os frutos possuem durabilidade de no máximo 5 dias .

Os chuchus podem ser conservados por mais tempo, quando embalados em saco plástico e mantidos na parte inferior da geladeira. Nessas condições, sua vida útil é de até 8 dias.

Quando armazenados sob a forma minimamente processada, os frutos possuem durabilidade de apenas 3 dias.

Dicas de consumo

O tempo de cozimento do chuchu deve ser rápido, apenas o suficiente para abrandar o tecido, e a panela deve ser mantida destampada.

 
Benefícios
  • Representa importante fonte de minerais como ferro, magnésio, potássio, fósforo e cálcio
  • Possui alto teor de fibras

Ainda que muitos o considerem como um legume, o chuchu é o fruto de uma trepadeira da família das curcubitáceas, originária do México e da América Central. Ele é um dos alimentos mais comuns na mesa dos brasileiros, embora seu sabor não seja dos mais marcantes. Mas talvez seja esse o seu principal atrativo, pois ele absorve com muita facilidade o gosto de outros alimentos e, por conseguinte, raramente é preparado sozinho.

O chuchu acompanha os refogados de cenoura e batata, entra como ingrediente de maioneses e cozidos, e é muito apreciado em associação com o camarão.

Entretanto, as propriedades do chuchu não devem ser desprezadas. Ele é rico em fibras, o que faz com que desempenhe um importante papel no funcionamento dos intestinos, e é uma fonte significativa de ferro, magnésio, potássio, fósforo e cálcio. Em menor proporção, o chuchu possui uma pequena quantidade de vitaminas do complexo B e um pequeno teor de vitamina C.

Se for cozido sem sal, o chuchu é recomendado para o tratamento da pressão arterial alta e tem efeitos diuréticos. Os brotos da planta refogados auxiliam no combate à carência das vitaminas C e do complexo B.

Nome Cientifico

Sechium edule; da familia das cucurbitáceas

Descrição

O chuchu contém quantidades razoáveis de niacina que contribui para a saúde da pele , estimula o apetite e auxilia no crescimento e apresenta ainda pequenas quantidades de cálcio e fósforo. Por seu teor de água , é ideal para ser consumida nos dias de verão e pode ser utilizado em preparações doces ou salgadas. Cem gramas fornecem 31 calorias.

Método de cultivo

Planta-se o fruto ( o chuchu já brotando ) num buraco , 10 cm de profundidade e tampe com bagacinho de cana e terra ( isto serve para não queimar os brotinhos). O ideal é fazer uma sustentação de bambu , para que depois que nascer os brotos do chuchu , comecem a subir essa “cerca”, ou “parreira”, como também é chamada .

Colheita

Inicia-se de 90 a 120 dias após o plantio.

Variedades

Variam conforme a cor e a condição de ter ou não espinho.

Existem:

  • chuchu verde
  • verde-claro
  • verde-escuro
 
Sabor suave da América Central

O chuchu é uma hortaliça fruto, originário da América Central e ilhas vizinhas. Já era conhecido na antiguidade pelos astecas e tinha grande destaque entre as demais hortaliças cultivadas na época. Atualmente, está entre as dez hortaliças mais consumidas no Brasil. É uma hortaliça de sabor suave, fácil digestibilidade, rica em fibras e pobre em calorias. Destaca-se como fonte de potássio e fornece vitaminas A e C. O chuchu é uma Cucurbitácea, assim como o pepino, as abóboras, o melão e a melancia.

COMO COMPRAR

Há uma grande diversidade de frutos quanto à forma, tamanho e cor. Os frutos podem ser arredondados ou terem a forma de pêra. A casca pode ser lisa ou com espinhos, com a cor variando de branco a verde bem escuro. No mercado há preferência pelos frutos de casca verde-clara, sem espinhos, com tamanho de 12 a 18 cm de comprimento (fruto graúdo) e 7 a 10 cm (fruto miúdo). Frutos passados apresentam a casca sem brilho e amarelada e com a ponta mais larga começando a se abrir. O chuchu é um fruto muito sensível, que se machuca com facilidade e a casca escurece rapidamente quando danificada. Portanto, escolha os frutos com cuidado, evitando causar ferimentos.

O chuchu também pode ser encontrado na forma minimamente processada, ou seja, já descascado, cortado em cubos e embalado com filmes de plástico. Certifique-se de que esse produto esteja exposto em gôndolas refrigeradas para garantir a sua adequada conservação, pois quando mantido em condição ambiente, estraga-se rapidamente. Os melhores preços de chuchu ocorrem entre os meses de junho a outubro. COMO CONSERVAR

Os frutos podem ser mantidos em condição ambiente, por 3 a 5 dias depois de colhidos, a partir de quando começam a murchar. Podem ser conservados por maior tempo, 6 a 8 dias, na parte de baixo da geladeira, embalados em saco de plástico. O produto já descascado e picado conserva-se por até 3 dias após seu preparo, desde que mantido embalado em vasilha tampada ou em saco de plástico, na gaveta inferior da geladeira.

COMO CONSUMIR

Os frutos não são consumidos crus. Devem ser cozidos e podem ser servidos na forma de refogados, cremes, sopas, suflês, bolo, ou salada fria. Para consumo como refogado ou salada, prefira os frutos mais novos, menores e com casca brilhante. Quando os frutos estão maduros, com a parte de baixo se abrindo, são excelentes para a elaboração de suflês, pois são mais consistentes e têm mais fibra. A casca pode ser removida antes ou após o cozimento. Quando os frutos estão bem novos podem ser consumidos com casca e miolo. DICAS

Também podem ser consumidas as folhas, brotos e raízes da planta. Os brotos refogados são ricos em vitaminas B, C e sais minerais como cálcio, fósforo e ferro.

Corte e descasque os frutos crus sob água corrente pois estes têm uma liga que gruda nas mãos.

O chuchu, apesar de simples, combinado aos demais alimentos, numa refeição, contribui significativamente para equilibrar o aporte calórico, evitando a ingestão de calorias. Embora não apresente destacada riqueza em nenhum nutriente, contribui com pequenos teores de cada um deles para a dieta.

Ainda que muitos o considerem como um legume, o chuchu é o fruto de uma trepadeira da família das curcubitáceas originária do México e da América Central. Talvez o principal atrativo do chuchu seja o de absorver com muita facilidade o gosto de outros alimentos e por isso muito utilizado em pratos compostos e quando associado a molhos costuma reduzir o valor calórico deste prato.

Entretanto, as propriedades do chuchu não devem ser desprezadas. Ele é rico em fibras, e é uma fonte significativa de ferro, magnésio, potássio, fósforo e cálcio. Em menor proporção, o chuchu possui uma pequena quantidade de vitaminas do complexo B e um pequeno teor de vitamina C.

Em 100 g = 31 cal e 90,80% de água

 

Ainda que muitos o considerem como um legume, o chuchu é o fruto de uma trepadeira originária do México e da América Central. É um dos alimentos mais comuns na mesa dos brasileiros, embora seu sabor não seja dos mais marcantes.

Mas talvez este seja o seu principal atrativo, pois ele absorve com muita facilidade o gosto de outros alimentos e, por conseguinte, raramente é preparado sozinho.

O chuchu acompanha refogados de cenoura e batata, entra como ingrediente de maioneses e cozidos, e é muito apreciado em associção com camarão. Rico em fibras, é uma fonte significativa de ferro, magnésio, potássio, fósforo e cálcio. Em menor porção, o chuchu possui uma pequena quantidade de vitaminas do complexo B e um pequeno teor de vitamina C.

 

O Chuchu (Sechium edule) é uma hortaliça fruto ou seja, um vegetal da categoria dos Frutos.

Apesar de ser uma hortaliça ou seja, poder ser cultivada na horta caseira, é considerada um fruto, tal como o tomate(devido ao fato de suas sementes estarem dentro, envolvido pela parte comestivel). Sua origem é atribuída á América Central em países como Costa Rica e Panamá.

Segundos alguns historiadores essa hortaliça fruto já era cultivada no Caribe à época do descobrimento da América.Trepadeira herbácea, da família das cucurbitáceas.

Era bem conhecida na antigüidade pelos Astecas e tinha grande destaque entre as demais hortaliças cultivadas na época, devido ao seu sabor característico e bastante suave para ser consumido durante o ano todo. De fácil digestão, rica em fibras e pobre em calorias, bom para um regime alimentar.

Na Madeira é conhecida por pepinela e faz parte da gastronomia local.

Destaca-se por ser uma fonte de potássio e fornecer vitaminas A e C.

O chuchu é uma Cucurbitácea, tal como o pepino, as abóboras, o melão e a melancia.

Possui uma grande gama de frutos quanto à forma, tamanho e cor. Estes podem ser arredondados ou terem a forma de pêra, mais comumente encontrada nas feiras e quitandas.

A casca pode ser lisa ou com espinhos, conforme a espécie, sua cor varia do branco ao verde bem escuro. No mercado há preferência pelos frutos de casca verde-clara, sem espinhos, com tamanho de 12 a 18 cm de comprimento (fruto graúdo) e 7 a 10 cm (fruto miúdo). Os frutos quando passados apresentam a casca sem brilho e amarelada e com a ponta mais larga começando a se abrir. Por ser um fruto muito frágil, machuca-se com facilidade e a casca escurece rapidamente quando danificada, portanto deve-se escolher os frutos com cuidado, evitando de ferí-los.

Podemos encontrá-lo já descascado, cortado em cubos e embalado com filmes de plástico, ao natural ou pré cozidos em mercados e locais de grande acesso público.

Sempre certifique-se de que esse produto esteja exposto em gôndolas refrigeradas para garantir a sua adequada conservação, pois quando mantido em condição ambiente, estraga-se rapidamente. Os melhores preços de chuchu ocorrem entre os meses de junho a outubro.

Plantação de chuchu
Plantação de chuchu nas Ilhas Reunião

Para conservá-lo deve-se mantê-lo em condição ambiente entre 3 a 5 dias depois de colhidos, pois murcham muito rapidamente. Podemos conservá-lo por maior tempo entre 6 a 8 dias, na parte de baixo da geladeira, embalados em saco de plástico, caso contrário queimam-se com o frio pois são senssíveis a temperaturas baixas. O produto já descascado e picado conserva-se por até 3 dias após seu preparo, desde que mantido embalado em vasilha tampada ou em saco de plástico, na gaveta inferior da geladeira.

Para consumí-lo não devemos comê-los crus, pois são duros para mastigar e quando os cortamos e o descascamos crus, devemos fazê-lo em baixo de água corrente pois estes têm um líquido que gruda nas mãos. Podem ser cozidos e refogados, podemos transformá-los em cremes, sopas, suflês, bolo ou salada fria. Para consumo como refogado ou salada, escolha os frutos mais novos e menores e com casca brilhante.

Quando os frutos estão maduros, com a parte de baixo se abrindo, são excelentes para a elaboração de suflês, pois são mais consistentes e têm mais fibra. A casca pode ser removida antes ou após o cozimento. Quando os frutos estão bem novos podem ser consumidos com casca e miolo.

Do chuchu nada é desperdiçado, podemos consumir as folhas, brotos e raízes da planta, claro que depois de devidamente lavados. Os brotos refogados são ricos em vitaminas B e C e sais minerais como cálcio, fósforo e ferro.

caracreristicas,morfologia,defeitos do chuchu

chuchu

O chuchu é uma hortaliça fruto, originário da América Central e ilhas vizinhas. Existem diversas variedades, com colorações distintas (branco ou creme, verde claro e verde escuro), além de variações no tamanho, forma, rugosidades e espinhos. De acordo com a Embrapa Hortaliças, o chuchu está entre as dez hortaliças mais consumidas pelos brasileiros.

O chuchu tem sabor suave, é de fácil digestão, rico em fibras, vitaminas A e C e pobre em calorias, por isso, muito utilizado em dietas. Mas não deve ser consumido em sua forma crua, é recomendado que seja cozido ou refogado. É só usar a criatividade para fazer cremes, sopas, suflês ou saladas frias.

O chuchu, ou machucho, é o fruto do chuchuzeiro, uma planta trepadeira, rústica, de origem mexicana. O fruto, que tem a forma de uma pêra grande e a parte de fora rugosa e sulcada, pode ser comido verde ou maduro. Há poucas variedades de chuchu. As mais conhecidas são: chuchu-branco, pequeno e sem espinhos, de cor verde-clara, o chuchu-verde, de tamanho médio, espinhoso e mais ríjo, e o chuchu-mamute, o maior de todos, espinhoso e tenro quandonovo. Do chuchuzeiro também são aproveitáveis os brotos, ou seja, a ponta dos ramos, folhinhas bem tenras semelhantes à cambuquira. Antigamente o chuchu era utilizado apenas no preparo de doces, hoje o seu uso na culinária aumentou muito. Além de ingrediente de saladas, o chuchu pode ser frito, ensopado e gratinado. E ainda servido com molho branco ou de tomate e usado no preparo de suflês.

O chuchu é um alimento pobre em nutrientes. Contém pouco quantidade de proteínas e sais minerais (cálcio, fósforo e ferro). Por isso, é recomendado nos regimes de emagrecimento. O chuchu deve ser preparado junto com outros alimentos que compensem essa pobreza em valores nutritivos, tais como molho branco, creme de leite, ovos, etc.

Nacompra, prefira o chuchu verde ao maduro, pois é mais macio e saboroso. Há duas formas de verificar se o chuchu não está passado: veja a ponta mais estreita, se ela estiver aberta, o chuchu estará duro demais para o consumo, pressione com a unha, se afundar, ele estará bom, caso contrário está velho demais. O chuchutambém não deve ter marcas ou machucados na pele. Para saber quanto comprar, calcule 3 chuchus médios para 4 pessoas.

O ideal é consumir o chuchu logo após a compra. No entanto, ele pode ser guardado na gaveta da geladeira por 3 ou 4 dias.

Cultivares recomendados

Em São Paulo, os chuchuzeiros não têm nomes, embora alguns chamem de "santista" os chuchus procedentes da região litorânea (Santos, Praia Grande, Iguape ) e de "paulista" os produzidos na região do Planalto (Guarulhos, Embu, Caucaia etc). Ambos apresentam as mesmas características. A intensidade da cor verde varia conforme plantas e pela insolação na época da frutificação. No Sul, os frutos de cor creme são mais apreciados que no resto do País.

Época de plantio: no litoral, dezembro janeiro e no planalto de junho a agosto. Planta-se fruto maduro ou já brotado.

Espaçamento: 5 x 5m ou até maior.

Adubação em cova

torta de mamona, esterco ou composto na base de 10 a 15t/ha

Em cobertura

50g de 4 -14 -8 em aplicação mensal por planta.

Tratos culturais

Conduzir as plantas sobre caramanchão ( caibro e arame farpado) à altura de 2m. Manter a área limpa até fechamento de cobertura do caramanchão.

Combate à moléstias e pragas

A cultura de chuchu apresenta relativamente pouco problema. Produtos cúpricos contra bacteriose, e Milgo contra oídio quando ocorrem. Controlar nematóides, ácaro e caramujo. É recomendável tratar as sementes (frutos brotados) com fungicidas sistêmicos.

Época de colheita

No litoral de maio a novembro e no planalto de dezembro a maio. O ciclo da planta de três anos.

Produção normal

3 a 4 mil caixas de 24kg/ha.

Observação

O chuchuzeiro deve ser cuitivado nas microrregiões próprias para essa espécie: temperatura amena (25º C), umidade alta, sem perigo de geada . Nas encostas com possibilidade de irrigação, a cultura vai melhor que nas baixadas encharcadas.

Grupos de Chuchu

A classificação por grupo é utilizada para caracterizar os grupos varietais.

Chuchu
Verde escuro

Chuchu
Verde claro

Chuchu
Branco creme

Defeitos Graves

Defeitos graves inviabilizam o consumo e depreciam muito a aparência e o valor do produto.

Podridão do Chuchu

Chuchu
Dano patológico visível causado por decomposição,
desintegração ou fermentação em qualquer grau.

Chuchu Murcho

Chuchu
Fruto enrugado, sem turgescência

Chuchu Passado

Chuchu
Fruto colhido depois do ponto de colheita ideal, caracterizado por lignificação, endurecimento, início de brotação e desenvolvimento avançado da semente.

Dano profundo

Chuchu
Dano não cicatrizado que rompe a casca, atingindo a polpa do fruto,
com profundidade superior a 2 mm.

Defeitos Leves do Chuchu

Defeitos leves não impedem o consumo do produto, mas depreciam o seu valor.

Descoloração no Chuchu

Chuchu
Perda total ou parcial da clorofila,
conferindo um aspecto esbranquiçado da epiderme.

Espinho no Chuchu


A ocorrência de espinhos é considerada defeito leve.

Defeitos de casca do Chuchu
Lesão cicatrizada no Chuchu

Chuchu
Suberização da casca oriunda de recuperação de lesão antiga, que ocorreu antes da colheita. É defeito leve quando atinge menos que 1% da superfície do fruto e não cause deformação do fruto. É defeito grave quando causa deformação que prejudica o aproveitamento do fruto e ou quando atinge mais que 1% da superfície do fruto.

Mancha difusa no Chuchu

Chuchu
Alteração da coloração característica da casca que não encobre a cor original da casca, permitindo a sua perfeita visualização, causada por descoloração ou resultado de ataque de ácaros. É defeito leve quando atinge até 5% da superfície do fruto e defeito grave quando atinge mais que 5% da superfície do fruto.

Mancha profunda no Chuchu

Chuchu
Alteração da coloração característica do fruto que não permite a visualização da cor original da casca. É defeito leve quando atinge até 2% da superfície do fruto e defeito grave quando atinge mais que 2% da superfície do fruto.

Pintado - Antracnose no Chuchu

Chuchu
Danos espalhados, de caráter patológico (antracnose) que não atinge a polpa do fruto. É defeito grave quando o comprimento de cada dano é superior a 10 mm e/ou a ocorrência é maior que 5 danos por fruto. É defeito leve quando o comprimento de cada dano é inferior a 10 mm e/ou a ocorrência é menor que 5 danos por fruto.

Defeitos de formato no Chuchu
Defeito grave

Chuchu

Defeito leve
Chuchu
Determinação da gravidade do defeito

Defeito de casca
Medida
Grave
Leve

Lesão cicatrizada
% da área da casca
Maior que 1%
Menor ou igual a 1%

Mancha difusa
% da área da casca
Maior que 5%
Menor ou igual a 5%

Mancha profunda
% da área da casca
Maior que 2%
Menor ou igual a 2%

Pintado/ antracnose
Comprimento do dano
individual ou número
de danos no fruto
Mais que 10 mm
Mais que 5
Menor que 10 mm
Menos ou igual a 5

Defeito de formato
% de perda de
aproveitamento
do fruto
Maior que 10%
Menor ou igual a 10%

Fonte: www.ceagesp.gov.br

 Morfologia do Chuchu

O chuchu é um fruto carnoso do tipo pepônio, originário do ovário inferior da flor.

Morfologia Externa do Chuchu

Chuchu

Morfologia Interna do Chuchu

Chuchu

Curiosidades Sobre Chuchu

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CHUCHU(com ch mesmo)

O chuchu, ou machucho, é o fruto do chuchuzeiro, uma planta trepadeira, rústica, de origem mexicana. O fruto, que tem a forma de uma pêra grande e a parte de fora rugosa e sulcada, pode ser comido verde ou maduro. Há poucas variedades de chuchu. As mais conhecidas são: chuchu-branco, pequeno e sem espinhos, de cor verde-clara, o chuchu-verde, de tamanho médio, espinhoso e mais ríjo, e o chuchu-mamute, o maior de todos, espinhoso e tenro quandonovo. Do chuchuzeiro também são aproveitáveis os brotos, ou seja, a ponta dos ramos, folhinhas bem tenras semelhantes à cambuquira. Antigamente o chuchu era utilizado apenas no preparo de doces, hoje o seu uso na culinária aumentou muito. Além de ingrediente de saladas, o chuchu pode ser frito, ensopado e gratinado. E ainda servido com molho branco ou de tomate e usado no preparo de suflês.

O chuchu é um alimento pobre em nutrientes. Contém pouco quantidade de proteínas e sais minerais (cálcio, fósforo e ferro). Por isso, é recomendado nos regimes de emagrecimento. O chuchu deve ser preparado junto com outros alimentos que compensem essa pobreza em valores nutritivos, tais como molho branco, creme de leite, ovos, etc.

Nacompra, prefira o chuchu verde ao maduro, pois é mais macio e saboroso. Há duas formas de verificar se o chuchu não está passado: veja a ponta mais estreita, se ela estiver aberta, o chuchu estará duro demais para o consumo, pressione com a unha, se afundar, ele estará bom, caso contrário está velho demais. O chuchutambém não deve ter marcas ou machucados na pele. Para saber quanto comprar, calcule 3 chuchus médios para 4 pessoas.

O ideal é consumir o chuchu logo após a compra. No entanto, ele pode ser guardado na gaveta da geladeira por 3 ou 4 dias.

O chuchu é um vegetal pertencente à categoria dos frutos. Pode ser cultivado em horta caseira e é considerado como fruto assim como o tomate, por ter suas sementes envolvidas na parte comestível.
É originário da América Central. Segundo alguns historiadores, o chuchu já era cultivado no Caribe na época do descobrimento da América.
Devido seu sabor característico e bastante suave pode ser consumido o ano todo, o chuchu teve bastante destaque na Antigüidade entre as demais hortaliças cultivadas. É de fácil digestão, rico em fibras, potássio, vitaminas A e C e pobre em calorias, são 31 calorias em cem gramas.
Existe uma grande variedade de chuchu, quanto à forma, tamanho e cor. Pode ser arredondado ou ter o formato de pêra, mais comumente encontrado em feiras. A cor varia do branco ao verde bem escuro. Conforme a espécie a casca pode ser lisa ou com espinhos.
Para conservá-lo mantenha-o em ambiente fresco por três a cinco dias. Quando colocado na geladeira e embalado em saco plástico pode-se conservar por um tempo maior, de seis a oito dias.
Pode ser utilizado na preparação de cremes, sopas, suflês, bolo ou salada fria. O fruto não é consumido cru. Para consumi-lo em forma de refogado ou salada prefira os frutos mais novos, menores e com casca brilhante.
Ao comprá-lo observe se apresenta a coloração verde claro, se está firme, sem marcas escuras ou picadas de insetos.
Os brotos, as folhas e as raízes da planta também são consumidas. Os brotos são ricos em vitaminas B, C e sais minerais como cálcio, ferro e fósforo.

Plantas que Curam: Chuchu

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CHUCHU - Sechium edule

Indicado para combate a hipertensão. Ingerir o chuchu como parte importante da refeição e tomar o chá diariamente, regulariza a pressão alta.

 

Valores Nutricionais: Rico em Vitaminas A, B1, B2 e C
Uso Medicinal: Combate a hipertensão arterial,a gastrite e a obesidade

 

Propriedades Nutricionais:

O chuchu contém principalmente niacina, que é uma vitamina do complexo B. Apresenta ainda pequenas quantidades dos minerais cálcio e fósforo.

Valor Calórico:

100 gramas de chuchu cozido fornecem 31 calorias.

Propriedades Medicinais:

Este alimento é muito importante, principalmente, na alimentação dos bebês, pois estes precisam de quantidades maiores de minerais e niacina para o seu desenvolvimento e fortalecimento. Além disso, o chuchu também ajuda a promover o crescimento, contribui para a saúde da pele e estimula o apetite.

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