variedades de alface

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alfaçe repolhuda, alfaçe crespa ,alfaçe romana,alfaçe roxa,mimosa e americana

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alface crespa

alfacecresparoxa

alface roxa

alface4

alface americana

alfacelisapro

alface lisa

isla

 

alface mimosa(franceses chamam alfaçe de cortar)

alface01

alface romana

crespa: Gizele (Topseed), Grand Rapids (Hortec), Hortência (Hortec), Marianne-Orgânica (Horticeres), Marisa (Horticeres),roxas,PiraRoxa (Tecnoseed), Red Fire (Takii), Renata (Hortec), Veneza Roxa (Sakata), Vera (Sakata), Verônica (Sakata), Vanda (Sakata); americana: Irene (Eagle), Laurel (Sakama), Lorca, Lucy Brown (Seminis), Raider (Seminis), Raider Plus (Seminis), Tainá (Sakata); lisa: Elisa (Sakata), Karla (Hortec), Lídia (Sakata), Luisa-Orgânica (Horticeres), Regina (Hortec, Sakata e Topseed); mimosa: Roxane (Sakata), Salad Bowl (Sakata, Seminis, Topseed), Salad Bowl Green (Hortec); romana: Lente a Mon

Época de plantio: pode ser plantado o ano todo, de acordo com as exigências climáticas de cada cultivar.

plantio do alface

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Plantio
A melhor época para a semeação da alface, no planalto paulista, é a que vai do início de março até final de julho, quando haverá bom desenvolvimento das plantas e formação de boas cabeças ou de folhas tenras e viçosas.Fora desses meses, também se obtêm alface, mas as do tipo de cabeça não se fecham bem, preferindo-se, por isso a plantação dos tipos de folha romana. No verão, devido ao calor excessivo e as chuvas constantes, é indispensável a proteção dos canteiros de semeação, com coberturas de plásticos, aniagem ou sapé, na altura de 0,60m na parte da frente e 0,80m na parte de trás. É de todo conveniente retirar a cobertura à tarde, para que o canteiro receba o orvalho da noite. Recobre-se na manhã seguinte, agindo assim alguns dias após a germinação das sementes. Desse ponto em diante, é aconselhável cobrir somente nas horas mais quentes do dia, até o momento do transplante.A semeação também poderá ser feita em caixas. Estas serão conservadas na sombra e, logo após a germinação, expostas ao calor e aos raios solares, somente no período da manhã e da tarde. Três ou quatro dias depois, ficarão a pleno sol, sendo, contudo, protegidas com coberturas nas horas mais quentes do dia.Para a obtenção de plantas mais viçosas e cabeças bem formadas convém conservar uma leve cobertura, mesmo nos canteiros de transplante.Nas zonas frescas do Estado não haverá, entretanto necessidade desses últimos cuidados, mesmo nos meses quentes.Nos arredores da capital de SP, onde essa hortaliça encontrou condições altamente favoráveis de desenvolvimento e de produtividade, o plantio de variedades do tipo de cabeça, é feito o ano todo, conseguindo-se, no mesmo local, várias colheitas anuais

Considerações Gerais sobre alface

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Considerações Gerais

A alface, botanicamente Lactuca sativa, L., pertencente à família das Compostas, é planta anual, cultivada desde a antiguidade. As suas folhas foram modificadas e aumentadas progressivamente através dos séculos, constituindo, hoje a hortaliça mais popular para consumo como salada.Pode ser considerada como hortaliça de inverno, existindo, contudo, em certos países, variedades já adaptadas às outras estações.É excelente fonte de vitamina A, possuindo quantidade apreciável das vitaminas B1 e B2, e ainda, certa porção de vitamina C, além dos elementos cálcio e ferro.Pelo fato de ser consumida crua, conserva todas as suas propriedades nutritivas. De agradável paladar, é aconselhada nas dietas de baixas calorias, devido ao seu pequeno valor energético.
VariedadesAs diferentes variedades se agrupam em cinco tipos bem distintos: de cabeça crespa, de cabeça lisa, romana, de folha e de haste.Embora a maneira de cultivar qualquer um dos tipos seja a mesma, eles diferem bastante entre si quanto à sua adaptação às condições ambientais, resultando um produto comercial inteiramente distinto para cada tipo.Pertencem aos dois primeiros tipos as variedades repolhudas que, comercialmente falando, são as mais importantes.As alfaces de cabeça lisas possuem folhas externas bastante macias, as internas apresentam-se como recobertas por uma substancia que lembra manteiga. É o tipo de alface que mais se cultiva no Estado de São Paulo, contando com a preferência do mercado consumidor. As variedades mais disseminadas, por terem-se adaptado bem às nossas condições, são: “Repolhuda Francesa”, “Sem Rival” e “Gigante”.As duas primeiras produzem cabeças de tamanho médio, menos firmes que as do tipo anterior, com aparência boa, bem fechada, arredondada ou um tanto pontudo, folhas largas, sendo as mais externas lisas ou levemente enrugadas, espessas, não quebradiças, de tom verde-claro opaco, podendo ser colhidas com 80 dias após a semeação.A variedade “Gigante” produz plantas maiores do que as anteriores. Pelo fato de resistir em parte ao calor, é impropriamente chamada “Gigante de Verão”. No inverno, se assemelha à “Sem Rival”, com cabeças lisas e duras. Nos meses mais quentes não forma cabeças, e sim um tufo folhas grandes, mais ou menos crespas. As romanas e as de folhas, são indicadas para as pequenas hortas domiciliares, e de haste ou caule, é quase desconhecida em nosso meio.A alface romana possui cabeças fofas e bem alongadas e folhas compridas, ovaladas, lisas, consistentes e de cor verde variável. Pode ser consumida como salada ou cozida. Entre nós é comum a variedade denominada “Romana Branca”.O tipo de folha não forma cabeças, possuindo a vantagem de se desenvolver bem, mesmo que o clima do local não permita o plantio de alfaces. Suas principais variedades são: “Black-Seeded Simpson”, entre nós, comumente conhecida por “Folha de Seda” e “Grand Rapids”.As alfaces de haste se caracterizam por seu caule volumoso e ausência absoluta de cabeça. Apesar de já existirem diversas variedades desse apenas uma, denominada “Celtuce”, é um tanto conhecida, porém, o valor comercial é nulo para nós.Atualmente são mais cultivadas: - De verão: Babe, Grand Rapid 248, Brasil 48; De Inverno: White Boston, Sem Rival, Repolhuda Francesa e Aurélia.

RECEITAS COM ALFACE

Alface

Receitas

Receitas

 

Veja também:

Como fazer a correta higienização das verduras

A salada verde geralmente faz parte de uma refeição saudável e, mesmo que se utilize muitas outras verduras, a alface é definitivamente o ingrediente mais popular. Alguns tipos de alface tem quantidades razoáveis de folato, betacaroteno, vitamina C, cálcio, ferro e potássio, mas as quantidades variam variam de um tipo para o outro.

Na medicina popular, a alface é considerada um ótimo calmante e remédio contra a insônia. O período de colheita é de maio a novembro. Ao comprar a verdura, dê preferência para as de folhas limpas e brilhantes. Cuide também para que não haja marcas de picadas de insetos.

Tipos mais conhecidos de alfaces:
* Alface americana: alface crespa de cabeça compacta. Seu valor nutritivo é inferior ao de outras variedades de alfaces e folhas.
* Alface-de-cordeiro: tem folhas pequenas e delicadas. Esta verdura, muito valorizada, pode ser encontrada em delicatessens.
* Alface de folha solta: inclui alfaces de ramos ou folhas verdes ou orxas, assim como outros tipos que não formam cabeças.
* Alface lisa: a mais consumida, com folhas soltas, macias e sabor suave.
* Alface romana: tem folhas verdes-escuras, longas e crespas que formam uma cabeça de folhas soltas. É utilizada em receitas de saladas como a salada Caesar

Bolinho de alface

Ingredientes:

2 xícaras de arroz cozido
sal
2 xícaras de alface picada
noz-moscada
1 ovo
pimenta-do-reino
1 colher (chá) de fermento em pó
farinha de trigo (se necessário)
Modo de Preparo:
Bata o ovo lentamente e misture os demais ingredientes. Se a massa ficar muito úmida, acrescente um pouco de farinha de trigo. Aqueça o óleo e coloque a massa de bolinhos às colheradas. Deixe dourar lentamente.
Fonte: Agência RBS

Categoria:
Acompanhamentos

Esta receita:
é light, especial para diabéticos

Temperatura:
Quente

Dificuldade:
Fácil

Tempo de preparo:
30 min

Calorias:
14 Cal em 100 g

Charuto de alface

Ingredientes:

12 folhas de alface lisa
2 cenouras pequenas
150 g de frango defumado
1/2 xícara (chá) de uva passa
1/2 xícara (chá) de nozes picadas
1 xícara (chá) de maionese de limão
2 pepinos pequenos
Modo de Preparo:
Lavar bem a alface e reservar. Ralar a cenoura. Misturar a cenoura aos demais ingredientes, menos o pepino. Rechear as folhas de alface, dobrando as laterais parade dentro e enrolando sobre o recheio. Servir os charutinhos de alface rodeados de pepino picado.

Categoria:
Saladas

Cozinha:
Árabe

Temperatura:
Frio

Dificuldade:
Fácil

Rendimento:
4 pessoas

Risoto com alface e salmão fresco

Ingredientes:

2 pés de alface lisa
1 colher (sopa) de cebola picada
3 colheres (sopa) de manteiga
380 g de arroz carnaroli (ou arbóreo) sem lavar
1/2 xícara (chá) de vinho branco seco
280 g de salmão fresco em pedaços
2 colheres (sopa) de queijo parmesão ralado
1 e 1/2 litro de caldo de peixe
caldo de peixe
2 litros de água fria
1 kg de ossos de peixe
100 g de cenoura em pedaços
150 g de cebola em pedaços
100 g de salsão em pedaços
100 g de alho-poró em rodelas
3 colheres (sopa) azeite de oliva
1 maço de ervas aromáticas
sal e pimenta-do-reino a gosto
Modo de Preparo:
Em uma panela, refogue as folhas mais graúdas da alface com 1/4 de xícara (chá) de caldo de peixe e bata no liquidificador até formar um creme homogêneo. Reserve o broto de alface, cortado em tiras bem finas. Em outra panela, doure a cebola na metade da manteiga, acrescente o arroz e refogue por alguns minutos. Adicione o vinho branco e deixe evaporar em fogo alto. Junte, aos poucos, o caldo de peixe quase em ponto de fervura, mexendo de vez em quando. À medida que o arroz for secando, coloque mais caldo. Depois de 12 minutos, junte o salmão e o creme de alface. Cozinhe por mais 4 ou 5 minutos. Retire do fogo e acrescente os brotos de alface, o restante da manteiga e o parmesão ralado e misture bem. Sirva imediatamente. Para o caldo de peixe, corte os ossos do peixe e deixe durante 15 minutos de molho em água fria. Em uma panela, refogue a cenoura, a cebola, o salsão e o alho-poró no azeite. Junte a água fria, os ossos de peixe escorridos e as ervas. Tempere com sal e pimenta-do-reino e deixe ferver por 20 minutos. Retire a espuma e passe por uma peneira sem amassar. Volte ao fogo por mais 10 minutos.
Fonte: Revista Água na Boca

Categoria:
Grãos e Massas

Cozinha:
Brasileira

Temperatura:
Quente

Dificuldade:
Média

Risoto com alho-poró, pimentão e alface

Ingredientes:

350 g de arroz para risoto
1 pimentão amarelo
1 alho-poró
miolo de 1 pé de alface
2 colheres (sopa) de azeite de oliva
1/2 xícara (chá) de vinho branco
1,5 litro de caldo de carne
5 colheres (sopa) de queijo emmenthal ralado
sal e pimenta-do-reino a gosto
Modo de Preparo:
Limpe o pimentão, lave e corte-o em tiras. Elimine a parte verde do alho-poró, lave bem e corte-o em rodelas finas. Limpe, lave a alface e corte-a em tiras finas. Em uma panela, aqueça o azeite e refogue os legumes e verduras por alguns minutos, em fogo médio. Adicione sal e pimenta-do-reino. Junte o arroz ao refogado, mexa e deixe tomar gosto por alguns instantes. Em seguida, regue com o vinho e deixe evaporar em fogo alto. Deixe o arroz cozinhar (cerca de 18 minutos no total), juntando, aos poucos, o caldo de carne fervente e mexendo de vez em quando. Alguns minutos antes de retirar o risoto do fogo, incorpore o queijo ralado e acerte o sal. Mexa com cuidado, desligue o fogo, tampe a panela e deixe descansar por 2 minutos antes de servir.
Fonte: Revista Água na Boca

Categoria:
Grãos e Massas

Temperatura:
Quente

Dificuldade:
Fácil

Tempo de preparo:
30 min

Rendimento:
4 porções

Salada de camarão, abacate e alface

Ingredientes:

sal a gosto
1 colher (sopa) de suco de limão
2 folhas de alface crespa
2 colheres (sopa) de azeite de oliva
4 camarões grandes
10 bagas de bagos de cardamomo
2 folhas de alface roxa
1 aguacate (miniabacate) partido ao meio
Modo de Preparo:
Limpe os camarões, retirando as cascas e o fio escuro do dorso. Salpique sal e reserve. Amasse as sementes de zimbro em um pilão. Junte o azeite de oliva e o suco de limão e misture. Regue os camarões e deixe tomar gosto por 10 minutos. Durante este tempo, mexa os camarões de vez em quando. Em seguida, coloque os camarões em uma frigideira, leve ao fogo e frite-os por 4 minutos. Na metade do cozimento, vire os camarões. Disponha as folhas de alface em dois pratos e distribua o abacate e os camarões cozidos. Sirva com Molho de Hortelã e Cottage. Bata no liquidificador 1/2 xícara (chá) de hortelã, 1/2 xícara (chá) de queijo cottage e 1 colher (sopa) de curry por 30 segundos. Aos poucos, despeje em fio 2 colheres (sopa) de azeite de oliva, sem parar de bater. Acerte o sal e bata por mais alguns segundos.
Fonte: Revista Água na Boca

Categoria:
Saladas

Cozinha:
Brasileira

Temperatura:
Frio

Dificuldade:
Fácil

Tempo de preparo:
25 min

Tortinhas de alface com presunto cru

Ingredientes:

250g de massa folhada pronta
manteiga
1 pé de alface grande
2 ovos
7 colheres (sopa) de queijo parmesão ralado
200ml de leite
4 fatias de presunto cru
sal e pimenta-do-reino a gosto
Modo de Preparo:
Abra a massa em uma folha de cerca de 0,5cm e forre 4 forminhas individuais de 12cm de diâmetro untadas com manteiga. Limpe e lave a alface e corte-a em tiras. Escalde em água fervente por alguns instantesn e escorra. Numa tigela, bata os ovos com o queijo ralado. Junte o leite, o sal e a pimenta-do-reino e bata novamente. Distribua sobre as forminhas a alface e por cima a mistura de ovos. Leve ao forno médio preaquecido por 5 minutos. Retire do forno e distribua sobre cada tortinha 1 fatia de presunto cru. Leve ao forno novamente por mais 10 minutos, ou até dourar e o recheio ficar firme. Sirva morna.
Fonte: Revista Água na Boca

Categoria:
Torta, pizzas e pães

Cozinha:
Brasileira

Temperatura:
Morno

Dificuldade:
Fácil

Tempo de preparo:
30 min + o tempo de forno

Rendimento:
4 unidades

Como fazer a correta higienização das verduras

Como fazer a correta higienização das verduras

Veja também:

Para uma completa higienização, siga os passos abaixo:

  • Com uma faca, corte as raízes das verduras e separe as folhas.
  • Em seguida, lave as folhas sob água corrente, uma a uma, retirando toda a sujeira aparente.
  • Coloque numa tigela grande água suficiente para cobrir as folhas e acrescente cloro ou água sanitária de uso geral (uma colher de sopa para cada litro de água).
  • Mergulhe as folhas na mistura e deixe de molho por, pelo menos, 20 minutos. Em seguida, escorra bem a água.
  • Transfira as folhas para uma centrífuga de vegetais e seque bem. Se preferir, coloque-as sobre toalha de papel ou um pano de prato limpo.

    Dicas
    - use um sanitizante próprio para verduras. O vinagre, para ter o mesmo efeito, necessitaria de uma proporção muito grande em relação à quantidade de água.
    - após a higienização, não enxágüe as verduras novamente (um erro bastante comum). Apenas seque as folhas, usando uma centrífuga de vegetais, ou coloque-as sobre toalha de papel ou sobre um pano de prato limpo.
    - prefira consumir verduras sem agrotóxicos. A água dilui parcialmente os agrotóxicos e a higienização não serve para eliminá-los.

  • cultura do alfaçe

    Alface

    Originária da Asia e trazida para o país pelos portugueses, no século.XVI, a alface, Lactuca sativa I., é a hortaliça folhosa de maior consumo no Brasil. Cada paulistano consome quase dois quilos por ano e 40% dos seus gastos totais com verduras, são
    destinados à compra da alface.

    No Estado de São Paulo, a alface ocupa 7859 hectares, produz 137 mil toneladas/ano e gera 6367 empregos. Os principais municípios fornecedores são Piedade (18%), Mogi das Cruzes (14%) e Suzano (11%). A cultura da alface apresenta alto grau tecnológico, sendo comuns as práticas de produção em estufa, hidroponia e cultivo orgânico, que permitem obter verduras de qualidade durante o ano todo.

    Pesquisa realizada pela CEAGESP indica que as perdas na alface são provocadas 19% no embalamento inadequado, 17% no transporte e 10% no manuseio. A alface é produto rico em Vitamina A e C, Cálcio e Fósforo; na medicina popular é recomendada como calmante. Hortaliça tipicamente folhosa é consumida in natura, frescor e limpeza são as características mais valorizadas pelo consumidor.

    Atenta a estes fatos, a Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo apresenta as normas de classificação da alface, resultado do trabalho realizado pela Câmara Setorial de Hortaliças, Cebola e Alho. A adoção trará transparência e confiabilidade à comercialização. A classificação, o uso de embalagens adequadas e de rótulos com perfeita identificação do produto, conferem competitividade à alface paulista, beneficiando toda a cadeia de produção.

    Fonte: www.hortibrasil.org.br

    Alface

    Originária da Ásia e trazida para o país pelos portugueses, no século XVI, a alface, Lactuca Sativa L., é a hortaliça folhosa de maior consumo no Brasil. Cada paulistano consome quase dois quilos por ano 40% dos seus gastos totais com verduras, são destinados à compra da alface.

    No Estado de São Paulo, a alface ocupa 7.859 hectares, produz 137 mil toneladas/ano e gera mais de 6.000 empregos.

    Os principais municípios fornecedores são: Piedade (18%), Mogi das Cruzes (14%) e Suzano (11%).

    A cultura da alface apresenta alto grau tecnológico, sendo comuns as práticas de produção em estufa, hidroponia e cultivo orgânico, que permitem obter verduras de qualidade durante o ano todo.

    A alface é um produto rico em Vitaminas A e C, Cálcio e Fósforo; na medicina popular é recomendada como calmante. Hortaliça tipicamente folhosa é consumida in natura, frescor e limpeza são as características mais valorizadas pelo consumidor.

    São tolerados 10% de mistura de classes em uma embalagem.
    São tolerados 20% de embalagens no lote fora destas especificações.

    EMBALAGEM E RÓTULO

    A qualidade da alface é feita na roça. A conservação dessa qualidade exige uma embalagem que ofereça proteção, boa apresentação, informações sobre o produto, racionalização do transporte e armazenagem e que tenha baixo custo. A alface deverá ser acondicionada em embalagens paletizáveis, limpas e secas.

    CATEGORIA

    O quadro abaixo estabelece os limites de tolerância de defeitos graves e leves para cada categoria de qualidade e permite a classificação em: Extra, Categoria I, e Categoria II, bem como os graus de Limpeza e Desidratação.

    * Nenhuma nota menor que 3

    A definição de categoria em Extra, Categoria I e Categoria II será feita através da análise dos tipos de defeitos, dos seus limites de tolerância e da soma dos graus de limpeza e hidratação.

    HIDRATAÇÃO

    LIMPEZA

    QUALIDADE

    A classificação da alface deve ser feita de forma que se consiga a homogeneidade no formato das folhas e cabeça, na coloração e peso da planta e a caracterização da qualidade.

    DEFEITOS GRAVES

    DEFEITOS LEVES

    Fonte: www.ceasacampinas.com.br

    alface

    A alface é produto rico em Vitamina A e C, Cálcio e Fósforo; na medicina popular é recomendada como calmante. Hortaliça tipicamente folhosa é consumida in natura, frescor e limpeza são as características mais valorizadas pelo consumidor. Originária da Ásia e trazida para o país pelos portugueses, no século XVI, a alface (Lactuca sativa l.) é a hortaliça folhosa de maior consumo no Brasil. Cada paulistano consome quase dois quilos por ano e 40% dos seus gastos totais com verduras, são destinados à compra da alface.

    No Estado de São Paulo, a alface ocupa 7859 hectares, produz 137 mil toneladas/ano e gera 6367 empregos. Os principais municípios fornecedores são Piedade (18%), Mogi das Cruzes (14%) e Suzano (11%). A cultura da alface apresenta alto grau tecnológico, sendo comuns as práticas de produção em estufa, hidroponia e cultivo orgânico, que permitem obter verduras de qualidade durante o ano todo.

    Pesquisa realizada pela CEAGESP indica que as perdas na alface são provocadas 19% no embalamento inadequado, 17% no transporte e 10% no manuseio. Atenta a estes fatos, a Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo apresenta as normas de classificação da alface, resultado do trabalho realizado pela Câmara Setorial de Hortaliças, Cebola e Alho. A adoção trará transparência e confiabilidade à comercialização. A classificação, o uso de embalagens adequadas e de rótulos com perfeita identificação do produto, conferem competitividade à alface paulista, beneficiando toda a cadeia de produção.

    Fonte: www.ceagesp.gov.br

    alface

    Nome: alface.

    Esta hortaliça possui diversas variedades. Todos podem usar a alface, gestantes, em fase de amamentação e crianças.
    A alface age como: sedativa, calmante, analgésico, emoliente, cicatrizante, depurativa e desintoxicante.

    Indicação: auxiliar no tratamento contra insônia, vertigens, perturbações gerais do sistema nervoso, hipocondria, falta de tranqüilidade, inchaços e contusões.
    Máscaras e compressas de alface reduzem o inchaço e a irritação da área dos olhos e servem como calmante e purificante da pele.
    Na alface encontra-se um elemento ativo semelhante ao ópio que lhe confere o poder de sedativo, sonífero e redutor da tosse.

    O chá: das folhas da alface fervidas funcionam como calmante, assim como regulador do intestino.

    Purificar e acalmar a pele: picar a alface, adicionar algumas gotas de óleo de oliva , duas colheres de sopa de iogurte. Usar como mascara facial, que deve ser espalhada sobre uma gaze (não espalhada diretamente sobre o rosto), e então colocar no rosto por um período de 30 minutos.

    Irritação nos olhos: amassar as folhas de alface até virar uma papa, e usar como compressa.

    Não há contra-indicação.
    Fonte: Revista - Ervas & Plantas que Curam Nº 4. Editora Escala LTDA. São Paulo.SP. www.escala.com.br

    Indicações: usada com malva, ajuda a combater tosse e catarro. A aface ajuda o estômago a funcionar bem, e nas vertigens. Problemas com insônia, palpitações, reumatismo, hipocondria, nevralgias intestinais e conjuntivites (não foi explicado o modo de aplicação para estas indicações na bibliografia).

    O suco extraído do seu caule contém, além de óleo essencial, sais minerais, albumina, asparagina, mannita e lactucina, um princípio ativo amargo.

    Fonte : Revista - Ervas & Plantas que Curam. Editora Escala LTDA. SP.

    Constituintes químicos: vários princípios amargos, lactupicrina. Manitol, vitamina E, óleo essencial, substâncias resinosas e mucilaginosa. O suco leitoso do caule chama-se Lactucario (francês) e é obtido por incisões (cortes) transversais no caule.

    Indicações: usada como hipnótico leve para combater as insônias. Como calmante nas excitações nervosas e como sedativo da tosse, principalmente na coqueluche.

    Para o Prof. H. Vignes, o extrato fluido, na dose diária de 2 a 3 colheres de café, seria um excelente remédio da vagotonia em certas formas de dismenorréia e especialmente como calmante em casos de ninfomania acompanhada de congestão dos órgãos genitais externos e internos.

    Fonte: Notas de Fitoterapia. Farmacêutico Raul Coimbra. 1ª ed. 1941.

    Câncer no pulmão dos fumantes, desde que consumidos diariamente (não especificou se cura ou auxilia contra o câncer). O silício é bom para o crescimento dos cabelos e o complexo de vitaminas B, principalmente o ácido fólico, contribui para uma pele sadia e bonita, além de ajudar o metabolismo das proteínas necessárias para o crescimento e divisão das células.

    O valor alimentício encontra-se nas folhas mais escuras e, quando comida crua, a alface ajuda a digestão, beneficia os dentes e as gengivas. O suco de alface deve ser sempre misturado a outros, como o de salsinha, que suaviza o amargor dos talos mais grossos (observa-se que para um tratamento com alface deve constar os talos nos sucos, e não somente as folhas - lavar bem com água corrente antes de usar).

    Indicações: anemia, distúrbios hepáticos e nervosos, insônia, prissão de ventre e queda de cabelo.

    Encontra-se na alface: vitamina A e E, ferro, magnésio e potássio.

    cultura do alho

    O Alho - Allium sativum

    Nome comum: Alho
    Nome científico: Allium sativum L
    Nome comum noutros idiomas: garlic (inglês), Knoblauch (alemão), ail (francês), aglio (italiano)
    Família: Liliaceas

    ORIGEM

    O alho provém do centro e sul da Ásia a partir de onde se difundiu para a área mediterrânica e daí para o resto do mundo. É cultivado há milhares de anos. Por volta do ano 3.000 a. C. já se consumia na Índia e no Egipto.

    Em finais do século XV os espanhóis introduziram o alho no continente americano.

     

    TAXONOMIA E MORFOLOGIA

    Família: Liliaceae, subfam. Allioideae.

    Nome científico: Allium sativum L.

    Planta: bolbosa, vivaz e rústica.

    Sistema radicular: raiz bolbosa, composta por 6 a 12 bolbos (“dentes de alho”), reunidos na sua base através de uma película fina, formando o que se conhece como “cabeça de alhos”. Cada bolbo encontra-se envolvido por uma túnica branca, por vezes um pouco rosada, membranosa, transparente e muito fina, semelhante às que cobrem todo o bolbo. Da parte superior do bolbo nascem as partes fibrosas, que se introduzem na terra para alimentar e fixar a planta.

    Caules: são fortes, de crescimento determinado quando se tratam de caules rasteiros que dão à planta um porte aberto, ou de crescimento indeterminado quando são erguidos e direitos, podendo atingir até 2-3 metros de altura. Dependendo do marco de plantação, costumam deixar-se 2 a 4 caules por planta. Os caules secundários brotam das axilas das folhas.

    Folha: radicais, compridas, alternadas, comprimidas e sem nervos aparentes.

    Caule: assoma-se pelo centro das folhas. É oco, muito roliço e imberbe e cresce desde os 40 cm até mais de 55, terminando nas flores.

    Flores: encontram-se contidas num folhelho membranoso que se abre longitudinalmente no momento da floração e permanece murcho debaixo das flores. Agrupam-se em umbelas. Cada flor apresenta 6 pétalas brancas, 6 estames e um gineceu.

    Embora se tenham identificado clones férteis, as baixas percentagens de germinação das sementes e as plântulas de baixo vigor fazem com que o alho se torne definido como um apomíctico obrigado, termo que se refere à sua capacidade para produzir embriões sem existir fecundação prévia.

     

    O ALHO - Informação nutricional

    O seu conteúdo em alicina transforma-o num alimento com grandes propriedades terapêuticas.

    O seu conteúdo de “ajona”, substância volátil que se obtém ao ser mastigado, faz dele um aliado contra os coágulos no sangue, recomendando-se para doenças cardíacas.

    Devido ao seu alto conteúdo de potássio, colabora na eliminação de toxinas.

    Oferece Magnésio, que ajuda na redução de açúcares e em menor quantidade cálcio, ferro, selénio, sódio e zinco.

    O cultivo do alho

    REQUISITOS EDAFOCLIMATICOS

    Não é uma planta muito exigente em termos de clima, embora adquira um sabor mais picante em climas frios.

    O zero vegetativo do alho corresponde a 0º C. A partir desta temperatura inicia-se o desenvolvimento vegetativo da planta. Até a planta ter 2-3 folhas suporta bem as baixas temperaturas. Para conseguir um desenvolvimento vegetativo vigoroso é necessário que as temperaturas nocturnas permaneçam abaixo dos 16º C.

    Em pleno desenvolvimento vegetativo tolera altas temperaturas (acima dos 40º C) sempre que tiver humidade suficiente no solo.

    Os solos devem ter uma boa drenagem. Uma humidade no solo um pouco abaixo da capacidade de campo é óptima para o desenvolvimento do cultivo.

    O alho adapta-se muito bem à maioria dos terrenos onde se cultivam cereais. Prefere os terrenos francos ou pouco argilosos, com conteúdos moderados de cal, ricos em potássio.

    MATERIAL VEGETAL

    Existem fundamentalmente dois grupos varietais de alhos:

    • Alhos brancos: são rústicos, de boa produtividade e conservação. Costumam consumir-se secos.
    • Alhos rosados: possuem as túnicas envolventes de cor rosada. Não se conservam muito bem. São mais precoces do que os brancos.

    A quase exclusiva multiplicação por bolbos confere ao alho uma grande estabilidade de caracteres, o que explica o número limitado de variedades botânicas cultivadas, sendo a Branca ou comum a que prevalece em todos os países. O alho branco é tardio, rústico, de boa produtividade e excelente sabor.

    O ecótipo chinês, que introduziu em 1990, ganhou em grande percentagem ao rosado.

    PARTICULARIDADES DO CULTIVO

    Em caso algum devem plantar-se alhos depois de alhos, cebolas ou qualquer espécie pertencente à família Liliaceae. Também não se recomenda cultivar alhos depois de beterraba, luzerna, ervilhas, feijões, favas, espinafres, nem depois de arrancar uma vinha ou uma plantação de árvores de fruto.

    Os cultivos precedentes ao alho que se consideram mais adequados são: trigo, cevada, colza, batata, alface, repolho e pimento.

    Preparação do terreno

    Os trabalhos devem começar cerca de seis meses antes da plantação. Estes devem deixar o terreno mais fofo e esponjoso em profundidade. Consistirão num trabalho de arado profundo (30-35 cm) seguido de 2 ou 3 passagens cruzadas. Com este primeiro trabalho enterram-se os adubos orgânicos.

    Plantação de bolbos

    Costuma realizar-se em Outubro - Novembro e em Maio - Junho, embora por vezes se realizem plantações tardias em finais de Dezembro e inícios de Janeiro. É levado a cabo em bordos ou em cômoros.

    Bordos: Este método é apropriado para grandes cultivos e para as zonas onde existirem dificuldades de praticar riscos (zonas de seca). Realizam-se com uma largura de 2-3 m e uma separação de 0,7-1 m. A plantação é efectuada em buracos abertos, deixando 30 cm entre carreiras e 20-25 cm entre plantas de uma mesma carreira.

    Cômoros: é o sistema mais utilizado e o mais adequado para cultivar alhos em locais com problemas de fornecimento de água. Os cômoros podem ser construídos com arados de aiveca elevada ou com enxadões. A largura dos sulcos será de 50 cm e os bolbos plantam-se a 20 cm entre si e a 20-25 cm entre carreiras. A profundidade a que são plantados dependerá do tamanho do bolbo, embora costume ser a 2-3 cm ou 4 no máximo.

    Também se podem cultivar em carreiras, limitando os quadros de cultivos hortícolas, colocados em filas distanciadas a 12 cm.

    Mondas

    O alho é um cultivo que devido às suas características morfológicas cobre pouco o terreno e, por tanto, oferece uma certa facilidade para o desenvolvimento de ervas daninhas e para a evaporação. É de grande importância manter o cultivo limpo de ervas daninhas, através das mondas adequadas.

    COLHEITA

    Nas plantações de Outono são necessários 8 meses para chegar à colheita e 4 meses ou 4 meses e meio nas plantações de Primavera. A humidade do terreno em contacto com as cabeças já maduras provoca nas túnicas externas escurecimentos e apodrecimentos provocados pela acção de fungos saprófitos, que por vezes deterioram a qualidade da colheita.

    O momento preciso da colheita corresponde à completa dissecação das folhas, realizando o arranque das cabeças com bom tempo. Adiantar em excesso o momento da colheita produz uma diminuição da colheita e uma perda de qualidade.

    Em terrenos soltos os bolbos desenterram-se, puxando pelas folhas, enquanto que em terrenos compactos é conveniente usar palas de ponta ou saxos. Actualmente colhe-se de forma mecânica com colhedoras atadoras de fardos.

    As plantas arrancadas deixar-se-ão no terreno durante 4-5 dias (sempre que o clima o permita) e posteriormente serão transportadas em carrinhos de mão para os armazéns de classificação e registo. À medida que se vão recolhendo os bolbos deverá limpar-se a terra que tiverem no seu corpo.

    Se a colheita da semente se destinar para semente, será realizada com a planta totalmente madura. Depois da colheita e durante o período de selecção, vão-se separando os bolbos melhor formados, sãos e os que responderem totalmente às características da variedade cultivada. De seguida são registados e as réstias são colocadas debaixo de telha, num local bem seco e ventilado. Para semear um hectare são precisos cerca de 700 kg de bulbos.

    história do alho

    alho02

    Introdução:

    O alho é um dos mais versáteis sabores da culinária. Muito utilizado na cozinha brasileira e indispensável na cozinha provençal, o alho seduz não só pelo seu sabor e aroma, como pelo seu poder na cura de alguns males que afetam a nossa saúde.

    Combate à gripe, o mal-olhado e até vampiro! Sem falar na sua vasta utilização na culinária, o alho é um condimento que seduz muitas pessoas, mas que também, provoca um mal estar em seus consumidores por causa do seu cheiro forte. Esse trabalho tentará explicar essas e outras tantas características deste condimento fascinante.

    Primeiramente apresentaremos uma breve história do alho, seguidas de suas características botânicas, de cultivo e químicas. Depois de sua utilização na culinária e por último de sua utilização fototerápica.

    O alho não é apenas um tempero, é um alimento que faz muito bem a saúde.

    2) O Alho na História

    As origens do alho remontam a cerca de 6.000 anos, ou até mais, se pensarmos na visão maometana de Satã a ser expulso do Paraíso, com cebolas a brotar da pegada direita e alho da esquerda.

    Em verdade, há imprecisão e controvérsias na definição de sua origem, que pode ter sido a Europa mediterrânea ou o continente asiático. A maioria dos estudos indica a Ásia como local de origem do alho. Julga-se que tenha surgido no deserto da Sibéria, que tenha sido levado para o Egito por tribos asiáticas nômades, dali tenha seguido para o extremo oriente através das rotas do comércio com a Índia, e depois tenha chegado à Europa.

    Para todas as culturas, seja a indiana, a egípcia, a grega, a hebraica, a russa ou a chinesa, o alho era um elemento quase tão importante quanto o sal. O que ditou a diferença de importância foi a rejeição pelas classes mais altas, em razão do odor da planta. Nos cultos de alguns deuses gregos era vetada a entrada de pessoas recendendo a alho. Mais tarde, continuaria rejeitado pela aristocracia e, em alguns casos, pelo clero, o que fazia deste vegetal um indicador de classe social. Era entusiasticamente apreciado como alimento e medicamento pelas massas, o que fez com que o escritor francês Raspail o apelidasse de “cânfora dos pobres”, esnobismo que se provaria equivocado ao longo do tempo.

    A despeito do preconceito advindo das classes dominantes, a importância e a representatividade do alho na história da humanidade são indiscutíveis. No antigo Egito, 7 kg de alho eram suficientes para comprar um escravo e, até meados do século XVIII, os siberianos pagavam os seus impostos em alho. Alho e cebola eram ingredientes essenciais na dieta de escravos e operários para que não adoecessem, não tendo faltado, por exemplo, na dos construtores das pirâmides. Foi largamente utilizado na conservação de carnes e até mesmo de cadáveres. Os egípcios usavam-no como parte do processo de mumificação dos mortos. Consta que no túmulo de Tutankamon foram encontrados seis dentes de alho e em cemitérios pré-históricos descobriram-se bulbos de alhos moldados em argila, que lá foram colocados para afastar os espíritos malignos.

    Por sinal, a nenhuma outra planta na história do mundo foi atribuído tamanho poder de destruir malignidades, poder este afinado com suas qualidades medicinais, sobre as quais já se publicaram mais de dois mil artigos em revistas científicas. Ao longo da Antigüidade, o alho foi considerado uma proteção dos vulneráveis ao mau-olhado – virgens, recém-nascidos, casais de noivos. No Egito moderno, continua-se a realizar uma festa na qual o alho é comido, usado e esfregado nas portas e janelas para manter as forças do mal afastadas.

    Enfim, o alho era sagrado nas culturas mediterrâneas e orientais, protegendo de todas as doenças e, ainda, afastando maus espíritos. Tantos poderes apontaram para incríveis propriedades desses bulbos, pouco a pouco confirmadas pela ciência.

    3) Características Botânicas

    O alho, Allium Sativum, da família Liliaceae (a mesma da cebola e da cebolinha), é uma planta assexuada que se propaga através do plantio dos bulbilhos ou dentes.

    Caracteriza-se por um bulbo arredondado, conhecido como cabeça, composto por 10 a 12 dentes, envoltos por uma casca, que pode ser branca, rosada ou roxa. Do bulbo desenvolve-se um talo, longo e fino e que no seu extremo localiza-se uma flor (foto 1). Ele também apresenta folhas longas e achatadas como capim (foto 2).

    Foto 1

    Foto 2

    Existem diferentes tipos de alho e quase todos diferem em relação a tamanho, cor, forma, sabor, número de dentes por bulbo, acidez e capacidade de armazenamento. Na foto abaixo (foto 3) é possível visualizar os alho em seus diferentes tamanhos.

    Foto 3

    A botânica classifica todos os tipos de alho derivados da espécie Allium sativum. Desta espécie, origina-se duas sub-espécies: a Ophioscorodon e a Sativum. Uma pesquisa recente mostrou que existe, hoje em dia, oito variedades de alho provindas destas duas sub-espécies. Seis são do tipo Ophioscorodon e se chamam: Asiático, Criolo, Listra Roxa, Listra Roxa Marmorizada, Porcelana e o Rocambole ( Asiatic, Creole, Purple Stripe, Marbled Purple Stripe, Porcelain e Rocambole) e dois são do tipo Sativum: o Alcachofra e o Prata ( Artichoke e Silverskin).

    Abaixo dessas oito variedades, existem outros 17 grupos de sub-variedades de alho. Acredita-se que exista mais de 600 sub-variedades de alho no mundo. Isso ocorre porque as características individuais do alho são modificadas de acordo com as condições de cultivo, do solo, da temperatura, do período de chuvas, da altitude e do tempo de cada lugar.

    Nas fotos abaixo é possível visualizar as duas sub-espécies de alho. Na foto 4 temos o alho da sub-espécie Sativum e na Foto 5 temos o alho da sub-espécie Ophioscorodon.

    Foto 4

    Foto 5

    A foto 6, reúne diferentes tipos de alho:

    Foto 6

    A característica mais marcante do alho é o seu cheiro e este se deve à presença da alicina (óleo volátil sulfuroso). Quando as células do alho são quebradas, libera-se uma enzima chamada aliniase que modifica quimicamente a substância alinia em alicina, que resulta no cheiro do alho.

    cultivo do alho

    alho01

    Características de Cultivo:

    Para o cultivo do alho, devem-se separar os dentes do bulbo, enterrando-os a uma profundidade de cerca de 6 cm, com a extremidade em bico voltada para cima. São semeados às fileiras (distantes entre si em cerca de 30 a 50 cm), deixando-se aproximadamente 15 cm entre uma planta e outra.
    Quanto ao tipo de solo, a planta de alho prefere solos leves, finos, ricos em matéria orgânica e bem drenados. Não suporta terrenos úmidos. Solos pesados e mau drenados não permitem o bom desenvolvimento das raízes, prejudicando a nutrição da planta.

    No que respeita às condições climáticas, o alho é uma cultura de clima frio, suportando bem baixas temperaturas, sendo, inclusive, resistente a geadas. A planta exige pouco frio no início da cultura, muito no meio do ciclo e dias longos no final. Portanto, temperatura e fotoperíodo são fatores de clima extremamente importantes à cultura do alho, influindo na fase vegetativa, no bom desenvolvimento e na produtividade. O comprimento do dia, ou fotoperíodo, determina em que região e em que época cada variedade deve ser plantada. No alho, tais fatores têm papel visivelmente mais destacado.

    Enfim, quanto à colheita, de modo geral, colhe-se a planta quando ela apresenta, no final do ciclo, três a quatro folhas verdes e as demais secas. É fundamental conhecer o ciclo da planta, pois doença, ataque de pragas, nutrição deficiente e outros problemas podem levar ao mesmo aspecto visual. Após a colheita, os bulbos devem secar ao sol, por três a quatro dias, preferivelmente em gavetas de madeira, evitando que sejam banhados por chuva. O armazenamento pode ser feito em câmaras frias a 0° C, com umidade de 70 a 75%. O alho é uma das poucas hortaliças que deve ser armazenada sob umidade relativa do ar baixa.

    Embora o alho possa ser cultivado com sucesso em quase todo o Brasil (exceto na maior parte da Amazônia), nosso país não é auto-suficiente na cultura, realizando importações anuais, principalmente da Argentina, para abastecer o mercado interno.

    ÉPOCA DE PLANTIO

    Sul=maio/junho

    Sudeste=mar./abr.

    Nordeste=maio

    Centro-oeste=mar./abr

    Norte=não recomendável

     

    imigrante Takashi Chonan desenvolveu e batizou no planalto catarinense a principal variedade de alho nacional, branco por fora e arroxeado por dentro

    Dizem que o alho chegou ao Brasil junto com as caravelas de Cabral. A resistente hortaliça seria parte do magro cardápio consumido pelas tripulações. Mas, uma vez no país, levou cinco séculos para sair do fundo dos quintais, onde era cultivado em pequenas quantidades como tempero e ingrediente de remédios caseiros, para enfim virar uma cultura capaz de gerar riqueza no campo. Para isso foi preciso aparecer por aqui um japonês baixinho, de sorriso fácil e olhos vivazes por detrás das lentes bifocais. Takashi Chonan desembarcou no porto de Santos em 1958, aos 21 anos. Trazia só um diploma de técnico agrícola e esperança. Fazia parte das levas que deixavam o Japão nos anos seguintes ao final da Segunda Guerra Mundial.

    Pioneirismo: Chonan começou o melhoramento genético do alho brasileiro nos anos 70, em Curitibanos, SC

    'Vim para o Brasil porque era o único país que aceitava imigrantes solteiros', lembra Chonan, num português ainda carregado de sotaque. Aqui, ele dedicou boa parte dos últimos 45 anos a desenvolver e melhorar a principal variedade de alho nacional, que hoje leva o seu nome. O alho Chonan é o precursor das variedades de alhos nobres brasileiras e ocupa pelo menos metade da área cultivada no país, que chega a 12 mil hectares. 'Mas eu não ganho nem um centavo com o nome, não', explica.

    Numa propriedade de 60 hectares em Curitibanos, SC, Chonan começou o melhoramento genético do alho brasileiro. A partir de 77, a então Empasc - Empresa de Pesquisa Agropecuária de Santa Catarina, transformou suas terras em campo experimental. Durante mais de uma década ele recebeu visitas quase diárias de técnicos e agrônomos que pesquisavam o desenvolvimento da cultura.

    O cultivo da hortaliça é quase artesanal: o plantio é feito dente por dente, e a colheita, bulbo por bulbo

    Um deles era Gilmar Dallamaria, atual presidente da Anapa - Associação Nacional dos Produtores de Alho. 'O alho Chonan foi o precursor dos cultivares brasileiros. Todas que se desenvolveram depois dele têm as mesmas características, de alho roxo', diz Dallamaria.O começo da aventura brasileira decepcionou o imigrante. A propaganda do governo japonês mostrava um país repleto de oportunidades, com vastas fazendas de café, mas Chonan acabou empregado numa granja em São Bernardo do Campo, SP. 'Se fosse para criar galinhas eu ficava no Japão', reclama. Mas foi nos finais de semana em que ia para a feira em São Paulo vender ovos que Chonan abriu os olhos: percebeu que praticamente toda a maçã e o alho eram importados. 'Aí tem negócio de futuro', pensou. Ainda na feira, viu que os brasileiros preferiam o alho do tipo europeu, graúdo, branco por fora e roxo por dentro. Típico de regiões com o inverno frio, assim como a maçã. O alho que se cultivava aqui e ali no Brasil, no entanto, era o branco, miudinho, de pouco valor comercial.

    Características Químicas do alho

    Características Químicas:

    A seguir o valor alimentar de 100g de alho:
    água, 69,8g;
    proteínas, 4,4g;
    gordura 0,2g;
    vitamina B2, 0,03mg;
    ácido nicotínico, 0,9mg;
    vitamina C, 3mg;
    cálcio, 5mg;
    fósforo, 44mg;
    ferro, 0,4mg;
    potássio, 130mg;
    sódio 8,7mg;
    magnésio, 8,3mg;
    e cloro, 35mg. Além disso, cada 100g de folhas de alho contém 77mg de vitaminas C, que está além, até 20 vezes, no alho.
    Fonte: www.chinaonline.com.br/medicina/alimentos/alho.asp

    O Poder da Alicina

    O componente alicina: é responsável pelo odor característico do alho e, inibe o desenvolvimento de bactérias, destrói fungos, estimula o fluxo das enzimas digestivas e elimina toxinas através da pele.

    Depois de inúmeras análises químicas, os cientistas chegaram à conclusão de que a grande riqueza do alho se encontra nos seus componentes - mais de trinta já foram isolados - especialmente nos derivados de enxofre (sulfatados). Entre eles, o mais importante é, sem dúvida, a alicina (di-propenyl tiosulfinato), responsável pela maioria das propriedades farmacológicas da planta. Na verdade, a alicina, um líquido de coloração amarelada, só aparece de fato quando o alho é mastigado ou cortado, rompendo-se as células do bulbo. E é também a alicina a responsável pelo forte odor característico da planta.

    Experiências comprovam que a alicina é um antimicrobiano poderoso. Atua, por exemplo, na morte de bactérias gram-negativas, causadoras de infecções e furunculoses. Funciona também como agente antiviral, combatendo, entre outros o vírus da gripe. Na China, estão estudando há mais ou menos três anos o efeito do extrato injetável do dialil sulfeto, outro dos componentes do alho, contra o citomegalovírus e alguns outros tipos do vírus causadores do herpes, muitas vezes presentes em transplantados, devido à queda do sistema imunológico. Embora a ciência não saiba precisar com exatidão como funcionam os compostos sulfurados, os pesquisadores acreditam que eles atuem diretamente no núcleo dos vírus, impedindo sua proliferação. Dessa mesma maneira, a alicina agiria contra bactérias e fungos como a "Candida albicans", responsável pela candidíase ou sapinho.

    Outros estudos, porém, apontam nos derivados do enxofre um efeito diferente, mas igualmente benéfico: o fortalecimento do sistema imunológico, com o aumento do número de linfócitos T, uma das mais combativas células de defesa do sangue. Dessa forma, a proliferação dos microorganismos também ficaria prejudicada.

    alho na culinária

    receita-de-molho-de-alho É infinita a utilização do alho na culinária. Veremos aqui, resumidamente como escolher, armazenar, preparar e cozinhar com o alho.

    Como Comprar: As cabeças de alho devem ser redondas, formes e cheias, e com a parte exterior intacta e sem manchas. Os dentes devem ser firmes, graúdos e unidos. Evite comprar cabeças de alho cujo dentes estejam soltos, moles e murchos.

    Como armazenar: Embora sejam decorativas e bonitas, as réstias de alho não devem ficar muito tempo penduradas na cozina, pois correm o risco de secar sobrando apenas cascas. Guarde o alho em lugar fresco, seco e levemente arejado. Se for mantido em lugares úmidos e quentes, vai mofar rapidamente e murchar. Uma boa maneira de armazenar uma cabeça de alho inteira é colocá-la num recipiente de cerâmica com orifícios para a ventilação. Desde que tomados os devidos cuidados na compra, é possível armazená-lo por até um mês. Se as condições do ambiente forem adequadas pode chegar até dois meses. Outra forma de armazenamento é esmagar o alho e colocá-lo num vidro bem limpo e seco na geladeira. Grandes quantidades de dentes de alho, podem ser descascados e guardados com óleo num vidro na geladeira ou congelado. Nunca consuma alho guardado em óleo fora da geladeira, pois em temperatura ambiente ele pode desenvolver bactérias nocivas à saúde, sendo uma grande fonte para o botulismo. Outra forma para armazená-lo seria picá-lo ou triturá-lo e secá-lo. Existem muitos produtoas à venda no mercado, onde encontramos o alho já pronto para ser utilizado, porém para obter melhores resultado recomendamos apenas o alho fresco.

    Como preparar: Existem muitas formas de preparar o alho, mas primeiro é necessário descascá-lo. Para descascar o alho é necessário somente, dar uma leve pancada com a parte achatada da faca sobre o alho, assim a sua casca sai mais facilmente. Para descascar grande quantiades, cubra os dentes com um pano de prato e de pancadinhas com uma panela pesada. Também é possível cortar as pontas dos dentes e descacar um por um. As vezes é necessário manter intacta a forma do alho, para isso existe um descascador de alho. Existem pessoas que aquecem o alho no microondas por um minuto, sua casca sai facilmente, mas o alho perde um pouco do seu sabor. Deixar os dentes de molho na água, também ajuda a retirar a sua casa e em certas religiões, como no candomblé, o alho só pode ser descascado assim.

    Para utilizar o alho em suas receitas, você pode picá-lo, amassá-lo, fatiá-lo, cortá-lo em pedaçõs, ralar em ralador e até utilizá-lo inteiro. O dente inteiro deixa um sabor mais suave. Fatiado ou picado o seu sabor fica mais presente e amassado fica mais forte, devido a liberação da alicina.

    Como utilizar: O aroma do alho é um dos mais exitantes da cozinha, mas se for cozinhado de forma errada, pode estragar um prato. O erro mais comum é cozinhar o alho em fogo alto, pois ele queima rapidamente e seu gosto torna-se amargo. Quando for sautear, fritar ou refogar o alho, deve se tomar sempre bastante cuidado para o alho não queimar.

    Dar uma fervura no alho, preserva a sua forma e o sabor fica mais delicado. Nesse caso não é necessário tirar a casca, pois ela sairá facilmente e se quiser fazer um purê de alho é só continuar o cozimento até que os dentes estejam bem macios para serem amassados.

    Assar o alho no forno é uma forma de potencializar o seu sabor e aroma e dar uma cor de caramelo ao alho (forma mais utilizada para fazer bruschettas). Você também, pode assar o alho com aguá, assim ele será cozinhado ao mesmo tempo e terá um resultado com sabor mais ameno.

    Outra forma de utilizar o alho seria grelhando-o: grelhar os dois lados do dente, virando quando um dos lados estiver marrom. Usar como se fosse assado, mas o sabor fica mais marcante.

    O alho também é utilizado para fazer a Vinha D’alho, mais conhecida como marinada e que tem a finalidade de conservar e dar gosto especial a certos tipos de carne.

    Para não ficar com cheiro de alho: Para evitar ficar com cheiro de alho nas mãos, algumas pessoas esfregam as mãos no sal, no limão ou na salsa. Dizem que esfregar as mãos nas costas de uma colher de metal também adianta, mas existem um útensílio de metal, á venda em mercados, que promete tirar o cheiro de alho das mãos e parece funcionar. Também, existem sabonetes que ajudam a tirar o cheiro.

    Para não ficar com bafo de alho, recomenda-se chupar limão ou cravos da índia, mascar uma semente de anis ou um raminho de salsa, beber um copo de vinho ou de extrato de clorofila. Mas a melhor solução seria oferecer alho às pessoas a sua volta, assim ninguém notará o cheiro.

    SEU ODOR:
    Seu odor forte "ofende" só a quem não come e fica perto de quem come... Portanto, para os que gostam de comer alho e cozinhar com alho, sugerimos alguns truques:
    - mastigar salsa ou qualquer espécie verde que contenha muita clorofila para manter o hálito fresco
    - os árabes usavam mastigar grãos de coentro como recurso contra o hálito forte do alho
    - beber um copo de leite ou de vinho também dá bons resultados
    - esfregar bem as mãos com sal e limão e lavá-las em água fria, tira o cheiro forte das mãos de quem está cozinhando

    COMO COMPRAR, CONSERVAR E PREPARAR:


    COMPRAR:
    Não compre nunca mais do que necessite por uma semana. Não importa que sejam brancos ou rosados: o sabor deste último pode ser um pouco mais suave.


    CONSERVAR:
    Guarde-os em lugar seco, ventilado e não muito quente. Na geladeira, perdem o aroma! Para conservá-los por mais tempo, deve pelar os dentes, colocá-los num vidro e cobri-los com azeite. Deste modo, parte do aroma dos alhos será absorvido pelo azeite e logo poderá usar os dois em conjunto, por exemplo, para temperar uma salada.


    Receitas com alho:

    1)Spaghetti ao alho e óleo: (Para 4 pessoas):

    Ingredientes:
    300 g do espaguete;
    4 dentes de alho;
    1 pimenta vermelha;
    1/2 copo de azeite extra virgem,
    Sal;
    Salsa;
    Água abundante.

    · Ferver a água, adicionar a massa e salgar.
    · Quando a pasta ficar cozida, “al dente”, esquentar o azeite em uma frigideira. Fritar no fogo médio a pimenta, a qual você terá picada e removido as sementes. Juntar os dentes de alho fatiados e sem a casca. Atenção para não escurecer o alho, isso o tornaria amargo: deve somente ficar dourado.
    · Escoar a massa “al dente” e temperar com o preparo da frigideira sobre o fogão.
    · Servir o spaghetti bem quente em pratos profundos, pré-aquecido e com um pouco de salsa picadinha.

    2) Pasta de alho

    Ingredientes:

    5 dentes de alho;
    1 ricota fresca;
    1 tablete de margarina;
    1 copo americano de leite fervendo;
    Sal e pimenta a gosto.

    Bater todos os ingredientes no liquidificador. Levar à geladeira em pote fechado.
    Servir com pão, broa, biscoito, bolacha, torta, arroz, mandioca cozida, com o que você quiser, a qualquer hora.

    3) “Bagna Caoda”

    Ingredientes:

    20 gr de manteiga;
    Legumes e Hortaliças tradicionais piemonteses;
    2 ou 3 anchovas, para cada comensal;
    2 ou 3 dentes de alho, para cada comensal;
    Azeite

    Existem algumas indicações, para poder saborear a autentica "Bagna Caoda", que não a afaste das tradições antigas dos camponeses e satisfaz ao mesmo tempo o sabor do ensopar as hortaliças na salsa e no alho.
    Detalhe: escolher com atenção os ingredientes: as anchovas devem ser "anchovas vermelhas de Espanha", lavada dentro d’água e vinho, secada e tirada as espinhas. Juntar as anchovas, o alho, sem a peça do verde do centro, cortado fino e, à escolha, para descansar na água fria por certas horas, ao fim de diminuir o sabor; o óleo deve ser extra virgem de azeitona.
    Em uma caçarola de terracota, colocar o alho cortado fino e seco, com pouco de óleo e a manteiga, e cozinhar por 30 minutos, com colher de madeira. O alho terá que derreter-se, dando forma a um creme homogênea branca e macia; a isto junta mais óleo e as anchovas ao molho cozinhando lentamente, até ao desaparecer das anchovas, no amálgama com o alho. Curado particular, terá que ser a cocção, a fim obter um “Bagna Caòda” vigoroso e digeri bile.
    Será obtido nesta maneira, um molho denso e perfumado, de cor claramente marrom.
    As hortaliças tradicionais que acompanha o prato, não têm que ser aromáticas (aipo, funcho ou rabanete).
    Serão escolhidos conseqüentemente, pimentão, cru e assados, couve-flor, repolhos verdes, corações de salada, alho poró, cebolinhas, beterrabas cozinhadas no forno, couves-flor fervidas, e cebolas.
    No final, usa-se a batata branca fervida com a casca, maçãs, fatias de abóbora assadas ou fritas, fatias de polenta mornas, assadas ou fritas.
    Espetar os legumes e mergulha-los no molho (como um foundue).

    colheita do alho

    alho

    Alho Alho (Allium sativum)

    O alho é uma hortaliça de bulbo muito protegida contra a água formada por bulbilhos (dentes) um número variável de dentes protegidos individualmente por uma túnica e protegidos coletivamente por uma túnica de folhas secas. O alho é um produto reconhecido pelo seu valor medicinal e usado principalmente como tempero. A principal substância pungente que compõem o sabor característico do alho é o dialil dissusfeto que compõem aproximadamente 70% dos compostos voláteis deste produto (Wu et al., 1996)
    O alho deve ser colhido quando cerca de 2/3 de sua folhas já começam a amarelecer e ou secar, pode ou não ocorrer tombamento dependendo da cultivar. Bulbos colhidos ainda imaturos deterioram rapidamente e a colheita muito tardia também causa aumento de perdas. Para colher os bulbos mais secos, deve-se suspender a irrigação 2 a 3 semanas antes da colheita. Após a colheita as ramas só devem ser cortadas após estarem amareladas e secas (cura). O corte das ramas ainda verdes expõem tecidos vivos e feridos a ação de patógenos, que causam apodrecimento. O corte das ramas deve ser feito deixando-se um pescoço de pelo menos 2cm, o corte muito rente da rama causa aumento de deterioração no armazenamento.
    Atualmente já há vários alhos nobres, que podem ser cultivados no Brasil. Estas cultivares de alho nobre possuem menos de 20 dentes ou bulbilhos e formam um bulbo com diâmetro da ordem de 6cm. Cultivares comuns apresentam mais de 20 dentes por bulbo. As cultivares de alho tipicamente tem cor branca ou roxa. A cultivar Peruano, uma das cultivares, roxas que produz dentes grandes apresenta perfilhamento, e produz os chamados bulbo sorriso nos quais a túnica não envolve os bubilhos. Como este defeito não chega a causar sérios prejuízos à conservação, esta cultivar é bem aceita por comerciantes e consumidores. O defeitos mais graves do alho são o chochamento, a brotação e o apodrecimento. Outros defeitos que podem ter importância variável são os ferimentos, rachaduras e os danos de pragas (Brasil, 1986)
    A principal vantagem da armazenagem do alho é permitir a venda do produto por melhor preço em períodos de entressafra. O alho pode ser conservado por 4 a 6 meses em armazéns não refrigerados. Neste tipo de armazenamento a perda de água e chochamento são as principais causas de perdas pós-colheita (Finger & Puiatti, 1994; Luengo et al., 1996). O alho pode ser armazenado com a rama, solto ou em réstias (Figura 3) ou sem a rama em caixa e sacos. Os bulbos com rama seca soltos ou em réstias servem para o armazenamento de curta duração feito na propriedade agrícola. O armazenamento prolongado deve ser feito após a toalete dos bulbos apropriadamente curados. Não se prestam para o armazenamento prolongado os bulbos que sofreram deficiência de cálcio ou boro durante o cultivo, visto que estas deficiência minerais tornam os bulbos mais susceptíveis ao chochamento por desidratação. No armazenamento as perdas por chochamento podem também ter outras causas. Por exemplo, o chochamento com amarelecimento interno e nas escamas dos bulbilhos é usualmente causado por nematóides como o (Ditylenchus dipsaci), outros tipos de chochamento podem envolver a ação de ácaros e de fungos, Charchar (2001).
    O alho é uma das poucas hortaliças que deve ser armazenada sob umidade relativa do ar baixa (70 a 85%). Umidade relativa inferior a 70% causa excessiva perda de água e umidade maior que 85% pode favorecer o apodrecimento dos bulbos mesmo que não ocorra condensação de água na superfície deste produto. Temperaturas entre 5 e 15 °C são ótimas para a quebra da dormência e tem efeito de vernalização (Mann, 1952; Silva, 1985). Por esta razão o alho deve ser armazenado em temperaturas ao redor de zero graus. Há recomendações de armazenamento de alho entre -1,0 e -2,0 oC (Bottcher & Gunther, 1994). Na verdade há até recomendações de armazenamento do alho a -3,0 e a -4,0 (Bertolini & Tian, 1996), no entanto, estas temperaturas mais baixas de armazenamento envolvem o risco de perda do produto por congelamento se não houver controle acurado de temperatura na câmara fria ou se o alho armazenado não estiver bem curado. Em termos de se Temperaturas próximas a 0 oC também causam quebra da dormência e vernalização, porém inibem o desenvolvimento da brotação dos bulbilhos. Assim os bulbilhos armazenados em baixa temperatura brotam rapidamente quando voltam para temperaturas próximas a 20 oC. Temperaturas acima de 28 oC inibem a brotação, porém causam excessiva desidratação e deterioração do alho.
    O armazenamento refrigerado do alho facilita o controle de pragas, como os ácaros que causam chochamento dos bulbilhos. No armazenamento em temperatura ambiente no Brasil (>20oC) o controle de pragas de armazenamento é feito com o uso de fumigação como fosfina e brometo de metila (Cosenza et al., 1981; Santos et al., 1972).
    Durante o armazanamento alho ocorre uma superação da dormência que é governada por possivelmente pelo balanço de promotores e inibidores de crescimento. Após a superação da dormência se houver condições apropriadas de temperatura e umidade suficiente ocorre a brotação e a formação de raízes. Neste processo as reservas dos bulbilhos são consumidas num processo que envolve aumento da respiração, aumento da transpiração e perda da firmeza e da qualidade do bulbilho para consumo. Por esta razão a brotação é um dos grandes problemas do armazenamento prolongado de cultivares de alho com período de dormência curto.
    A brotação do alho pode ser controlada como o uso de uma dose ao redor de 100 Gy de irradiação gama de fontes de Césio (137Ce) ou de Cobalto (60Co) (Kader, 1986; Maxie et al., 1971). Alternativamente a brotação pode ser inibida com 2000mg/L de hidrazida maleica aplicada como pulverização folhar cerca de duas semanas antes da colheita (El-Oksh et al. 1971; Kader, 1986), quando cerca de 40% das plantas apresentaram o tombamento. Apesar de numerosos estudos terem evidenciado que frutas e hortaliças irradiadas com fontes que não causem radiação induzida serem seguras, estes produtos irradiados ainda não este liberados para consumo no Brasil. A hidrazida maleica após controvérsias sobre possíveis efeitos cancerígenos voltou a ser liberada pelo ministério da agricultura no Brasil, e em alguns países que tinham suspendido o uso deste produto. Do ponto de vista de controle de brotação a hidrazida maleica é comprovadamente eficiente e pode ser inclusive ser utilizada para a desvitazação do alho importado, que não deva ser utilizado pelos agricultores.
    Recentemente tem se tornado popular a comercialização dos bulbilhos descasdos dentro de embalagens plásticas. A remoção das folhas protetoras dos bulbilhos causa a quebra da dormência. Assim o alho minimamente processado é um produto muito mais perecível que murcha e deteriora com mais facilidade. Por esta razão este produto minimamente processado deve ser armazenado em temperatura entre -1,0 e 0,0 oC. Temperaturas acima de 3oC devem ser consideradas altas e prejudiciais

    aspectos econômicos da cultura do alho

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    A CULTURA DO ALHO NO BRASIL

    A produção de alhos nobres no Brasil teve início no final da década de 70, através de um trabalho de um grupo de japoneses, liderados pelo sr. Takashi Chonan, na localidade chamada de Núcleo tritícola, município de Curitibanos/SC. Nessa época, a produção brasileira de alhos, basicamente localizada na região do cerrado e centro oeste brasileiro, era composta quase que em sua totalidade por alhos comuns, brancos, de baixo valor comercial. Os principais estados produtores eram Minas Gerais, Goiás, Bahia e Espírito Santo. Com o crescimento da produção de alhos nobres e roxos no sul a partir de 1978, a
    produção nacional, cumprindo sua parte no acordo feito entre produtores, atacadistas e governo de alcançar a auto-suficiência, chegou a abastecer 80% do consumo brasileiro no ano de 1991.

    Em 1991, através da iniciativa de alguns atacadistas, iniciaram-se as primeiras importações de alhos da república popular da China. Despreparados, com uma alta carga tributária com sérios problemas relacionados à legislação trabalhista e com uma tecnologia ainda de baixo nível, os produtores nacionais não tinham a menor possibilidade de competição com o produto chinês, que chegava ao Brasil por um preço bastante inferior ao seu custo de produção.
    O que se presenciou, nos primeiros anos após o início dessas importações, foi uma quebradeira generalizada dos produtores e o quase desaparecimento da produção de alhos comuns, brancos, do cerrado e região centro oeste. De um índice de auto-abastecimento de 80%, os produtores brasileiros passaram a responder por apenas 20%, produção composta quase que exclusivamente por alhos nobres e roxos do sul. A concorrência do produto brasileiro com o produto chinês era tão desigual que alguns técnicos do setor chegaram a prever o total desaparecimento da produção brasileira de alhos.
    As importações de alhos chineses, que em 1990 eram inexistentes, cresceram expressivamente, chegando em 1995 a 40 mil toneladas.

    Em 1995, a Associação Goiana de produtores de alhos entrou com um pedido de investigação de Dumping nas importações de alhos chineses. O processo, conduzido pelo DECOM – Departamento de Comércio Exterior, do Rio de janeiro, órgão vinculado ao então Ministério da Indústria e Comércio, não teve
    nenhuma contestação por parte dos exportadores chineses e tampouco dos importadores brasileiros, provavelmente por não acreditarem da adoção de
    medida de tal natureza e ainda pela expressividade dos dados apresentados pela EPAGRI de Santa Catarina, apurou a existência de dumping e aplicou
    a cobrança de uma taxa de $ 4,0 dólares por caixa de 10 quilos sobre as importações de alhos provenientes da República Popular da China.
    A partir de 1996, as importações de alhos chineses começaram a diminuir gradativamente, chegando em 2001, a uma quantidade máxima de 13 mil toneladas, o equivalente ao consumo brasileiro de um mês.
    No entanto, essa diminuição se deveu muito mais aos acordos costurados pelos produtores com o setor distribuidor e importador do que pela cobrança do
    direito antidumping. Decorre que, como a cobrança do direito antidumping representava um valor significativo no preço final do produto chinês, determinados importadores passaram a obter, suspeitamente, liminares judiciais que os eximia do pagamento dessa referida taxa. Pelos citados acordos constituídos pela classe produtora, governo e importadores, fixavam-se cotas de importações e ainda, datas limites para a internalização dos alhos chineses. Com o controle nos volumes a serem importados, os preços de mercado mantinham-se estáveis e proporcionavam, tanto aos importadores, quanto aos produtores, uma margem de renda que permitia a sobrevivência dos setores, sem que se aumentassem os preços aos consumidores.
    Esse direito antidumping, instituído em 1996, previa no momento de sua publicação e teve, efetivamente, seu término em 01 de janeiro de 2001.
    Conforme previa a lei que tratava de dumping, seis meses antes do seu vencimento, a associação nacional dos produtores de alhos protocolou seu pedido de revisão com fins de renovação, junto ao DECOM. Ao contrário do ocorrido em 1996, quando o direito antidumping foi criado pela primeira vez, o governo chinês e importante parcela dos importadores mobilizou-se, contratando importantes empresas especializadas na área de comércio exterior, com o objetivo de não permitir a renovação do referido direito antidumping.
    Apesar de todos os esforços em contrário, a ANAPA e a EPAGRI, órgão de extensão e pesquisa de Santa Catarina responsável pela condução técnica do processo que durou um ano e chegou a somar 2.500 páginas, através da veracidade dos dados e informações que prestaram, conseguiram não só justificar a renovação desse direito antidumping, como aumentá-lo para 4.8 dólares por caixa de 10 quilos.

    Esse fato desagradou profundamente o governo chinês que passou a pressionar o governo brasileiro pela retirada da cobrança dessa taxa, ameaçando retaliações nas importações de soja, carne e café brasileiros, situação que preocupa muito a produção nacional de alhos. Como resultado dos acordos feitos com atacadistas e governo, a partir de 1996, limitando e fixando períodos nas importações de alhos chineses, a produção nacional voltou a crescer em ritmo acelerado, devendo chegar, em 2002, a uma produção comercial de 100 mil toneladas de alhos nobres, para um consumo brasileiro total de 140 mil toneladas.

    Apesar dos bons resultados conseguidos pelos produtores em suas lavouras, o sul tem mantido sua área de plantio mais ou menos estável, com pequenos aumentos no estado de Santa Catarina. O grande crescimento na produção nacional se verifica na região centro oeste e no cerrado brasileiro. O gráfico abaixo mostra o incrível crescimento da produção de alho nessas regiões, agora já com o plantio de sementes de alhos nobres e roxos vernalizados. O uso de uma tecnologia, já pronta, desenvolvidos para a cultura durante anos pelos produtores e técnicos do sul do Brasil, tem proporcionado aos produtores mineiros, goianos e baianos altas produtividades e rentabilidades.

    Com as restrições nas importações de alhos chineses, a partir de 1996, começaram a aumentar significativamente as quantidades de alhos importados da Argentina, chegando em 1998 a uma quantidade espantosa de 68 mil toneladas.
    A partir de 2000, em reflexo da desvalorização da moeda Real, a Argentina foi perdendo a competitividade frente ao produto brasileiro. As constantes reduções na área plantada naquele país, fruto da descapitalização do produtor, somadas à questão da competitividade e ao aumento de área plantada no Brasil, fizeram com que as importações de alhos argentinos, para o Brasil, ficassem reduzidas a 59 mil toneladas em 2001 e com uma previsão de 40 mil em 2002. Ao contrário da China, a produção nacional, mesmo com forte apoio político e mobilização dos produtores, através de seus órgãos de classe, jamais conseguiu sustentar qualquer medida de restrições de importações de alhos argentinos.
    Outro Importante fornecedor de alhos ao Brasil é a Espanha. Igualmente à Argentina, a Espanha se beneficiou das restrições nas importações de alhos chineses e, de uma exportação estável de cerca de 2.5 mil toneladas, chegou a exportar 18 mil toneladas, em 1998. A Espanha, sendo um expressivo produtor
    e exportador de alhos, e pertencer à união européia e portanto, muito próximo deste importante centro consumidor, nunca chegou a causar grandes estragos na produção brasileira de alhos. No entanto, há alguns anos atrás, esse país iniciou a produção de alhos a partir de sementes chinesas e a exportar ao Brasil uma produção de menor custo e preço de mercado.

    Mesmo assim, a desvalorização do real e uma pressão de mercado ocasionada pela maior oferta de produto nacional, fizeram com que as importações assim, suas produtividades. Nessa metade de 2002, devido aos bons preços praticados no mercado brasileiro para o alho, os produtores estão vendendo suas sementes e plantando um produto de muito baixa qualidade.
    A grande incógnita para o setor de produção nacional de alhos, é o tempo que a Argentina vai levar para recuperar sua economia, sua produção e produtividade e agora já com o peso desvalorizado, voltar a ser competitivo e concorrente com os produtores brasileiros.
    Com relação à China: O governo e exportadores chineses, incomodados com a derrota sofrida para a produção brasileira de alhos com a renovação e aumento do direito antidumping, estão pressionando o governo brasileiro, com possíveis retaliações nas importações de soja, carnes e café do Brasil.
    O ministério da agricultura e do abastecimento, muito mais interessado em aumentar as exportações de carnes, soja e café, retirou todas as restrições às importações de alhos chineses, usando a justificativa da entrada daquele país na Organização Mundial do Comércio.
    O ministro do desenvolvimento, indústria e comércio, Sérgio Amaral, de volta de recente missão à China, em duas audiências realizadas no mês de maio, informou aos produtores e seus representantes políticos da pressão do governo chinês e se disse muito preocupado com a produção nacional de alhos. Solicitou a elaboração de uma agenda positiva, para serem discutidas formas de o governo ajudar a produção em eventual retirada do direito antidumping. A preocupação dos produtores se fundamenta no fato de que a China é um parceiro comercial de grande potencial e o alho, nesse contexto, representa muito pouco e poderia ser usado como moeda de troca. O comércio bilateral China –Brasil movimentou 1.5 bilhão de dólares em 1999, 2.5 bilhões em 2000, 3.2 bilhões em 2001 e nesse ano deverá totalizar 5.5 bilhões de dólares.

    Frente a essa situação, os produtores usam toda sua força política, composta de parlamentares ligados às regiões produtoras, e de outras lideranças, além
    do argumento da fixação do homem ao campo e dos quase 100 mil empregos gerados pela cultura, como forma de pressionar o governo a não tomar medidas
    que possam prejudicar o setor. Além disso, ficam na expectativa de que, a exemplo do que ocorreu com a soja, a China com o seu espantoso e rápido crescimento econômico, passe a consumir todo o alho produzido, deixando de ser o maior e mais incômodo concorrente dos produtores brasileiros.
    Em que pese todo esse quadro de incertezas e temores, os produtores brasileiros estão plantando a maior safra da história, quase 3 mil hectares superior à safra passada, pretendendo colher mais de 100 mil toneladas. Se não ocorrer nenhum fato novo , os produtores brasileiros em 3 anos, estarão produzindo
    todo o alho consumido no país e gerando 30 mil novos empregos.

    alho,plantas que curam

    garlic

    Utilização Fitoterápica:

    O alho era muito utilizado há milhares de anos pelos hebanários (estabelecimento que vende ervas medicinais) e curandeiros para combater inúmeras doenças.

    Louis Pasteur, químico francês do século XIX, evidenciou propriedades anti-sépticas que há no alho, informações, estas usadas na Primeira e Segunda Guerra Mundial, pelos exércitos inglês, alemão e russo. Hoje o alho é receitado pelos naturalistas e outros que acreditam na cura pelas ervas como também para prevenir resfriados, gripes e doenças infecciosas.

    Foi feito um estudo pelos cientistas mais profundo, a respeito do uso do alho para o colesterol e na hipertensão, eles explicam que a alicina, uma substancia química que se forma quando o alho é esmagado, reduz os níveis de colesterol e baixa a pressão arterial, também nesta pesquisa descobriram que reduz as coagulações sanguíneas, diminuindo assim o risco de infarto e derrame cerebral.

    Foram feitas pesquisas em laboratórios com animais, que mostram que o alho ajuda a diminuir o câncer de mama, pele e pulmão, além de ajudar a prevenir o câncer do cólon e do esôfago.

    Ainda não foi determinada a quantidade de alho a ser consumida para obter esses benefícios a saúde. Alguns médicos alemães acreditam que quatro gramas, que seria o equivalente a dois dentes de alho, seria o suficiente para tratar a hipertensão ou o colesterol, já para inibir a coagulação sanguínea, teria no mínimo ser 10 dentes de alho.

    Já os clínicos descordam quanto a ser cozido ou desidratado que o consumo seja cru, o seu inconveniente é que o alho cru pode causar indigestão, e também pode causar irritação na mucosa, e na pele.

    Não existem garantias de que ele evita as doenças. Mas de qualquer forma sabemos que o alho enriquece as refeições deixando com mais sabor.

    Tradicionalmente, o alho como um alimento Yang tem sido usado para promover circulação de energia, aquecer o estômago e remover algumas substâncias tóxicas acumuladas. Isso é compatível com o descobrimento moderno do alho ser capaz de matar germe, promover a digestão e melhorar o apetite. Mas descobriram-se nos últimos anos que o alho possui muitas funções terapêuticas mais importantes, tanto quanto sendo usado como um remédio para hipertensão, hepatite e câncer.

    O alho tem estado em uso popular no Japão há um longo tempo, e um recente estudo Japonês revelou que o alho contém um mineral chamado Ge que é capaz de prevenir o câncer de estômago. Um time de médicos do “Hunam Medical College” na China, o qual chamou a si próprio de Grupo Pesquisador do Alho como Agente Anticancerígeno, usou um medicamento patenteado feito de alho para tratar 21 casos de carcinoma de nasofaringe (câncer do nariz e da garganta) com resultados significantes na maioria dos casos. Além disso, o mesmo grupo de médicos também descobriu que o alho é eficaz para tuberculose pulmonar, coqueluche, disenteria amebiana e bacilar, enterite (inflamação dos intestinos), oxiuríase (oxiúro), ancilostomíase (uncinariose), prevenção de gripe e de epidêmica (inflamação do cérebro e aplicação externa para o tratamento de vaginite por tricomonas)

    O alho tem efeitos colaterais, entretanto, e por esta razão, deveria ser usado com cuidado. O alho pode fazer com que as hemácias se tornem marrom escuras pelo contato, e também podem dissolver as hemácias quando aplicado em grandes concentrações. Além disso, o óleo volátil contido no alho pode inibir a secreção de sucos gástricos e também pode causar anemia. Sabe-se bem que o alho pode causar mau hálito, o qual pode ser reduzido ou eliminado pelo gargarejo com chá forte, comendo algumas tâmaras vermelhas ou bebendo algumas xícaras de chá.

    O alho na fitoterapia

    A utilização do alho como fitoterápico ou como alimento funcional remonta à antiguidade. Há indícios de seu uso no Antigo Egito, na Grécia (onde era conhecido como “rosa de mau cheiro”) e na Babilônia, há mais de 5 mil anos. Documentos Chineses de 3 mil anos, anotados por Marco Polo falam do uso medicamentoso do alho, para desintoxicação.

    Foi Hipócrates o primeiro a descrever com detalhes o uso terapêutico do alho, como diurético e laxante. Plínio e Galeno, médicos romanos também utilizavam o alho para o tratamento de infecções intestinais, problemas digestivos, pressão alta, senilidade e impotência.

    Consta que a uma das primeiras greves de que se tem notícia aconteceu quando os trabalhadores que construíam as pirâmides do Egito deixaram de receber sua porção diária de alho, que estava em falta no mercado. Eles acreditavam que tal alimento os deixava com maior rendimento físico e os protegia das endemias típicas da época, como o cólera, o tifo e a varíola.

    Louis Pasteur demonstrou as propriedades anti-sépticas do alho, o que motivou seu uso nas Grandes Guerras, tanto por ingleses, como por alemãs e russos.

    Com o desenvolvimento dos antibióticos durante a segunda grande guerra, os estudos com o alho foram abandonados até recentemente, quando se renovou o interesse devido ao aparecimento de microorganismos resistentes aos antibióticos.

    De fato, a alicina – substância presente na planta – tem ação bactericida em infecções de pele como a furunculose e também ação antiviral comprovada contra o vírus da gripe. O extrato de alho é usado atualmente como antibiótico e antifúngico e como antiviral no tratamento da herpes e outros vírus relacionados. Aumenta a ativação das células T e acentua a função antitumoral dos macrófagos. Na China, altas doses provaram ter eficiência no tratamento da meningite criptocócica, infecção fúngica muito resistente à terapia convencional.

    São também muito conhecidas as propriedades vermífugas do alho, tanto anti-helmínticas quanto antiprotozoários, principalmente a ameba.

    Por ser um inibidor das proteases, o alho afeta a concentração sérica de alguns antiretrovirais que utilizam a mesma via metabólica, como o indinavir e o saquinavir, reduzindo sua concentração em até 50%. Isto serve de alerta para que se tenha cautela no uso indiscriminado da planta, principalmente em pacientes que vivem com HIV e que façam uso do “coquetel” anti-HIV.

    Além deste caso, foram descritos alguns casos de dermatite de contato e asma alérgica após a ingestão de alho.

    De acordo com o Instituto Nacional do Câncer dos Estados Unidos, o risco de homens que comem mais alho e cebola em desenvolver câncer de próstata é 50% menor que os que não fazem o uso destes vegetais na dieta.

    Foi comprovada a atividade dos leucócitos de pessoas alimentadas com alho 139 % superior que os de pessoas sem alho na dieta. Esta proteção parece ser resultado de vários mecanismos, incluindo: bloqueio da formação de compostos nitrosaminas, hepatoproteção seletiva contra substâncias carcinogênica, supressão da bioativação de vários carcinogênicos, aumento seletivo do reparo do DNA, redução da proliferação celular e indução da apoptose. Possivelmente vários destes eventos ocorrem simultaneamente e a ação dos componentes sulfurados parece ser influenciada por diversos componentes da dieta. Por exemplo, a presença do selênio, seja como parte da dieta, seja componente do suplemento alho, contribui para aumentar a proteção contra carcinogênese mamária induzida pelo 7,2 dimetilbensa (a) antraceno.

    composto sulfurado com propriedade antineoplásica

    tipo de célula onde atua

    ajoene
    linfócitos, células colonicas, leucemia

    alicina
    linfóide

    dialil sulfeto
    próstata, leucócitos

    dialil dissulfeto
    pulmão, células colonicas, pele, próstata, mama

    dialil trissulfeto
    pulmão

    s-alil cisteína
    neuroblastoma, melanoma

    s-alilmercaptocisteína
    próstata, mama

    Esta capacidade de alimento funcional parece ser devida a um composto sulfuroso, o allium, que também é o responsável pelo cheiro característico.

    Os compostos de enxofre e flavonóide quercetina parecem ser os responsáveis pela prevenção do aparecimento de células cancerosas no estômago e fígado.

    A ação antioxidante da alicina, da aliina e do ajoeno justificam o efeito do alho sobre as LDL pois inibem a peroxidação lipídica por meio da inibição da enzima xantina oxidase e de eicosanóides. O alho também eleva a capacidade total antioxidante do organismo devido à ação dos bioflavonóides quercitina e campferol, por meio de um mecanismo mediado pelo óxido nítrico e, in vitro, age diretamente como varredor dos radicais livres. a alicina mostrar analogia estrutural com o dimetilsulfeto, o qual possui uma boa capacidade varredora de radicais livres. A presença de selênio em sua composição também contribui com este efeito. Isto quer dizer que os compostos sulfurados aliados aos bioflavonóides incrementam, a ação medicamentosa do alho.

    Indica-se a suspensão de suplementos de alho para gestantes, nutrizes, crianças abaixo de quatro anos e nos períodos pré e pós-cirúrgicos devido ao seu efeito antiplaquetário. Este mesmo efeito indica seu uso como adjuvante no tratamento da hipertensão arterial e das arritmias cardíacas.

    Há evidências, cuja comprovação depende ainda de estudos mais profundos e sistemáticos, com relação à funcionalidade alimentícia do alho no que tange ao aparelho cardiovascular. Os achados até agora indicam possíveis benefícios no controle dos níveis de colesterol no sangue, bem como no controle da hipertensão arterial. Várias pesquisas têm atribuído os efeitos terapêuticos do alho à presença de algumas substâncias, cujas mais notáveis são:

    · Óxido dialildissulfeto – redução dos níveis de colesterol e outros lipídeos;
    · Germânio – elemento condutor de oxigênio, agente hipotensor;
    · Selênio – mineral com efeito protetor no coração, pois ajuda a prevenir a formação de ateroma, anticoagulante e hipotensor.

    100 g de alho contém, aproximadamente:

    água
    59g

    calorias
    149 kcal

    lipídeos
    0,5 g

    carboidratos
    33,07 g

    fibra
    2,1 g

    manganês
    1672 mg

    potássio
    401 mg

    enxofre
    70 mg

    cálcio
    181 mg

    fósforo
    153 mg

    magnésio
    25 mg

    sódio
    17 mg

    vitamina B-6
    1235 mg

    vitamina C
    31 mg

    ácido glutamínico
    0,805 g

    arginina
    0,634 g

    ácido aspártico
    0,489 g

    leucina
    0,308 g

    lisina
    0,273 g

    proteínas
    6,05 g

    aalfa-tocoferol
    10,00 micro g

    outros:
    ácido alfa-aminoacrílico; ácido fosfórico livre; ácido sulfúrico; ajoeno (produzido por condensação da alicina); açúcares (frutose e glicose); alil; alil-propil; aliína (que se converte em alicina); aliinase; aminoácidos (ácido glutamínico, arginina, ácido aspártico, leucina, valina e lisina); citral; desoxialiina; dissulfeto de dialila; felandreno; galantamina; geraniol; heterosídeos sulfurados;insulina; inulina; linalol; minerais (manganês, potássio, cálcio, fósforo, magnésio, selênio, sódio, ferro, zinco, cobre); nicotinamida; óleo essencial (muitos compostos sulfurados, dentre eles: disulfuro de alil, trisulfuro de alil, tetrasulfuro de alil); óxido dialildissulfeto; polissulfeto de dialila, trissulfeto de dialila; prostaglandinas A, B e F; proteínas; quercetina; sulfetos de vinil; trissulfeto de alila; vitaminas A, B6, C, ácido fólico, pantotênico, niacina).

    composto possível

    atividade biológica

    aliina
    hipotensor, hipoglicemiante

    ajoeno(ajocisteína)
    prevenção de coágulos, antiinflamatório, vasodilatador, hipotensor, antibiótico

    alicina e tiossulfatos
    antibiótica, antifúngica, antiviral

    alil mercaptano
    hipocolesterolemiante

    s-alil cisteína e compostos gama glutâmico
    hipocolesterolemiante, antioxidante, quimioprotetor frente ao câncer

    sulfeto dialil
    hipocolesterolemiante

    adenosina
    vasodilatadora, hipotensora, miorelaxante

    fructanos (escorodosa)
    cardioprotetora

    fração proteica F-4
    imunoestimulante

    quercetina
    antialergênica

    saponinas (gitonina F, eurobosído B)
    hipotensora, antimicrobiana

    escordinina
    hipotensora, aumenta a utilização de B1, antibacteriana

    selênio
    antioxidante

    ácidos fenólicos
    antiviral e antibacteriana

    saponinas
    anticancerígena

    Esta é a contribuição do Professor Luiz Azar. Fim

    8) Conclusão:

    Com o sabor marcante e aroma envolvente, este pequeno alimento, parente da cebola, nos é de grande utilização. Muito usado por nós brasileiros como tempero e como remédio.

    Vimos que este condimento tem enorme importância em nossas casas, não só por ser indispensável na cozinha como faz muito bem à saúde. Gripou? Tome um chá de alho.

    Se você é um amante do alho, abuse do seu sabor, que assim sua saúde será privilegiada com a ação fitoterápica deste bulbo. Mas lembre-se de dar alho às pessoas a sua volta, assim ninguém irá perceber que você comeu alho também.

    receitas com alho

    Eu como todo bom Mineiro, tenho uma predileção pelo alho, para mim o rei dos temperos, Dona Antonia(MINHA AVÓ), portuguesa de cascais, que o diga,já experimentei esta receita, maravilhosaaaaaaa,e aproveito para mandar um abraço grandioso para dona tininha, minha amiga das serra das estrelas e meus amigos de Coimbra,Brasil és muito bom ,mas como diz os Brasileiros,"que saudades".carlos pena.

    Sardinha recheada com alho

    Ingredientes:

    16 sardinhas
    sal grosso
    1/2 maço médio de salsinha picado
    8 dentes de alho amassados
    4 torradas moídas
    1/2 xícara (chá) de azeite de oliva
    sal e pimenta-do-reino preta moída grosseiramente a gosto
    Modo de Preparo:
    Lave as sardinhas, retire as escamas, abra a barriga e retire as espinhas e as vísceras. Lave as sardinhas novamente, seque-as com toalha de papel e coloque em uma tigela. Tempere as sardinhas, principalmente a parte interna, com o sal grosso e a pimenta-do-reino. Cubra a tigela com filme plástico e leve à geladeira por 15 minutos para tomar gosto. Ligue o forno à temperatura média. Bata no liquidificador a salsinha, o alho, a torrada, 5 colheres (sopa) de azeite de oliva e o sal, até obter uma pasta homogênea. Em seguida, recheie as sardinhas com a pasta preparada. Disponha as sardinhas em 2 fôrmas retangulares de 23cm X 33cm e regue com o azeite de oliva restante. Leve ao forno por 45 minutos, ou até a sardinha dourar. Retire do forno e sirva.
    Fonte: Revista Água na Boca

    Categoria:
    Frutos do mar

    Cozinha:
    Brasileira

    Temperatura:
    Quente

    Dificuldade:
    Fácil

    Tempo de preparo:
    20 min+ o tempo de forno

    Rendimento:
    4 porções

    Macarrão com alho, azeite e ricota defumada

    Ingredientes:

    320g de espaguete
    2 dentes de alho
    1 pimenta dedo-de-moça
    6 colheres (sopa) de azeite de oliva
    80g de ricota defumada
    sal a gosto
    Modo de Preparo:
    Numa panela grande, cozinhe o espaguete em bastante água fervente com sal. Enquanto isso, descasque o alho e pique-o em fatias bem finas. Limpe a pimenta dedo-de-moça, elimine as sementes e pique. Quando o espaguete estiver quase cozido, frite o alho e a pimenta dedo-de-moça numa frigideira com o azeite de oliva, em fogo médio, até dourar levemente o alho. Escorra o espaguete quando estiver al dente, transfira para a frigideira com o azeite e deixe tomar gosto, em fogo alto, misturando bem. Retire do fogo, acrescente a ricota ralada e sirva a seguir.
    Fonte: Revista Água na Boca

    Categoria:
    Grãos e Massas

    Esta receita:
    é vegetariana

    Cozinha:
    Brasileira

    Temperatura:
    Quente

    Dificuldade:
    Fácil

    Tempo de preparo:
    25 min

    Rendimento:
    4 porções

    Salada de grão-de-bico, folhas verdes e alho

    Ingredientes:

    1/2 pé médio de chicória
    1/2 pé médio de alface frisé
    1/2 pé pequeno de alface americana
    4 dentes de alho
    3 colheres (sopa) de azeite de oliva
    1 xícara (chá) de grão-de-bico em conserva
    sal a gosto
    Modo de Preparo:
    Limpe e lave as folhas das verduras e seque-as. Reserve. Descasque os dentes de alho, corte-os em lâminas e leve ao fogo numa frigideira com o azeite de oliva. Frite-o, mexendo de vez em quando, por 2 minutos, ou até dourar. Adicione o sal e misture delicadamente. Retire do fogo e reserve. Numa saladeira, disponha as folhas, adicione o grão-de-bico e regue com o alho e o azeite de oliva.
    Fonte: Revista Água na Boca

    Categoria:
    Saladas

    Esta receita:
    é vegetariana

    Cozinha:
    Brasileira

    Temperatura:
    Frio

    Dificuldade:
    Fácil

    Tempo de preparo:
    10 min

    Rendimento:
    4 porções

    Trilha com alho, ervas e azeite de oliva

    Ingredientes:

    12 trilhas limpas (cerca de 1 kg no total)
    1 cabeça de alho
    1 maço médio de ervas frescas (salsinha, tomilho, orégano e manjericão)
    1 pimenta dedo-de-moça média
    2 folhas de louro
    1 xícara (chá) de azeite de oliva
    sal a gosto
    Modo de Preparo:
    Ligue o forno à temperatura média. Lave as trilhas e seque-as. Descasque os dentes de alho e corte-os em lâminas bem finas. Se preferir, passe pelo espremedor. Lave as ervas, seque com toalha de papel, separe somente as folhas e pique-as finamente. Lave a pimenta-dedo-de-moça e elimine os pedúnculos, as sementes e os filamentos internos brancos. Pique-a em pedaços bem pequenos. Misture numa tigela o alho, as ervas, a pimenta e o sal e distribua dentro das trilhas. Disponha-as, uma ao lado da outra, numa assadeira refratária (30 cm de diâmetro) com a parte recheada voltada para cima. Espalhe as folhas de louro, regue com o azeite de oliva e cubra a assadeira com papel-alumínio. Leve ao forno por 20 minutos, ou até o peixe ficar macio. Retire do forno e sirva com pão.
    Fonte: Revista Menu

    Categoria:
    Frutos do mar

    Cozinha:
    Brasileira

    Temperatura:
    Quente

    Dificuldade:
    Fácil

    Tempo de preparo:
    10 min + o tempo de forno

    Rendimento:
    6 porções

    Medalhões de filé mignon com alho

    Ingredientes:

    4 medalhões de filé mingnon
    1 colher (chá) de pimenta-do-reino
    2 colheres (sopa) de azeite de oliva
    2 dentes de alho cortados em lâminas
    1/2 xícara (chá) de estragão picado
    4 colheres (sopa) de vinho branco
    1 colher (café) de sal
    Modo de Preparo:
    Lave os medalhões, seque com toalha de papel, tempere-os com pimenta-do-reino e reserve. Leve ao fogo uma prancha de ferro, própria para grelhar e deixe por 5 minutos, ou até aquecer bem. Coloque os medalhões e grelhe por 10 minutos, ou até dourar dos dois lados. Retire do fogo e reserve. Numa frigideira, aqueça o azeite de oliva e doure o alho, sem parar de mexer, por 2 minutos. Adicione o estragão, o vinho e o sal e deixe no fogo até o volume reduzir pela metade. Retire do fogo, distribua os medalhões nos pratos, regue com o molho e sirva.
    Fonte: Revista Água na Boca

    Categoria:
    Carnes

    Esta receita:
    é light

    Cozinha:
    Brasileira

    Temperatura:
    Quente

    Dificuldade:
    Fácil

    Tempo de preparo:
    30 min

    Rendimento:
    4 porções

    Calorias:
    350 cal por porção

    Espaguete com bacalhau e alho

    Ingredientes:

    300 g de bacalhau
    1 cabeça de alho
    1/2 xícara (chá) de azeite de oliva
    1 cebola média picada em rodelas finas
    1/2 maço de cebolinha verde picada
    1/2 kg de espaguete
    cebolinha verde e páprica doce para decorar
    sal a gosto
    Modo de Preparo:
    Pique o bacalhau em pedaços pequenos, lave, coloque-o numa tigela e cubra com água fria. Deixe de molho por 24 a 36 horas na geladeira, trocando a água no mínimo quatro vezes. No dia seguinte, escorra a água e coloque o bacalhau numa panela. Cubra com água e leve ao fogo por 10 minutos, ou até o bacalhau ficar macio. Retire do fogo, reserve a água de cozimento e desfie o bacalhau grosseiramente, eliminando a pele e as espinhas. Reserve. Descasque o alho e coloque numa panela com o caldo de cozimento do bacalhau. Leve ao fogo e cozinhe até o alho ficar al dente. Retire do fogo, escorra a água e corte o alho em tiras finas. Reserve. Leve ao fogo uma panela com o azeite de oliva, o alho e a cebola e refogue até a cebola ficar macia. Acrescente o bacalhau e refogue, mexendo de vez em quando cuidadosamente, por mais 10 minutos. Se necessário, acerte o sal. Retire do fogo e reserve. Cozinhe o macarrão numa panela com 5 litros de água fervente até ficar al dente. Retire do fogo, escorra a água e distribua a massa nos pratos. Cubra com o molho de bacalhau. decore com a cebolinha verde e polvilhe a páprica. Sirva em seguida.
    Fonte: Revista Menu

    Categoria:
    Grãos e Massas

    Cozinha:
    Brasileira

    Temperatura:
    Quente

    Dificuldade:
    Média

    Tempo de preparo:
    50 min (exige preparo antecipado)

    Rendimento:
    4 porções

    Bucatini com molho de cogumelo, limão e alho

     

    Ingredientes:

    300 g de bucatini
    molho
    400 g de cogumelo paris
    4 colheres (sopa) de azeite de oliva
    5 dentes de alho cortados em lâminas finas
    2 colheres (sopa) de suco de limão
    2 colheres (chá) de ervas finas desidratadas
    sal e pimenta-do-reino moída na hora a gosto
    2 colheres (sopa) de azeite de oliva extravirgem
    Modo de Preparo:
    Lave os cogumelos, seque-os um a um com toalha de papel e elimine a parte mais dura dos cabinhos, se necessário. Corte-os em lâminas finas e reserve. Leve ao fogo uma panela com o azeite de oliva e o alho e refogue até dourar. Acrescente os cogumelos, o suco de limão, o sal e a pimenta-do-reino. Cozinhe, salteando de vez em quando, por 10 minutos, ou até os cogumelos ficarem macios. Acerte o sal, retire do fogo e reserve. Cozinhe a massa numa panela com 3 litros de água fervente e 3 colheres (chá) de sal. Mexa de vez em quando, cuidadosamente, até ficar al dente. Retire do fogo, escorra a água e distribua a massa nos pratos. Cubra com o molho, regue com o azeite de oliva extravirgem e sirva. Se preferir, decore com raspas de casca de limão.
    Fonte: Revista Menu

    Categoria:
    Grãos e Massas

    Cozinha:
    Brasileira

    Temperatura:
    Quente

    Dificuldade:
    Fácil

    Tempo de preparo:
    30 min + o tempo de cozimento da massa

    Rendimento:
    4 porções

    Trilha com alho e salsinha

    Ingredientes:

    10 dentes de alho cortados em lâminas finas
    folhas de 1 maço médio de salsinha picadas
    12 trilhas médias limpas
    1 xícara (chá) de azeite de oliva
    sal e pimenta-do-reino moída grosseiramente a gosto
    Modo de Preparo:
    Ligue o forno à temperatura média. Misture numa tigela o alho, a salsinha, o sal e a pimenta-do-reino. Distribua a mistura dentro das trilhas e coloque-as, com a parte recheada voltada para cima, uma ao lado da outra numa assadeira refratária. Regue com o azeite de oliva, cubra a assadeira com papel-alumínio e leve ao forno por 20 minutos, ou até o peixe ficar macio. Retire do forno e sirva com pão.
    Fonte: Revista Menu

    Categoria:
    Frutos do mar

    Cozinha:
    Brasileira

    Temperatura:
    Quente

    Dificuldade:
    Fácil

    Tempo de preparo:
    10 minutos + o tempo de forno

    Rendimento:
    4 porções

    Calorias:
    650 cal por porção

    Alho assado com creme de ricota

    Ingredientes:

    6 cabeças de alho
    1 xícara (chá) de caldo de galinha
    1/2 xícara (chá) de vinho branco seco
    100 g de ricota
    folhas e os talos mais macios de 1/2 maço pequeno de manjericão
    1/2 xícara (chá) de azeite de oliva
    sal e pimenta-do-reino moída na hora
    pão italiano para acompanhar
    Modo de Preparo:
    Ligue o forno à temperatura média. Corte a parte superior de cada cabeça de alho, retirando apenas a casca que a reveste (os dentes de alho devem permanecer unidos). Distribua-as numa assadeira, com a parte cortada para cima. Regue com o caldo de galinha e o vinho e reserve. Leve ao forno por 1 hora, ou até o alho ficar macio. Durante este tempo regue com o molho da assadeira. Retire do forno e cubra o alho com a ricota batida no processador com o manjericão, 3 colheres (sopa) de azeite de oliva e o sal. Polvilhe a pimenta-do-reino e regue com o azeite de oliva restante. Volte ao forno por mais 20 minutos, ou até a ricota começar a derreter. Retire do forno e sirva com fatias de pão italiano e o molho formado na assadeira.
    Fonte: Revista Menu

    Categoria:
    Acompanhamentos

    Esta receita:
    é vegetariana

    Cozinha:
    Brasileira

    Temperatura:
    Quente

    Dificuldade:
    Fácil

    Tempo de preparo:
    15 minutos + o tempo de forno

    Rendimento:
    6 porções

    Batata ao creme de alho

    Ingredientes:

    1/2 kg de batatas pequenas e uniformes
    1 litro de leite
    10 dentes de alho amassados
    1 tablete de caldo de galinha
    4 colheres (sopa) de farinha de trigo
    2 colheres (sopa) de cream cheese
    1 xícara (chá) de queijo parmesão ralado
    sal a gosto
    Modo de Preparo:
    Lave as batatas, coloque-as em uma panela e cubra com água. Cozinhe por 30 minutos, ou até as batatas ficarem macias. Retire, descasque-as e coloque-as em um refratário. Reserve. Ligue o forno à temperatura média. Coloque em uma panela o leite, o alho e cozinhe, em fogo baixo, até o alho ficar macio. Retire e transfira para o liquidificador. Junte o caldo de galinha, a farinha de trigo e o sal e bata até ficar homogêneo. Volte para a panela e cozinhe, sem para de mexer, até encorpar. Adicione o cream cheese e cozinhe por mais 1 minuto. Retire do fogo, despeje sobre as batatas e salpique o queijo. Leve para assar por 15 minutos. Retire do forno e sirva.
    Fonte: Revista Água na Boca

    Categoria:
    Acompanhamentos

    Cozinha:
    Brasileira

    Temperatura:
    Quente

    Dificuldade:
    Fácil

    Tempo de preparo:
    1h + o tempo de forno

    Rendimento:
    8 porções

    Alho asao molho de mostarda com mel(entrada)assado

    - Cabeças de alho grandes (quantas quiser, em geral 2 por pessoa)
    - Azeite para regar
    - Mostarda amarela (tipo francesa)
    - Mel
    Para o molho de mostarda: para cada colher de mostarda, coloque ½ colher de mel e misture bem.
    Limpe bem as cabeças de alho, mantendo-as inteiras. Pingue o azeite no meio da cabeça e envolva uma a uma com papel alumínio, vedando bem.
    Leve as cabeças de alho ao forno alto, numa forma, por 1 hora.
    Sirva imediatamente, acompanhado do molho de mostarda. Os dentes de alho cozinham dentro da casca, e ficam cremosos.
    OBS: essa entrada vai muito bem com pães e torradas. Um com complemento é servir acompanhado de queijo Brie aquecido.

    Afogado de Milho Verde

    Ingredientes:
    espigas de milho verde, com grãos ainda leitosos (uma espiga para cada pessoa)
    1 cebola de cabeça
    cebolinha de cheiro e salsa
    sal e alho a gosto
    pimenta (de preferência pimenta de bode)
    2 colheres (sopa) rasas de manteiga de leite ou margarina

    Modo de preparar:

    Corte os grãos de milho com faca bem afiada e com uma colher raspe as espigas para obter o caldo de amido do milho. Derreta a manteiga e junte a cebola de cabeça e o alho picado e deixe dourar. Em seguida, acrescente o milho e deixe cozinhar. Se necessário pingue um pouco de água para manter o cozimento. Por fim, acrescente os demais temperos e bom proveito. Aceita acompanhamento com arroz branco e carnes vermelhas ou aves.
    Obs: Milho enlatado não serve
    Alcatra ao molho de vinho

    Ingredientes:

    1 xícara de manteiga
    3 colheres (sopa) de farinha de trigo
    1 peça de alcatra (1 400 gramas)
    2 cebolas picadas
    2 dentes de alho
    1/2 garrafa de vinho tinto seco

    Sal a gosto e pimenta-do-reino moída

    Modo de preparar:

    Frite o alho e a cebola em meia xícara de manteiga. Acrescente a farinha, mexendo sempre. Reserve. Numa panela de ferro, doure a carne no restante da manteiga. Junte o sal, a pimenta, a cebola e o alho já fritos, adicione o vinho e deixe cozinhar em fogo brando por 30 minutos. Corte a carne no sentido perpendicular às fibras, arrume em uma travessa com o molho e sirva com spätzle.

    Alho Assado com Gorgonzola

    Ingredientes:
    6 cabeças de alho médias (320 g)
    1 colher (sopa) de manteiga
    1/4 de xícara de azeite (60 ml)
    1/2 litro de caldo de galinha
    1/4 de xícara de vinho branco
    1 pitada de pimenta do reino
    1 xícara de queijo gorgonzola esmagado
    10 fatias de pão torrado

    Modo de preparar:

    Tire a casca de cada dente de alho (essa é a parte mais trabalhosa). Coloque o alho numa forma refratária média e espalhe a manteiga por cima. Regue com o azeite. Coloque 1 xícara do caldo de galinha e o vinho na forma. Tempere com a pimenta do reino. Pré-aqueça o forno a 180 graus. Leve para o forno. Adicione o caldo de galinha restante aos poucos para que a quantidade de molho na forma se mantenha sempre constante. Asse o alho até ficar bem macio (cerca de 1 hora). Acrescente o queijo e continue assando até que esteja quase derretido
    (cerca de 10 minutos). Sirva com as fatias de pão torradas 

    Dica:Coloque os dentes de alho de molho na água e comece a descascar, será muito mais fácil.

    Alfazema (Lavanda)

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    Alfazema (Lavanda)

    (Lavandula angustifolia)

    Planeta: Mercúrio.

    Origem: Cresce principalmente nas regiões quentes do Mediterrâneo, encontrada aclimatada e nativa em diferentes pontos do globo. Desde há muito conhecida e utilizada pela Humanidade. Batizada de nardus pelos gregos, assim batizada por causa de Naarda, cidade síria à beira do rio Eufrates. A tranquilidade e a pureza são inerentes à fragância de alfazema. Perfume fresco e limpo, era o aditivo de banho preferido dos gregos e romanos, e o nome deriva do latim lavare (lavar). Conta-se que a peste não chegava aos fabricantes de luva de Grasse pois eles usavam a alfazema para perfumar o couro. Isso fez com que as pessoas na época andassem sempre com alfazema. Durante as duas Grandes Guerras, a alfazema foi utilizada para limpar os ferimentos; seu óleo vem sendo testado em bandagens cirúrgicas.

    Partes usadas: Folhas e flores.

    Lendas e Mitos: Bastante utilizada em banhos de purificação.

    Características e usos: Na Antigüidade, a alfazema era uma das principais ervas utilizadas nos banhos dos gregos e romanos. Como remédio, suas aplicações são muitas. É uma erva tônica, antimicrobiana, antiespasmódica, diurética e antipútrida. Seu chá é recomendado para dor de cabeça, enxaqueca, tontura, dor de garganta, tosse, coqueluche, faringite, laringite e asma. Indicada em casos de cistite e inflamações das vias urinárias. Tanto em chás como na forma de óleo essencial, esta erva acalma o sistema nervoso e facilita o bom sono. É recomendada também para combater vertigens, leucorréia e paralisações da língua. Combate cólicas e gases dos bebês recém-nascidos. Para uso externo, é empregada contra o reumatismo. Gargarejos feito com a decocção das flores alivia a dor de dente. Subarbusto perene, de 30 a 60 cms de altura,muito ramificado. Folhas opostas, estreitas, verde acinzentadas, com 2 a 5 cm de comprimento. Flores em espigas, que vão do branco, azuis, brancas ou róseas. O caule é quadrado, tornando-se lenhoso a partir do segundo ano, quando deve ser replantada. Cresce bem em solos arenosos e cálcareos. Prefere locais ensolarados e bem drenados, protegidos do vento.

    O suave aroma da alfazema faz com que ela seja amplamente utilizada no preparo de sachês, sabonetes e perfumes.

    Alecrim

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    Alecrim
    (Rosmarinus Officinalis)

    Planeta: Sol.

    Origem: Sua origem remonta às praias do Mediterrâneo (o nome rosmarinus vem do latino que significa "o orvalho que vem do mar", devido ao cheiro das flores vegetando à beira mar). Carlos Magno obrigava os camponeses a cultivá-lo. Foi companheiro dos portugueses nas Entradas e Bandeiras. Antigamente queimava-se caules de alecrim para purificar o ar do quarto de doentes em hospitais.

    Partes usadas: Folhas e flores.

    Lendas e Mitos: Conta-se que numa viagem Nossa Senhora sentou-se à sombra de um alecrim para dar de mamar ao menino Jesus: por isso acredita-se que a planta nunca atinja altura superior à de Jesus adulto. Outro conto diz que a Bela Adormecida foi acordada pelo príncipe com um ramo de alecrim.Os gregos usavam coroas de alecrim em festas, como símbolo da imortalidade. A crendice popular usa o alecrim para afastar olho gordo, erva da juventude eterna, do amor, amizade e alegria de viver. Erva colocada debaixo do travesseiro afasta maus sonhos. Tocar com alecrim na pessoa amada faz ter seu amor para sempre.

    Características e Cultivo: Arbusto rústico e persistente, atinge até 2 metros de altura, com folhas resinosas, coriáceas, lineares e verde-escuras. O caule, quadrado, torna-se lenhoso à partir do segundo ano. Locais ensolarados, companheira da sálvia, brócoli e couve, atrai abelhas e repele moscas da cenoura. Solo drenado e permeável, vai bem mesmo nos pedregosos

    ARNICA

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    Arnica

    (Arnica montana)

    Origem: Erva originária da Europa Central era conhecida por suas propriedades curativas e utilizada contra doenças das vias urinárias, coqueluche, desinteria.

    Partes usadas: Folhas e flores

    Características: Originária das regiões montanhosas da Europa, a arnica tem tem rizomas (caules subterrâneos) e raízes perenes, com caules (talos) aéreos que se renovam a cada ano. Sua altura varia de 20 a 70 cm. As folhas chegam a ter 7cm de comprimento. As flores amarelas ou alaranjadas têm forma de margarida. A arnica aclimatou-se bem nas regiões montanhosas de Minas Gerais.
    Indicações e Usos: Tem propriedades anti-inflamatórias. Utilizada em tinturas e cataplasmas, é excelente no tratamento de emergência de choques e contusões, além de distensões musculares. A arnica é tóxica.

    Atenção: Não se aconselha, de forma alguma, esta erva para uso interno. As substâncias extraídas das flores e das raízes só devem ser prescritas por profissionais.

    ARRUDA

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    (Ruta graveolens)

    Planeta: Marte.

    Origem: Sul da Europa.

    Partes usadas: Folhas e flores.

    Lendas e Mitos: Usada desde a antiguidade para proteger as pessoas do mau olhado, no século XVI deu origem a uma estória curiosa: quando morriam em Londres 7.000 pessoas por semana com a peste, e as casas atingidas eram marcadas com uma cruz vermelha, alguns ladrões não se incomodavam e entravam para roubar e não eram atingidos pela peste. O motivo: um famoso vinagre, dos quais um dos principais componentes é a arruda, num galão de vinagre de vinho junto com a sálvia, losna, menta, alecrim e lavanda, temperadas com alho, cânfora, noz moscada, cravo e canela, constituindo um poderoso anti-séptico. Essa mistura ficou conhecida como vinagre dos quatro ladrões.

    Características: A arruda é um arbusto, originário so sul da Europa e norte da África, que pode chegar a 1,5m de altura. Tem muitos ramos e folhas ovais e pequenas, de cor verde-acinzentado. As flores, de pétalas amarelo-esverdeadas, reúnem-se em terminais. O fruto é uma cápsula onde ficam as sementes pardas e rugosas. No país, conquistou o título de erva purificadora, que limpa ambientes, atrai bons fluidos e afasta maus-olhados. Na Idade Média, acreditava-se que a arruda defendia as pessoas contra a peste negra. Para o cultivo: solo bem drenado, sol pleno, companheira dos figos e rosas, incompatível com sálvia, manjericão e repolho.
    Indicações e Usos: Informações médicas recentes desaconselham totalmente o uso da arruda na medicina caseira, devido à alta toxicidade da planta. Ela serve para preparar medicamentos feitos por farmacêuticos, da medicina alopata ou homeopata. Ramos frescos da planta servem como repelente de pulgas, insetos e ratos.

    Atenção: O chá de suas folhas é empregado em várias regiões brasileiras no combate às cólicas menstruais. E justamente para estes casos é preciso tomar muito cuidado, pois a arruda pode provocar hemorragias graves e por vezes até a morte. Assim, não deve ser de forma alguma consumida durante a gravidez.

    Artemísia

    Artemisia viridis 'Tiny Green'

    Artemísia

    (Artemisia vulgaris)

    Planeta: Sol.

    Características: Cultivada em quase todo o Brasil, esta erva tem vários nomes populares: erva-de-são-joão, artemigem e outros. Originariamente foi encontrada na Europa, na Ásia Central e na África do Norte. A planta, muito cheirosa, possui flores brancas com folhas recortadas e esbranquiçadas na face inferior. Pode ser praticamente rasteira, com 15 cm de altura, ou crescer até um metro. Muito utilizada também como planta ornamental para jardins.
    Indicações e Usos: Planta de até 1 metro de altura, talos eretos, ramificados, violáceos. Folhas polimorfas, verde escura na parte superior e esbranquiçadas na inferior, pubescentes. Flores amarelentas, formando racimo piramadal, com folhas entresmescladas. Floresce no verão. A raiz e a folha contêm óleo volátil e um princípio amargo que torna a artemísia útil como tônico estomacal, excitante, com propriedades antiespasmódicas e anti-helmínticas. Ela é usada também para combater a histeria e as manifestações epilépticas, a icterícia e a diarréia. Tomado meia hora antes das refeições, o chá das folhas e flores da artemísia tem efeito digestivo e alivia cólicas intestinais. Contra distúrbios menstruais, recomenda-se beber uma xícara deste chá durante os sete dias que antecedem a menstruação. Devido a alta toxicidade contida no óleo essencial da planta, é necessário controle no seu uso e muito cuidado no excesso de doses.

    Atenção: Durante a gravidez, ou quando estiverem amamentando, as mulheres devem evitar o consumo da artemísia.

    Babosa

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    Babosa
    (Aloe vera)

    Planeta: Sol

    Origem: África meridional

    Partes usadas: Dela se aproveitam as folhas; do seu suco dessecado é reduzida a pó.

    Lendas e Mitos: A babosa é uma daquelas ervas que são companheiras antigas da Humanidade; Cleópatra já se beneficiava das propriedades rejuvenescedoras dos aloés sobre a cútis e o cabelo, para manter sua beleza. Muçulmanos, maometanos e judeus a usavam penduradas nas portas como proteção para todos os males. Perto de Meca era plantada ao lado dos túmulos para dar paciência aos mortos.

    Características e Cultivo: Popular em todo o Brasil, a babosa, conhecida também como erva-babosa e aloé, é uma planta própria de regiões de clima quente. América, África e Ásia: são vários os continentes de origem desta planta. Suas folhas, grossas e orladas de espinhos em serrilha, contêm uma seiva amarelada, gomosa, de odor intenso e sabor picante. Na extremidade da haste que sai do centro das folhas, nascem flores amarelas e pequenos frutos capsulares, com as sementes. Planta muito antiga, já era conhecida da Humanidade desde as primeiras civilizações. A planta tem folhas triangulares, grossas, suculentas, orladas de espinhos em serrilha.Cultivo em terra com humus; aguenta período de seca. As flores pendulares são de um vermelho intenso, reunidas em cacho.

    Indicações e Usos: A babosa entra na fabricação de licores, junto com outros ingredientes, e no preparo de cerveja preta, aperitivos e tônicos digestivos. Para fins medicinais, empregam-se as suas folhas frescas e o suco, extraído do caule, reduzido a pó, depois de dessecado. Suas folhas e principalmente o suco são emolientes e dão bons resultados quando aplicados sobre queimaduras, inflamações e para tirar berne, além de reduzir a queda de cabelos e a caspa em certos casos. Em doses pequenas, sua ação é tônica, aperitiva, estomacal e estimulante da secreção biliar. Administrada em doses maiores, funciona como purgante e ativadora da menstruação. O uso interno, entretanto, deve ser limitado, porque em doses acima do normal pode provocar nefrite (inflamação dos rins). Para o uso dermatológico, é utilizada como anti-rugas, limpando as células mortas e regenerando tecidos.

    Atenção: A casca das folhas da babosa jamais deve ser consumida. Esta erva tampouco deve ser utilizada em crianças, gestantes e mulheres que sofrem de inflamações uterinas ou ovarianas. Contra indicada também para quem sofre de hemorróidas e cálculos da bexiga.

    OBS: Dizem que Cleópatra já se beneficiava das propriedades rejuvenescedoras da babosa sobre a pele e os cabelos, para manter sua beleza.

    Camomila

    camomila

    Camomila
    (Matricaria Recutita)

    Planeta: Sol

    Origem: Erva de origem européia, vulgar nos jardins públicos.

    Partes usadas: Flores e folhas

    Lendas e Mitos: Atrai dinheiro; plantada ao redor da casa afasta o olho gorgo; simboliza a prosperidade.

    Caracteristicas e Cultivo: Planta anual, haste ereta cresce de 25 a 50 cms com folhas delgadas e bem recortadas. Flores lembram pequenas margaridas brancas. Planta de clima temperado, vai bem em locais onde faça um pouco de frio, em sol pleno, solos bem drenados, argilo-arenosos e férteis; assegura a saúde das plantas ao redor. Amiga das couves, cebolas, mentas e repolho.

    Indicações e Usos: Para fins medicinais, a única parte que se aproveita desta herbácea é a flor. Seu chá é utilizado para combater diversos problemas de saúde:tem ação antiinflamatória, alivia as cólicas, é calmante, relaxante, combate a insônia e a acidez do estômago. Isto porquê ela protege as mucosas do sistema digestivo. Sob a forma de compressas sobre os olhos, o chá de camomila funciona como um calmante, ajudando a limpar, desinflamar e aliviar a irritação causada pela poluição. Na estética, ela também presta um importante papel: hidrata a pele e clareia o cabelo.

    Outras espécies: Camomila Romana (arthemis nobilis) / Chamaemelum nobile Ait, camomila inglesa (rasteira e delicada) - é mais forte que a camomila comum, usar doses menores ( 3 gs para infuso, 10 gs para tintura oleosa). Uso medicinal bom : bom para azia, diarréia e dores menstruais.
    Camomila falsa ( chrisanthemum parthenium)- Vide matricária.

    Costuma-se plantar a camomila ao redor da casa pois ela simboliza a prosperidade.

    BOLDO

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    Boldo
    (Pneumus boldus)

    Planeta: Júpiter
    Partes usadas: Folhas

    Características: Também conhecido como boldo-do-chile, como o próprio nome diz, esta planta é originária do Chile, mais especificamente da Cordilheira dos Andes. As folhas do boldo, intensamente aromática e de sabor picante, são oval-elípticas e cobertas de pêlos salientes, desagradáveis ao tato.
    Indicações e Usos: Na medicina popular, o que se aproveita do boldo são somente as folhas, das quais se faz chá. Amargas, elas possuem propriedades tônicas e estimulantes. Facilitam a digestão, aumentando as secreções salivares e gástricas. São indicadas também nos casos de infecções hepáticas. Tomado diariamente, este chá acelera a produção da bílis, substância produzida pelo fígado que é importantíssima na decomposição de gorduras. Por isso mesmo o boldo é um ótimo auxiliar nos regimes de emagrecimento. Diurético, também é utilizado em casos de icterícia. As folhas do boldo desprendem um perfume semelhante ao da hortelã e da melissa.

    CAPIM LIMÃO

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    Capim Limão
    (Cymbopogon citratus Staupf)

    Origem: Propriedades ativas concentram-se nos óleos essenciais (citral e mirceno).Originária da Índia, introduzida no Brasil na época da colônia. Combate a erosão, tendo sido usado no Brasil Colônia para plantio à beira das estradas recém abertas.

    Partes usadas: Folhas
    Caracteristicas e Cultivo: Planta perene, forma enorme touceiras de folhas finamente estriadas, com margens cortantes, exalando um forte odor de limão. Flores agrupadas em pequenas espigas.
    Cultivo: A planta prefere terrenos pouco úmidos, vegetando bem em regiões de clima tropical e temperado. Faz-se mudas desmembrando pedaços da touceira mãe, plantando em lugar bem ensolarado à um metro uma da outra. O capim-limão é conhecido popularmente por capim-cidreira, capim-cidrão, ou capim-santo. Originário da Índia, pode chegar a 1,5m de altura. Tem caule com nós bem demarcados e a bainha das folhas (base ligada ao caule) lisa e estriada. As folhas são alongadas, estreitas nas pontas, com até 50cm de comprimento, 5 a 7mm de largura e áspera nas duas faces. É uma planta bastante utilizada no plantio em nível, para a contenção da água da chuva, no controle à erosão.
    Indicações e Usos: Com suas folhas, prepara-se um chá de ação relaxante muito indicado para insônia, diminuindo a ansiedade, bem como um excelente tônico depurativo nos estados gripais. É utilizado como calmante, antiespasmódico, sudorífico e diurético. Por estimular a transpiração, ajuda a baixar a febre. Esta erva também diminui os gases intestinais e facilita o trabalho do aparelho digestivo. Acalma espasmos, histerias e outras perturbações nervosas. Atua como auxiliar nas afecções das vias urinárias. Batido no liquidificador, cru, com água gelada, é um excelente refresco nos dias muito quentes, para tirar o desânimo causado pelo próprio calor. Há informações de que causa a queda de pressão sanguínea.

    Por estimular a lactação, o capim limão é indicado para gestantes e lactantes.

    Erva Cidreira (Melissa)

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    Erva Cidreira (Melissa)
    (Melissa officinalis)
    Descrição: Planta herbácea, muito ramificada, com talos de 30 a 40 cm de altura. Folhas oval-laceoladas, opostas, pencioladas, serradas, pontiagudas, verde-claro acinzentadas, de superfície áspera. Flores brancas pequenas, de cheiro parecido ao do limão. A origem do nome melissa vem do grego, que significa abelha operária, já que os insetos adoram o néctar produzido por esta erva.

    Indicações e Uso:

    1) Cura ou alivia nervosismo, histerismo, epilepsia, dores de cabeça, dores espasmódicas das vias digestivas, arrotos, enjôos, gases, palpitações cardíacas, irregularidade menstruais.

    2) Fadiga, inflamações dos olhos, etc.

    3) Acalma as dores de dente e desinflama as gengivas

    4) Ajuda a diminuir o inchaço causado pela cachumba

    Partes Utilizadas: Folhas.

    Procedimentos:
    1) Chá por Infusão: Uso Interno, para adultos. Utiliza-se 2 colheres de sopa de folhas picadas de erva cidreira para 1 litro de água fervendo, 3 xícaras de chá morno, sem adoçante, diariamente pelo tempo necessário a cura. Para crianças, de acordo com a idade administram-se chás fracos, proporcionalmente, em porções da erva a uma sexta ou a treça parte das doses indicadas para adultos.
    2) Compressas: Uso externo, para adultos. Aplicadas sobre as pálpebras, porção da erva o triplo da preparada por infusão.
    3) Cozidas: Em bochechos
    4) Folhas Amassadas em sal e água

    Erva Doce (Anis)

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    Erva Doce (Anis)

    (Pimpinella anisum)

    Origem: Já era cultivada pelos egípcios em 1500 AC para alimento, bebida e remédio. Em outros tempos nativa no Mediterrâneo e Ásia Menor. Também cultivada no México.

    Partes usadas: Sementes, folhas e bulbos.

    Lendas e Mitos: Os romanos faziam com a pimpinela o MUSTACEUS, um bolo que era servido ao final dos banquetes (foi o precursor dos bolos de noiva condimentados); era tão preciosa na Antiguidade, que a Inglaterra pagava impostos sobre sua importação.

    Características: Planta anual, de 30 a 35 cms de altura. Folhas verdes, as inferiores orbiculadas, as médias são penadas e as superiores são inteiras ou tripartidas. Flores em buquês brancos, com frutos ovóides, um pouco alongados.O plantio é de setembro a novembro. Gosta de clima ameno. Quando o objetivo do cultivo for as sementes, colher no verão, quando estiverem amarronzadas. As folhas podem ser colhidas à partir dos 15 cms. O anis é uma planta herbácea, originária da Grécia, Egito e OrienteMédio. Com o passar do tempo, espalharam suas sementes pelo mundo, de modo que hoje elas podem ser encontradas nos cinco continentes. Anual, com altura variando entre 30 e 75cm, tem caule ereto, oco e estriado. As flores são brancas e dão origem a pequenos frutos ovóides ou periformes (em forma de peras).O sabor dos frutos do anis é quente, aromático e marcadamente doce. Popularmente é conhecido como Erva Doce.
    Indicações e Usos: A essência do anis é utilizada na fabricação de licores, de confeitos e de medicamentos, para melhorar o sabor de alguns remédios. Na medicina popular, utilizam-se principalmente as sementes. Elas são estimulantes da digestão e da produção de leite. Tem propriedades antiespasmódicas, carminativas (combate os gases intestinais), diuréticas e expectorantes. Acalma excitações nervosas e insônia. Age contra as cólicas dos recém-nascidos. O chá estimula as secreções lácteas, salivares e gástricas, beneficiando, conseqüentemente, a lactação, a higiene bucal e a digestão. A erva doce é benéfica para mulheres grávidas, pois alivia mal-estar e enjôos. A erva doce já era cultivada pelos egípcios em 1500 AC para uso como alimento, bebida e remédio.

    MANJERICÃO/ALFAVACA

     

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    Manjericão (Alfavaca)
    (Ocimum basilicum)

    Planeta: Marte

    Origem: O nome deriva do grego basileus que significa rei. Originário da Índia.

    Partes usadas: Folhas e flores

    Lendas e Mitos: É a erva das fábulas Na Idade Média acreditava-se que um ramo de alfavaca num recipiente espantava escorpiões.Oriundo da Índia, o manjericão grande é venerado como planta imbuída de essência divina (consagrada a Krishna e Vishnu), por isso os indianos o escolheram para fazerem sobre a erva os juramentos em tribunal; além disso ela é colocada no peito dos mortos para servir de passaporte para o paraíso. Encontrou-se manjericão grande em volta do túmulo de Cristo depois da ressurreição, por isso algumas igrejas ortodoxas o usam para preparar a água benta e têm vasos embaixo dos altares. Em Creta, o manjericão simbolizava o amor banhado com lágrimas e na Itália é usado como prova de amor.
    Plantadas nos túmulos, os hindus acreditavam ser o passaporte para o paraíso. Em Minas gerais era usado nos velórios por causa do seu cheiro.Na Itália oferece-se o manjericão como prova de fidelidade à pessoa amada. No Haiti acompanha a deusa pagã do amor, Erzulie, como uma poderosa proteção e as camponesas mexicanas nuitas vezes trazem-no no bolso para atraírem o olhar de algum eventual apaixonado.

    Características e Cultivo: Herbácea anual de até 60 cm de altura, caule pubescente, finamente estriado, ramoso, verde claro a avermelhado na base, folhas grandes, serradas, ovada e verde-clara, com cheiro forte e ardente, mas fresco. As flores se reúnem num fascículo circular em número de seis, e são pequenas, aromáticas e esbranquiçadas, desabrochando no final do verão. A espécie Citriodorum tem aroma de limão e a Purpurascebs tem folhas enrugadas e púrpuras, com flores rosa pálido.Gosta de solos leves e ricos em matéria orgânica, em terrenos ensolarados e bem drenados, bem irrigados quando seco. Propagação por semeadura ou estaquia de galhos. Deixar 30 cms entre as plantas. Funciona bem a auto-semeadura em locais que não são muito frios. São conhecidas e cultivadas no Brasil uma série de plantas que guardam um forte parentesco. Originária da Ásia Central e Índia, hoje esta espécie é cultivada em quase todo o mundo. Não tolera temperaturas baixas, prefere climas amenos ou quentes, formando grandes touceiras quando plantado em lugares adequados. Também conhecido como alfavaca.

    Outras espécies: Manjericão de folha miúda ou de santa cruz: minimum
    Manjericão de folha crespa: crispum
    Manjericão de folha roxa: purpureum
    Alfavacão: graissimun.

    Indicações e Usos: É um dos ricos temperos da culinária italiana já incorporado à cozinha brasileira. Na medicina popular, o chá das folhas do manjericão é utilizado para aliviar as dores de garganta (gargarejo); em bochechos ajuda a cicatrizar aftas. Este chá atua ainda contra tosses, gripes, resfriados e crises de bronquite. Sendo um sedativo suave, pode ser usado para combater dor de cabeça, enxaqueca e gastrites. Recomenda-se o seu uso nos casos de vômitos e dores de estômago. Tem ação sobre o aparelho urinário combatendo o ardor ao urinar e estimulando os rins. Compressas feitas com o chá também são indicadas para o caso de lactantes que têm rachaduras no bico dos seios. É costume colocar ramos de manjericão nas gavetas e armários para perfumá-los e repelir insetos.

    cultura do almeirão

    Almeirão

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    O Almeirão (Cichorium intybusL.) é uma planta herbácea, de ciclo anual e que atinge ao redor de 50 centímetros de altura. Sua raiz é longa e tem formato cônico. Suas folhas são verdes, de superfície lisa recoberta de pêlos e desenvolvem-se formando uma roseta próxima ao solo. Os capítulos azuis, compostos apenas de flores liguladas, formam-se na axila das folhas. O fruto é do tipo aquênio. Toda a planta é rica em vasos laticíferos.

    O Almeirão (Cichorium intybusL.) é uma planta herbácea, de ciclo anual e que atinge ao redor de 50 centímetros de altura. Sua raiz é longa e tem formato cônico. Suas folhas são verdes, de superfície lisa recoberta de pêlos e desenvolvem-se formando uma roseta próxima ao solo. Os capítulos azuis, compostos apenas de flores liguladas, formam-se na axila das folhas. O fruto é do tipo aquênio. Toda a planta é rica em vasos laticíferos.
    Veja mais Família: Asteraceae (Compositae)

    Espécie: Cichorium intybusL.

    Nomes Populares: chicória-amarga.

    Planta: Planta herbácea, produtora de látex, de ciclo anual e que atinge ao redor de 50 centímetros de altura.

    Sistema radicular: Sua raiz é longa, robusta, de formato cônico e sem muitas ramificações. Caule: Ereto, ramificado e anguloso.

    Folhas: Suas folhas são verdes, de superfície lisa recoberta de pêlos, formato lanceolado, sésseis, bordo denteado e desenvolvem-se formando uma roseta próxima ao solo. Flores: São liguladas e estão agrupadas em inflorescência do tipo capítulo que surge na axila das folhas, apresentam cor azul.

    Fruto: É do tipo aquênio.

    Fonte: www.iban.com.br

    almeirão

    O almeirão é uma espécie de chicória ou endívia, da família das Asteraceae. Cichorium intybus L. é uma Asteraceae muito semelhante à chicória de quem se diferencia por possuir folhas mais alongadas, mais estreitas, recobertas por pelos e com sabor amargo mais pronunciado (Filgueira, 2000).

    Camargo (1992) descreveu como as cultivares mais cultivadas: Folha Larga, Branco e Pão-de-Açúcar. Trani & Passos (1998) incluem também uma cultivar de folha dentada denominado Catalonha entre as mais cultivadas. Segundo Hangui* as cultivares Folha Larga, Pão-de-Açúcar e Catalonha são as mais cultivadas na região de Campinas. Segundo o Instituto de Economia Agrícola e a Coordenadoria de Assistência Técnica Integral, publicados por Camargo & Camargo (1999), a produção, produtividade e a área cultivada da 'Catalonha' são apresentadas separadamente das de almeirão.

    Segundo esses autores, as áreas cultivadas com almeirão e com 'Catalonha', no estado de São Paulo, para o ano de 1998, foram respectivamente, de 960 e 546 hectares.

    Embora do ponto de vista nutricional o almeirão seja superior à alface (Khathounian, 2001) por ser mais calórico e mais rico em proteínas, amido, fibras, cálcio, ferro e vitamina A, é uma das hortaliças menos estudadas no Brasil quanto ao comportamento das cultivares mais comercializadas.

    Não foi encontrado, para as condições brasileiras, trabalho de pesquisa referente a almeirão na década de noventa. Os únicos trabalhos de pesquisa para almeirão mais recentes foram os de Matsumoto & Minami (1986) e Haag & Minami (1988) que estudaram no campo o comportamento da cultivar Folha Larga quanto ao espaçamento e nutrição mineral, respectivamente.

    Não se conhece estudos sobre a possibilidade do cultivo dessa hortaliça sob cultivo protegido. Por outro lado, produtores de hortaliças sob cultivo protegido, devido a preços insatisfatórios obtidos com pimentão, pepino e tomate, têm procurado alternativas com preferência às hortaliças folhosas de ciclo mais curto, como rúcula, alface, chicória, entre outras. Além disso, a rotação de culturas constitui-se em importante sistema auxiliar no controle de algumas pragas e doenças que incidem em solanáceas e cucurbitáceas. Não se tem informação na região de Campinas sobre o desempenho do almeirão cultivado sob estufa agrícola no final do inverno e começo da primavera.

    Fonte: pt.wikipedia.org

    almeirão

    Uma variedade de cultivo do almeirão é a branca Cichorium Intybus L.), conhecida pelo nome de chicória amarga. É muito amarga, de modo que o mais pertinente é cortar e esvaziar a extremidade do talo, pois é ali que se acumulam principalmente os componentes amargos. É claro que isto só se faz quando se quer prescindir de tais matérias amargas, que são precisamente as que excitam o apetite e aumentam a secreção biliar.
    A indicação freqüente de lavar os talos e tirar-lhes o sabor amargo com água quente pode fazer com que o amargor se torne mais Pronunciado. O melhor é lavar os talos com água fria e deixar secar. O efeito da luz também aumenta esse forte sabor que leva à perda de suavidade das folhas. Os doentes da vesícula e do fígado devem consumir tanto quanto puderem de chicória.

    Fonte: www.jesusvoltara.com.br

    Almeirão

    Melhores variedades: folha-larga e branco.

    Época de plantio: março - setembro; nas zonas serranas: o ano todo.

    Espaçamento: 25 x 10cm.

    Sementes necessárias: no mínimo 2kg/ha.

    Combate à erosão: canteiros em nível.

    Adubação:
    por metro quadrado: 8kg de composto; 200g de superfosfato simples; 20g de cloreto potássio;
    em cobertura: 75g de sulfato de amônio, aos 15, 25 e 35 dias após a germinação, para a mesma unidade de área, 1/3- em cada aplicação.

    Tratos culturais: escarificação; desbaste; irrigações freqüentes, por aspersão.

    Combate à moléstias e pragas: insetos Malatol 50-E a 0,20%, ou Phosdrin a 0,15%;
    fungos: Dithane M-45 a 0,20%; Manzate a 0,20%.

    Época de colheita: 50 dias após o plantio, continuando por um período variável.

    Produçãos normal: folhas: muito variável.

    Melhor rotações: repolho-de-verão sabaúna, feijão-vagem e adubos verdes.

    Observações: a cultura pode dar até oito cortes sucessivos. Aplicar o nitrogênio sempre em cobertura.

    Fonte: www.agrov.com

    ALMEIRAO

    O almeirão (Chicorium intybus) é uma hortaliça da mesma família da alface e da chicória. Suas folhas são cobertas por pelos e possuem sabor amargo pronunciado.

    Informações Nutricionais

    100 g contêm, em média:

    Macrocomponentes Glicídios (g) 4
    Proteínas (g) 1
    Lipídios (g) 0
    Fibras alimentares (g)
    Vitaminas Vitamina A1 (mg) 263
    Vitamina B1 (mg) 213
    Vitamina B2 (mg) 120
    Vitamina B3 (mg) 0
    Vitamina C (mg) 11
    Minerais Sódio (mg) 82
    Potássio (mg) 371
    Cálcio (mg) 70
    Fósforo (mg) 23
    Ferro (mg) 1
    Conteúdo energético (kcal) 25

    Como Comprar

    As hortaliças devem estar verdes, limpas e sem marcas de insetos. Em geral, as folhas são mais tenras quando estão bem novas. Evite as folhas murchas, danificadas ou amareladas. Prefira as de tamanho médio.

    Como Conservar

    Conserve em geladeira, embrulhado em plástico transparente, por cinco a sete dias.

    Como Consumir

    Depois de bem lavado e picado, pode ser consumido cru (em saladas) ou refogado, sendo comum associá-lo com outras hortaliças, como a couve e a mostarda.

    curiosidades sobre o almeirão

    Almeirão

    Arroz e feijão de cara nova

    O almeirão, conhecido em alguns locais como chicória amarga, é uma hortaliça do tipo folha, de sabor amargo, originária da Europa Mediterrânea. Em algumas regiões do Brasil, cresce naturalmente uma variedade chamada de almeirão do mato, muito apreciado por ter sabor menos amargo. O almeirão é uma Asteraceae, a mesma família da chicória, alface, dente-de-leão e serralha. Fornece vitaminas A, C e do complexo B, além de ser boa fonte de fósforo e ferro.

    COMO COMPRAR

    Escolha os maços com cuidado, sem amassá-los e sem rasgar as folhas. Deixe para comprar o almeirão por último, assim evita-se que as folhas sejam danificadas no fundo do carrinho pelas outras compras. As folhas devem estar verdes, firmes, sem sinais de murchamento e sem pontos escuros. Folhas com início de amarelecimento são velhas e não têm boa qualidade. Compre o almeirão na forma minimamente processada (ou seja, já lavado, picado e embalado) somente se o produto estiver sob refrigeração. Verifique o prazo de validade e coloque-o em geladeira logo ao chegar em casa com as compras. Os melhores preços são alcançados de julho a outubro. COMO CONSERVAR

    O almeirão, como a maioria das hortaliças de folha, estraga-se rapidamente, murchando e amarelecendo depois de colhido. Por isto, compre somente o necessário para consumo imediato, e tenha sempre o produto fresco para consumo. O almeirão pode ser mantido por até três dias na geladeira. Lave e escorra bem a água das folhas e acondicione em saco de plástico próprio para alimentos ou em vasilha de plástico tampada. Em condição ambiente, as folhas devem ser mantidas com a parte de baixo numa vasilha com água, e em lugar fresco; mesmo assim a durabilidade será menor que um dia.

    COMO CONSUMIR

    O almeirão pode substituir hortaliças como a couve, o espinafre e a chicória, no preparo de pratos quentes ou em saladas. As folhas inteiras ou rasgadas são refogadas em óleo de cozinha ou azeite, e temperadas com sal, alho e pimenta a gosto. Também pode ser preparado com feijão, arroz, grão-de-bico, soja, lentilha e como recheio de bolinhos, tortas e sanduíches.
    As folhas podem ser consumidas cruas em saladas, picadas bem fininhas e temperadas a gosto. Neste caso, lave-as antes em água corrente, deixe-as de molho por 20 minutos em 1 litro de água filtrada misturada à uma colher (sopa) de água sanitária, em seguida enxagüe em água filtrada. No lugar da água sanitária, também pode-se usar produtos específicos para higienização de hortaliças, vendidos nos supermercados na forma de pastilhas. Neste caso, siga as instruções do fabricante contidas na embalagem do produto.

    DICAS

    * O almeirão é um ótimo acompanhamento para carne assada, lingüiça e aves;
    * O almeirão roxo, raro no mercado das cidades grandes, é menos amargo que o almeirão verde e pode ser consumido cru em saladas ou refogado;
    * Temperos que combinam; azeite, cebola, alho, pimenta, vinagre, limão, cheiro-verde.

    Fonte: www2.correioweb.com.br

    Almeirão

    Como a maioria dos folhosos, o almeirão também é um vegetal de baixo teor calórico.

    Quanto ao valor nutritivo é um alimento muito recomendado, pois contém minerais como Cálcio, Fósforo e Ferro e vitaminas A, do Complexo B (B2 e Niacina), e ainda, em menor quantidade, vitamina C.

    Os minerais são importantes, pois contribuem para a formação de ossos, dentes e sangue. A vitamina A é indispensável à visão, as vitaminas do Complexo B evitam problemas de pele e auxiliam no crescimento e, a vitamina C dá resistência aos tecidos e protege o organismo contra infecções.

    O almeirão deve ser consumido preferencialmente em saladas com o seguinte tempero: frite alguns dentes de alho ou fatias de toucinho em óleo suficiente para temperar a salada, misture um pouco de vinagre e sal, se desejar, e despeje sobre o almeirão.

    Quando de boa qualidade, o almeirão deve apresentar folhas verdes, firmes e não muito sujas. Deve ser conservado em geladeira protegido com papel ou saco plástico, onde se conservará por 5 a 7 dias.

    Seu período de safra é de agosto a janeiro.

    Fornece 20 calorias em cem gramas.

    Fonte: www.vitaminasecia.hpg.ig.com.br

    almeirão

    Benefícios:
    - Boa fonte de fósforo e ferro
    - Fornece vitaminas A,C e do complexo B

    O almeirão, conhecido em alguns locais como chicória amarga, é uma hortaliça do tipo folha, de sabor amargo, originária da Europa Mediterrânea. Em algumas regiões do Brasil, cresce naturalmente uma variedade chamada de almeirão do mato, muito apreciado por ter sabor menos amargo. O almeirão é uma Asteraceae, a mesma família da chicória, alface, dente-de-leão e serralha. Fornece vitaminas A, C e do complexo B, além de ser boa fonte de fósforo e ferro.

    Quando for comprar almeirão escolha os maços com cuidado, sem amassá-los e sem rasgar as folhas. Deixe para comprar o almeirão por último, assim evita-se que as folhas sejam danificadas no fundo do carrinho pelas outras compras. As folhas devem estar verdes, firmes, sem sinais de murchamento e sem pontos escuros. Folhas com início de amarelecimento são velhas e não têm boa qualidade. Compre o almeirão na forma minimamente processada (ou seja, já lavado, picado e embalado) somente se o produto estiver sob refrigeração. Verifique o prazo de validade e coloque-o em geladeira logo ao chegar em casa com as compras. Os melhores preços são alcançados de julho a outubro.

    O almeirão, como a maioria das hortaliças de folha, estraga-se rapidamente, murchando e amarelecendo depois de colhido. Por isto, compre somente o necessário para consumo imediato, e tenha sempre o produto fresco para consumo. O almeirão pode ser mantido por até três dias na geladeira. Lave e escorra bem a água das folhas e acondicione em saco de plástico próprio para alimentos ou em vasilha de plástico tampada. Em condição ambiente, as folhas devem ser mantidas com a parte de baixo numa vasilha com água, e em lugar fresco; mesmo assim a durabilidade será menor que um dia.

    O almeirão pode substituir hortaliças como a couve, o espinafre e a chicória, no preparo de pratos quentes ou em saladas. As folhas inteiras ou rasgadas são refogadas em óleo de cozinha ou azeite, e temperadas com sal, alho e pimenta a gosto. Também pode ser preparado com feijão, arroz, grão-de-bico, soja, lentilha e como recheio de bolinhos, tortas e sanduíches.
    As folhas podem ser consumidas cruas em saladas, picadas bem fininhas e temperadas a gosto. Neste caso, lave-as antes em água corrente, deixe-as de molho por 20 minutos em 1 litro de água filtrada misturada à uma colher (sopa) de água sanitária, em seguida enxágüe em água filtrada. No lugar da água sanitária, também pode-se usar produtos específicos para higienização de hortaliças, vendidos nos supermercados na forma de pastilhas. Neste caso, siga as instruções do fabricante contidas na embalagem do produto.

    DICAS

    - O almeirão é um ótimo acompanhamento para carne assada, lingüiça e aves;
    - O almeirão roxo, raro no mercado das cidades grandes, é menos amargo que o almeirão verde e pode ser consumido cru em saladas ou refogado;
    - Temperos que combinam; azeite, cebola, alho, pimenta, vinagre, limão, cheiro-verde.

    Fonte: www.ufms.br

    caracteristicas do almeirão

     

    Almeirão

    Benefícios:
    - Boa fonte de fósforo e ferro
    - Fornece vitaminas A,C e do complexo B

    O almeirão, conhecido em alguns locais como chicória amarga, é uma hortaliça do tipo folha, de sabor amargo, originária da Europa Mediterrânea. Em algumas regiões do Brasil, cresce naturalmente uma variedade chamada de almeirão do mato, muito apreciado por ter sabor menos amargo. O almeirão é uma Asteraceae, a mesma família da chicória, alface, dente-de-leão e serralha. Fornece vitaminas A, C e do complexo B, além de ser boa fonte de fósforo e ferro.

    Quando for comprar almeirão escolha os maços com cuidado, sem amassá-los e sem rasgar as folhas. Deixe para comprar o almeirão por último, assim evita-se que as folhas sejam danificadas no fundo do carrinho pelas outras compras. As folhas devem estar verdes, firmes, sem sinais de murchamento e sem pontos escuros. Folhas com início de amarelecimento são velhas e não têm boa qualidade. Compre o almeirão na forma minimamente processada (ou seja, já lavado, picado e embalado) somente se o produto estiver sob refrigeração. Verifique o prazo de validade e coloque-o em geladeira logo ao chegar em casa com as compras. Os melhores preços são alcançados de julho a outubro.

    O almeirão, como a maioria das hortaliças de folha, estraga-se rapidamente, murchando e amarelecendo depois de colhido. Por isto, compre somente o necessário para consumo imediato, e tenha sempre o produto fresco para consumo. O almeirão pode ser mantido por até três dias na geladeira. Lave e escorra bem a água das folhas e acondicione em saco de plástico próprio para alimentos ou em vasilha de plástico tampada. Em condição ambiente, as folhas devem ser mantidas com a parte de baixo numa vasilha com água, e em lugar fresco; mesmo assim a durabilidade será menor que um dia.

    O almeirão pode substituir hortaliças como a couve, o espinafre e a chicória, no preparo de pratos quentes ou em saladas. As folhas inteiras ou rasgadas são refogadas em óleo de cozinha ou azeite, e temperadas com sal, alho e pimenta a gosto. Também pode ser preparado com feijão, arroz, grão-de-bico, soja, lentilha e como recheio de bolinhos, tortas e sanduíches.
    As folhas podem ser consumidas cruas em saladas, picadas bem fininhas e temperadas a gosto. Neste caso, lave-as antes em água corrente, deixe-as de molho por 20 minutos em 1 litro de água filtrada misturada à uma colher (sopa) de água sanitária, em seguida enxágüe em água filtrada. No lugar da água sanitária, também pode-se usar produtos específicos para higienização de hortaliças, vendidos nos supermercados na forma de pastilhas. Neste caso, siga as instruções do fabricante contidas na embalagem do produto.

    DICAS
    - O almeirão é um ótimo acompanhamento para carne assada, lingüiça e aves;
    - O almeirão roxo, raro no mercado das cidades grandes, é menos amargo que o almeirão verde e pode ser consumido cru em saladas ou refogado;
    - Temperos que combinam; azeite, cebola, alho, pimenta, vinagre, limão, cheiro-verde.

    cultura da alcachofra

    COMO PLANTAR ALCACHOFRA

    Foto 1: Alcachofra 'Roxa de São Roque', a mais plantada no Brasil

    # Introdução

    A alcachofra (Cynara scolymus L.) é uma hortaliça herbácea , perene, pertencente à família Compositae ou modernamente Asteraceae. De acordo com Vavilov a espécie surgiu na região central do Mediterrâneo. Adaptada a clima ameno, não tolera frio intenso e encharcamento do solo. É cultivada, principalmente, em regiões serranas ( altitude superior a 700 metros), com verão ameno e inverno com geadas fracas. Em local quente e seco, ocorre a abertura precoce do botão, que prejudica a qualidade da porção comestível.

    # Importância

    As partes comerciáveis são as inflorescências, vulgarmente chamadas botões, utilizadas para consumo in natura. A parte interna do talo pode ser consumida como palmito, sendo muito apreciada pelas cozinhas italiana e francesa. A alcachofra é considerada planta medicinal, tendo efeitos benéficos nas atividades gastrointestinais e do coração, auxiliando ainda o fígado na sua ação neutralizante de toxinas presentes no organismo. Também pode ser usada na extração da cinarina das folhas, um diurético. Além de apresentar baixas calorias, é rica em vitaminas e minerais. Na Itália é também usada na fabricação de um licor, popular e bastante amargo.

    Segundo dados da Food and Agriculture Organization of the United Nations (FAO), citados por GRAIFENBERG (1987), a cultura ocupa, no mundo, uma área de 114000 ha, com produção de 1070000 t. Cerca de 90% desta área se encontram na região do Mediterrâneo e o restante nos Estados Unidos (6000 ha). Neste último continente, a maior área está na Argentina (4000 ha). A Itália, com 52000 ha, é o país onde a espécie é mais amplamente cultivada, seguida da Espanha com 23000 ha, França com 15000 ha e Marrocos com 5000 ha.

    No Brasil, seu cultivo é ainda recente, ocupando pequenas áreas nos Estados de São Paulo ( em municípios próximos à capital), do Paraná e do Rio Grande do Sul (na região norte).

    # Cultivo

    Existem várias cultivares tais como Roxa Comprida, Roxa Romana, Verde Redonda, mas no Brasil a cultivar mais plantada é a Roxa de São Roque (foto 1).

    Não se recomenda fazer a propagação por sementes, pois nem sempre se reproduzem as características desejáveis da planta mãe, podendo-se originar plantas espinhosas, que não produzem botões comerciáveis. O processo mais usado é o de reprodução por mudas, mas é necessário tomar alguns cuidados na hora de adquiri-las. As mudas devem medir entre 20 e 30 centímetros de comprimento, possuir raízes finas e não ter ferimentos. Devem, ainda, apresentar uma parte da planta mãe, na qual estavam aderidas antes de virar mudas (Foto 2). As folhas devem ser aparadas um pouco acima do broto central (foto 3). São necessárias entre 5000 e 6000 mudas por hectare, para plantio em espaçamento variando entre 2.0 e 2.5 metros entre as linhas e 1.0 e 1.5 metro entre covas (foto 4).


    Foto 2: Muda obtida a partir da planta-mãe

    Foto 3: Mudas prontas para o plantio


    Foto 4: Plantio no campo em espaçamento 2,00 m x 1,00 m

    Foto 5: Mudas são enterradas até o ponto de inserção das folhas

    Após o preparo convencional, os sulcos de plantio são feitos, de preferência em nível. Se o solo estiver seco, deve-se irrigá-lo antes de plantar. As mudas são enterradas somente até o ponto de inserção das folhas (foto 5). É recomendável cobrir o solo com cobertura morta, sem pragas, ao redor da muda a fim de mantê-lo mais fresco. A melhor época de plantio das mudas é de março a maio. Seu ciclo varia de 180 a 210 dias.

    Em condições normais de cultivo, a colheita é feita no mês de outubro. Nessa época, há o maior volume de produção e, conseqüentemente, queda dos preços. Para antecipar a colheita muitos produtores têm feito uso de hormônios vegetais, como a giberelina, por exemplo. Com sua aplicação, a produtividade é menor, mas os preços são mais compensadores.

    A alcachofra é bastante exigente quando se trata de solo. Só produz bem em solos férteis, profundos e bem drenados. Deve haver água em abundância para irrigar a lavoura. Antes do plantio é necessário que se faça a análise do solo para determinar a adubação e a calagem corretas. A alcachofra produz melhor em terras com pH entre 5.5 e 6.5. Além dos nutrientes básicos (NPK), necessita de cálcio, magnésio e boro, não dispensando a adubação orgânica.

    Adubação: Plantio

    40 a 50 t/ha de esterco de curral curtido ou 10 a 13 t/ha de esterco de galinha

    N = 40 kg/ha
    P2O5 = 400 kg/ha
    K2O = 160 kg/ja
    B = 1 a 2 kg/ha

    * Conforme análise de solo, pelo menos 15 dias antes do transplante das mudas

    Adubação: Cobertura

    N = 50 a 100 kg/ha, dividindo-se em 2 aplicações, aos 30 e 60 dias após o transplante das mudas.

    Em solos pobres em potássio, aplicar 50 kg/ha de K2O.
    # Principais Pragas e Doenças

    -Pragas: Broca de Ramo; Caracóis; Cochonilha da Raiz; Lagarta Rosca; Nematóides de Galhas e Pulgões.

    Controle: Pulverização com dimethoate (único produto registrado). - Doenças: Bacteriose; Viroses; Antracnose; Fumagina; Mancha de Alternaria e Oídio. Controle: Não há fungicidas registrados, o controle seria cultural como uso de mudas sadias e evitar ferimentos na planta. # Tratos Culturais

    Capinas; desbrotas; irrigação; poda após final da colheita; ensacamento dos botões com sacos de papel (foto 6), para preservar assim a sua cor roxa característica, que assegura melhor preço no mercado.


    Foto 6: Botões florais são ensacados com sacos de papel.

    Foto 7: A alcachofra é comercializada no atacado em caixas tipo K.

    # Colheita

    A colheita é feita manualmente, cortando-se a haste com 20 a 30 cm de comprimento. O ponto de colheita é quando os botões apresentarem as brácteas aderentes carnosas.

    Após a colheita, as alcachofras são levadas para um galpão, classificadas por tamanho e embaladas.

    # Produtividade

    Uma lavoura normal apresenta uma produtividade média de 25000 botões por hectare, que equivale a 1000 caixas.

    # Comercialização

    A comercialização é feita em caixas de madeira tipo K (10 a 20 kg) (foto 7).


    CURIOSIDADES SOBRE A ALCACHOFRA

    Alcachofra: Uma flor na mesa


    Ao saborear uma alcachofra, além de consumir um poderoso alimento, você estará se deliciando com uma flor exótica e medicinal. Conheça aqui, as virtudes dessa delícia.

    Na verdade, a alcachofra (Cynara scolymus) que consumimos é uma flor imatura, pertencente à mesma família das margaridas e dos girassóis - a família das Compostas. Conta-se que ela saiu do jardim e foi para a mesa na época do Império Romano, quando suas propriedades nutritivas e medicinais foram descobertas e a alcachofra passou a ser privilégio apenas da mesa de nobres e reis. Hoje, felizmente, não é preciso ser nobre para desfrutar deste privilégio (apesar do preço ser às vezes proibitivo!).

    Considerada uma iguaria exótica, esta hortaliça parece ter sido feita para ser deliciada a cada pétala e não para ser devorada. Afinal, dela consumimos apenas a parte carnuda das "pétalas" e o "fundo" da flor, depois de retirados os espinhos. O trabalho é compensador, se levarmos em conta suas excelentes propriedades nutritivas e medicinais: a cada 100g comestíveis, encontramos boas doses de vitaminas do complexo B, potássio, cálcio, fósforo, iodo, sódio, magnésio e ferro. A lista de suas qualidades terapêuticas também é digna de registro. Para começar, o sabor amargo estimula as secreções digestivas. A água do cozimento da alcachofra é um verdadeiro chá de efeito diurético, estimulante da vesícula biliar e ativador da digestão.

    Aliás, a alcachofra é considerada um eficiente auxiliar da digestão e a ciarina – substância encontrada na planta – pode melhorar as funções do fígado. A medicina popular já consagrou esta iguaria como um perfeito alimento-remédio, ideal para as pessoas com problemas hepáticos e para os diabéticos.

    Várias experiências realizadas com o extrato da alcachofra atestaram sua eficiência na redução do excesso de gordura no sangue, porém, o simples fato de consumí-la já traz inúmeras vantagens, entre elas, o poder de combater anemias e raquitismo, pela boa dose de ferro e vitamina C que contém.

    Proibida para mulheres?

    Quando se fala em alcachofra é preciso esclarecer alguns enganos. No início do texto as palavras pétalas e fundo aparecem entre aspas. Isso porque o que se chama de "flor" na planta é, na verdade, uma inflorescência. A flor é constituída por um capítulo de grandes dimensões do qual consumimos apenas o receptáculo carnudo – chamado "fundo ou coração da alcachofra". As partes chamadas impropriamente de pétalas são as brácteas da planta.

    Feita a observação, vale a pena lembrar que as alcachofras sempre tiveram suas propriedades reconhecidas. Na Antigüidade, elas já eram utilizadas pelos médicos no preparo de medicamentos contra a febre, doenças do fígado, reumatismo e até como antidepressivo. Mas convém contar uma passagem não tão gloriosa desta planta: ao que parece, por volta do século XVI, o consumo da alcachofra na França chegou a ser proibido para mulheres. É que a esposa do rei Henrique II, a italiana Catarina de Médicis, adorava alcachofras e corria a fama de que a iguaria era um poderoso afrodisíaco. O comportamento da esposa do rei não devia ser muito exemplar, pois, juntando uma coisa com a outra, acharam que as damas não deviam comer alcachofras e viram por bem, proibir o consumo apenas pelas mulheres.

    Perfeita no prato

    As alcachofras foram trazidas para o Brasil pelos imigrantes europeus, há cerca de 100 anos. Nativa do sul da Europa e norte da África é uma planta de clima temperado a frio (média de 20 graus C) e áreas úmidas. Em regiões quentes vegeta bem, mas não forma os botões florais comestíveis.

    De agosto a novembro, estamos em plena época de colheita da alcachofra. É quando a encontramos com ótima qualidade e melhores preços. São quatro as variedades mais encontradas no mercado: Violeta de Proença, Roxa de São Roque, Verde Lion e Verde Grande da Bretanha.

    A maioria dos nutricionistas concorda: o ideal é consumir a alcachofra no mesmo dia da compra, pois ela começa a perder suas qualidades logo depois de colhida. Na hora da compra, recomenda-se escolher as que apresentarem talo longo e inflorescência firme e bem arroxeada. Para os apreciadores desta flor comestível, os "espinhos" só devem ser retirados após o cozimento - é quando chegamos ao gran finale da iguaria: o famoso fundo da alcachofra. Outro detalhe: recomenda-se consumir a planta logo após o cozimento ou preparo, para melhor aproveitamento de suas propriedades medicinais e nutricionais.

    Dicas para preparar a alcachofra:

    1. Corte o talo perto da base e lave a alcachofra em água corrente abrindo bem as pétalas para que a água penetre.
    2. Deixe de molho em água com sal e algumas gotas de limão ou vinagre para não escurecer.
    3. No cozimento, use panelas esmaltadas ou em aço inoxidável. As panelas de alumínio escurecem a alcachofra.
    4. O tempo médio de cozimento é de aproximadamente 40 minutos, dependendo do tamanho e idade da alcachofra. Em panela de pressão o tempo cai para uns 20 minutos.
    5. Para saber se a alcachofra está cozida, é só puxar uma folha: se ela se soltar com facilidade é porque está no ponto.
    6. No cozimento, evite o excesso de água: coloque o suficiente para cobrir metade da alcachofra.
    7. Os talos das alcachofras também podem e devem ser aproveitados. Para isso, é só retirar a parte fibrosa que os envolve, descascando-os com uma faca. Depois, deixe os talos mergulhados em água com limão ou vinagre durante alguns minutos e leve para cozinhar por 30 minutos ou 15 minutos em panela de pressão.

    Receitas:

    Alcachofra dos Nobres

    Corte as pontas das pétalas de 6 alcachofras grandes, deixando-as todas com a mesma altura. Retire as pétalas mais duras e esfregue as partes cortadas com limão. Ponha para ferver 8 xícaras (chá) de água com sal e coloque as alcachofras, junto com metade de um limão. Abaixe o fogo e deixe cozinhar por uns 30 minutos. Escorra e deixe esfriar.

    Retire, cuidadosamente com uma colherinha, a parte fibrosa central de cada alcachofra, isto é, os "espinhos". Retire também todas as pétalas, cubra os fundos com papel alumínio e leve à geladeira. Enquanto isso misture num recipiente 1/2 xícara (chá) de azeite, 2 colheres (sopa) de suco de limão, 2 colheres (sopa) de vinagre, salsa picada, 2 colheres (chá) de mostarda e sal a gosto. Retire os fundos das alcachofras da geladeira e arrume-os numa travessa, sobre as pétalas reservadas. Espalhe por cima o molho preparado e leve novamente à geladeira, até a hora de servir.

    Alcachofras à Romana

    Retire os talos de 4 alcachofras, limpe-as e corte a ponta das folhas. Coloque-as em uma vasilha com água, sal e limão e reserve. Misture 1/2 pãozinho amanhecido e ralado com salsa picada e sal a gosto. Escorra as alcachofras, achate-as um pouco no centro, para formar uma cavidade entre as pétalas e recheie com a mistura. Leve as alcachofras ao fogo, em uma panela com um pouco de água e óleo. Tampe e deixe cozinhar até que as pétalas se soltem facilmente.

    alcachofra,plantas que curam

    alcachofra03

    Alcachofra- Planta medicinal

    NOME;alcachofra; ( CYnara scolymus)

    Outros Nomes; alcachofra-hortense, alcachofra-rosa, artichaut, (francês), artichoke, (inglês), carciofo,(italiano), artischocke, (alemão), alcachofera, (espanhol)

    Família; das: Asteráceas, Compostas

    Sabor;.Aromático, amargo

    COMPONENTES; ácidos orgânicos, mácico, tanino, cinarina, enzimas, flavônicos glicosideos, pectina, sais minerais, enxofre, sódio, vitamina A, Vitamina, B1, B2, C.

    Propriedades ; Antiesclerótico, aperitivo, tónico, colerético, digestiva, depurativo- Indicada: para a doença das vias biliares

    Bronquite asmática, fígado, gota, celulite, hepatite, colesterol, prostatite, escorbuto, hemorróides, uretrite, diabetes, icterícia, debilidade cardíaca, anemia, erupções cutâneas,

    O nome desta planta que certamente já serviu de inspiração, para algumas canções, talvez pela sua beleza quando está em flor, e também pelas propriedades que possuí no campo da culinária, sendo a cabeça a parte utilizada. As suas folhas contem ferro, e segundo estudos farmacológicos, que a cinarina, reduz nos seres humanos a concentração de colesterol,

    Nas várias indicações medicinais, a que esta planta é solicitada, devido ás propriedades da sua composição, distingue-se as seguintes:

    Diabetes: As folhas reduzem a taxa de açúcar no sangue, consumir três vezes ao dia, a cabeça da alcachofra ao natural, misturada com sumo de limão.(como salada)

    Bronquite asmática: Cozer a cabeça da alcachofra, misturar umas gotas de limão e uma pitada de azeite, beber o caldo três a quatro xícaras ao dia

    Debilidade Cardíaca Anemia: Comer brácteas cruas ou cozidas, sob a forma de salada, com sumo de limão.

    Hepatite, colecistite, arterioesclorose: juntar 30 gramas de folhas, em um litro de água beber uma xícara 3 a 4 vezes ao dia:

    Diurético: Ferver 20gramas de raízes de alcachofrapor 5 minutos em um litro de água, filtrar, amornar, adoçar, se necessário, e tomar 3 xicaras ao dia.

    receitas com alcachofra

    Alcachofra

    Receitas

    Servida quente ou fria, a flor da alcachofra além de ser uma iguaria, é também um vegetal muito nutritivo com baixas calorias. Na realidade, as partes comestíveis são o miolo e a parte macia e polpuda, na base do vegetal.

    Para preparar a alcachofra, retiram-se a parte espinhosa superior e as pontas de suas folhas e, depois, cozinha-se tudo na água, no vapor, ou coloca-se para assar. Pode ser servida de diversas maneiras, como por exemplo umedecendo-se a parte comestível em algum tipo de molho, o que irá determinar se teremos um prato saudável ou repleto de calorias.

    Uma alcachofra grande proporciona 15% das necessidades diárias de folato e vitamina C, 300 mg de potássio e aproximadamente, 2 g de fibra. A alcachofra contém cinarina, uma susbtância química que, em teoria, melhora as funções do fígado e, possivelmente, diminui o colesterol do sangue.

    Alcachofra ao pesto de nozes

    Ingredientes:

    1/2 maço de manjericão picado
    4 dentes de alho
    1 xícara (chá) de azeite de oliva
    1 xícara (chá) de nozes
    1/2 xícara (chá) de queijo parmesão ralado
    10 fundos de alcachofras em conserva grandes
    10 tomates-cereja cortados ao meio
    sal a gosto
    Modo de Preparo:
    Bata no processador o manjericão e o alho até obter uma pasta. Sem parar de bater, adicione, aos poucos, o azeite de oliva e continue a bater. Por último adicione as nozes, o queijo e o sal e bata até obter uma mistura homogênea. Reserve. Disponha os fundos de alcachofras em um prato grande. Distribua os tomates e regue com o molho pesto. Decore com folhas de manjericão.
    Fonte: Revista Água na Boca

    Categoria:
    Acompanhamentos

    Cozinha:
    Brasileira

    Temperatura:
    Frio

    Dificuldade:
    Fácil

    Tempo de preparo:
    15 min

    Rendimento:
    10 porções

     

    Alcachofra recheada com pasta e salsinha

    Ingredientes:

    4 alcachofras
    3 colheres (sopa) de suco de limão
    6 torradas
    1 e 1/2 xícara (chá) de salsinha picada
    2 colheres (sopa) de nozes picadas
    2 colheres (sopa) de azeite de oliva
    molho
    1/2 xícara (chá) de suco de laranja
    1 xícara (chá) de ricota picada
    1 colher (sopa) de molho de mostarda
    1 colher (sopa) de mostarda em grãos
    sal e pimenta-do-reino a gosto
    Modo de Preparo:
    Corte os talos das alcachofras e com uma tesoura corte a parte superior das folhas. Com uma colher elimine os pêlos do miolo. Regue tudo com o suco de limão e reserve. Pique as torradas em pedaços pequenos e coloque em uma tigela. Misture a salsinha, as nozes, o azeite de oliva, o sal e a pimenta-do-reino. Distribua o recheio entre as folhas de alcachofra e disponha-as no cesto de uma panela própria para cozimento a vapor. Coloque água na parte de baixo da panela, encaixe o cesto e tampe. Leve ao fogo e cozinhe por 20 minutos, ou até as alcachofras ficarem macias. Retire do fogo, disponha as alcachofras em pratos individuais e reserve. Para o molho, coloque no processador o suco de laranja, a ricota, o molho de mostarda e o sal. Bata tudo até obter um creme. Transfira para tigelas individuais e polvilhe a mostarda em grãos. Sirva com as alcachofras.
    Fonte: Revista Água na Boca

    Categoria:
    Acompanhamentos

    Esta receita:
    é light

    Cozinha:
    Brasileira

    Temperatura:
    Quente

    Dificuldade:
    Fácil

    Tempo de preparo:
    25 min + 20 min de cozimento

    Rendimento:
    4 porções

    Calorias:
    165 cal por porção

    Alcachofras alla inferno

     

    Ingredientes:

    sal
    2 dentes de alho
    pitada de orégano
    4 filés de anchovas
    6 colheres de sopa de azeite de oliva
    4 alcachofras
    3 fatias de pão italiano amanhecido
    1/2 colher de chá de molho de pimenta vermelha
    Modo de Preparo:
    Lave bem as alcachofras e coloque-as em um caldeirão com água fervente levemente salgada. Cozinhe as alcachofras até estarem macias. Escorra e deixe esfriar. Reserve ½ xícara da água do cozimento. Corte o pão italiano em cubinhos de 1 cm. Pique finamente os dentes de alho e os files de anchovas. Coloque o azeite em uma frigideira e aqueça bem. Acrescente o alho e as anchovas, refogue por 2 minutos e acrescente a pimenta vermelha, orégano e sal. Despeje os cubinhos de pão na frigideira e misture bem para envolver todos os pedaços na mistura de azeite. Retire do fogo e deixe esfriar. Coloque cubinhos de pão entre as folhinhas das alcachofras, e disponha-as em um refratário. Adicione o líquido do cozimento que foi reservado. Leve ao forno por cerca de 20 minutos. Sirva quente.

    Categoria:
    Acompanhamentos

    Temperatura:
    Quente

    Dificuldade:
    Fácil

    Minialcachofras em conserva

    Ingredientes:

    65 minialcachofras (escolha as menores)
    3 colheres (sopa) de suco de limão
    1 litro de vinagre de álcool
    1 maço médio de manjericão
    2 e 1/2 xícaras (chá) de azeite de oliva
    8 dentes de alho descascados
    2 colheres (sopa) de orégano desidratado
    sal a gosto
    Modo de Preparo:
    Lave as minialcachofras, eliminando as folhas externas mais duras. Com uma tesoura, corte as pontas das folhas. Corte o talo rente à for e coloque em uma tigela e deixe descansar por 1 hora. Em seguida, escorra a água e reserve. Em uma panela média, coloque o vinagre, 1 litro de água e o sal. Leve ao fogo e, assim que ferver, acrescente as minialcachofras. Cozinhe-as por 25 minutos, ou até ficar "al dente". Retire do fogo, escorra a água e deixe esfriar por 1 hora. Rasgue as folhas de manjericão e reserve. Em uma panela, aqueça o azeite de oliva, acrescente o alho, o manjericão e o orégano. Refogue, sem parar de mexer, por 5 minutos. Retire do fogo e deixe amornar por mais 10 minutos. Disponha as alcachofras em um vidro esterelizado com tampa, despeje o refogado com o azeite de oliva e tampe.
    Dicas:
    Esta conserva pode ser armazenada na geladeira ou em temperatura ambiente por 6 meses.
    Fonte: Revista Água na Boca

    Categoria:
    Acompanhamentos

    Cozinha:
    Brasileira

    Temperatura:
    Frio

    Dificuldade:
    Fácil

    Tempo de preparo:
    1h e 10 min + 2 h de descanso

    Rendimento:
    1.115 g

    Peito de peru com alcachofras

    Ingredientes:

    1 kg de peito de peru cortado em 6 fatias grossas
    2 dentes de alho
    alecrim
    1 colher (chá) de sementes de erva-doce
    250 g de pancetta em fatias
    azeite de oliva ou óleo
    1 cálice de vinho branco seco
    12 alcachofras pequenas
    suco de 1 limão
    alguns ramos de salsinha
    sal e pimenta-do-reino a gosto
    Modo de Preparo:
    Pique o alho com o alecrim numa tigela. Junte as sementes de erva-doce amassadas e reserve. Coloque as fatias de carne entre filme plástico e com um batedor de carne, bata ligeiramente e com cuidado. Tempere com sal e pimenta-do-reino, distribua por cima das fatias de pancetta e os temperos picados, enrole-as e amarre com barbante de cozinha. Tempere a parte externa com sal e pimenta-do-reino e coloque as fatias de carne num refratário. Regue com um fio de azeite, despeje o vinho e leve ao forno médio, preaquecido, por 1 hora e 15 minutos. Enquanto isso, limpe as alcachofras, elimine os talos e as folhas externas mais duras, corte com a tesoura a parte de cima, nivelando, e corte-as em gomos. Coloque as alcachofras em água e suco de limão. Em seguida, escorra e cozinhe numa frigideira com 3-4 colheres (sopa) de azeite e 1 concha de água por 20 minutos, em fogo baixo. Adicione o sal e pimenta-do-reino e polvilhe com a salsinha picada. Retire a carne do forno, elimine o barbante de cozinha e sirva a seguir, com a alcachofra regada.
    Fonte: Revista Água na Boca

    Categoria:
    Aves

    Cozinha:
    Brasileira

    Temperatura:
    Quente

    Dificuldade:
    Média

    Tempo de preparo:
    30 min + tempo de forno

    Rendimento:
    6 porções

    cultura do alecrim-rosmarin

    alecrim

    ALECRIM
    Rosmarinus officinalis Linn.

    É um arbusto perene de pequeno porte, ramoso, sempre verde, que pode atingir de 1 a 2 metros de altura, dependendo da forma de cultivo. É originário da Região do Mediterrâneo (Sul da Europa e Norte da África) e pertencente à família Labiatae (Lamiaceae) (PANIZZA, 1997; MATOS, 1998). O alecrim é conhecido também por “rosa-do-mar”, rosemary, romero, alecrim-rosmarinho, alecrim-da-horta, alecrim-de-jardim, alecrim-verdadeiro, alecrim-do-Sul, libanotis (PANIZZA, 1997; MATOS, 1998). Apresenta caule lenhoso e muito ramificado, folhas duras (coriáceas), opostas, lineares, finas como um palito, sésseis, persistentes e numerosas, com bordas enroladas para dentro ao longo da nervura central, de sabor picante. Possuem a face superior de suas folhas de cor verde-acinzentada e rugosa e as inferiores brilhantes, esbranquiçadas e com pêlos. Suas flores são hermafroditas e formam pequenos cachos na parte final dos ramos e possuem coloração azul-violeta, rosada ou branca (PANIZZA, 1997). Contêm em suas folhas e flores óleo essencial (pineno, canfeno, borneol, cineol, acetato-de-bornila e cânfora), diterpeno (rosmaricina), taninos, colina, saponina ácida, ácido rosmarínico, pigmentos, flavonóides (PANIZZA, 1997; SARTÓRIO et al., 2000).
    Tem um forte odor canforáceo e são utilizadas como incenso para perfumar a casa (PANIZZA, 1997). É indicado como anti-séptico, antiespasmódico, diurético, antimicrobiano, problemas respiratórios, distúrbios menstruais, entre outros (FURLAN, 1998; SARTÓRIO et al., 2000).
    Cultivares: as próprias espécies botânicas.
    Propagação: reprodução se da através de sementes ou estacas de galhos (estacas de 10 a 15 cm). As mudas provenientes de estacas dos galhos devem ser feitas em ambiente protegido com adequado controle de irrigação para que a taxa de pegamento das estacas seja elevado.
    Época de plantio: ano todo quando se tem sistema de irrigação implantado. Espaçamento: 0,6 x 0,4 m.
    Mudas necessárias: 42.000 mudas.
    Calagem e adubação: o alecrim não tolera excesso de umidade e de matéria orgânica (prejudica a concentração de óleo essencial) (SARTÓRIO et al., 2000). Desenvolve-se melhor em solos com calcário e bem-drenados; corrigir a acidez do solo elevando o pH igual ou superior a 7,0. Antes do plantio, aplicar de 30 a 50 t ha-1de M.O. Aplicar no plantio 60 a 80 kg ha-1de N e, dependendo da análise de solo, 60 a 80 kg ha-1de P2O5 e 80 a 100 kg ha-1de K2O. Repetir a adubação anualmente.
    Outros tratos culturais: capinas.
    Controle de pragas e doenças: eventualmente, controle de formigas cortadeiras e de brocas em plantas novas.
    Colheita: O primeiro corte é realizado 6 meses após o plantio. A altura de corte ideal é de 20 cm acima do solo para que rebrote. Lavouras bem manejadas permitem 4 a 6 colheitas/ano.
    Produtividade normal:
    1,6 a 2,4 t folhas secas ha-1 por ano (SARTÓRIO et al., 2000); 8-10 t matéria fresca ha-1 por ano; 40-60 kg de óleo essencial por ano.
    Rotação:
    leguminosas ou outra espécie não gramínea.

    alecrim-plantas que curam

    alecrim-20
    Alecrim - Uso Como Especiaria e Medicinal e seu Cultivo
    Rosmarinus oficinalis
    ALECRIM

    Familia : LAMIACEAE

    Nome Cientifico:ROSMARINUS OFFICINALIS L.

    O alecrim é originário da Costa do Mar Mediterrâneo. É também conhecido pelo nome de "Rosmarinus" que lembra a denominação latina "ros marinus" - "rosa do mar".

    Para os romanos esta planta simbolizava o amor e a morte e por isto era plantada próximo à soleira das portas das casas. A igreja católica também o usava nos seus rituais, queimando-o como incenso.
    Até hoje diz-se que o alecrim é um excelente amuleto contra o "mal olhado".
    Na culinária é recomendado para carnes de porco, cabrito carneiro e peixe. É usado também para aromatizar vinagres e óleos.

    Observação: Por ter um sabor muito forte, deve ser usado com moderação.

    CURIOSIDADE:
    Alguns raminhos de alecrim jogados sobre as brasas enquanto se faz churrasco, deixa a carne com um aroma delicioso.

    ERVAS


    Alecrim

    (também conhecida como alecrim-de-jardim e alecrim-rosmarino) – Erva de um verde intenso, folhas espinhosas e sabor forte. Pertence à família das labiadas, é aromática e suas flores têm propriedades estimulantes. Podem ser encontradas frescas ou desidratadas. O alecrim concentra mais seu sabor quando não está fresco. Neste caso, é recomendável usar uma quantidade menor. Tanto o ramo quanto suas folhas longas podem ser adicionadas às comidas. Sempre devem ser retiradas do prato antes deste ser servido. Excelente ingrediente para carnes, como cordeiro, frango assado, vitela, porco, carne vermelha e peixes.
    Em espanhol: romero
    Em outros idiomas: roris marini (latim), rosemary (inglês), romarin (francês), ramerino (italiano) e rosmarin (alemão).

    Alecrim - folhas
    (Rosmarinus officinalis)

    O alecrim é uma planta que "cresce no campo sem ser semeada", muito usada também nos jardins e de todos bem conhecida.


    Descrição antiga
    (in: PLANTAS QUE CURAM, abade Charles Tierry, sem data)

    Arbusto aromático que floresce quase todo o ano. A sua essência entra em muitos medicamentos, composição de bálsamos para fricções, e de certos produtos de perfumaria - água de Colônia, por exemplo.
    O alecrim é, principalmente, um medicamento estimulante para todas as pessoas atacadas de debilidade extrema, e emprega-se também para combater as febres intermitentes e a febre tifóide.
    Uma tosse pertinaz desaparecerá com infusões de alecrim.
    Também se recomenda a todas as pessoas cujo estomago seja preguiçoso para digerir.
    Uma infusão de alecrim faz-se com 4 gramas de folhas por uma chávena de água a ferver.
    Tome-se depois das refeições.


    Monografia
    Comissão Alemã

    Tradução de Herbal Drugs and phytopharmaceuticals

    Usos

    Internamente: Queixas dispépticas; tratamento complementar de problemas reumáticos.
    Uso externo: Problemas circulatórios

    Contra-indicações

    Não conhecidas

    Efeitos secundários

    Não conhecidos

    Interações com outros medicamentos

    Não conhecidas

    Posologia

    Internamente: Dose diária de 4-6 gr de planta (folhas secas), 10-20 gotas de óleo essencial; quantidades equivalentes.
    Uso externo: 50 gr para um banho; 6-10% de óleo essencial em preparações líquidas ou semi-sólidas; quantidades equivalentes.

    Modo de Administração

    Planta partida para infusão; planta em pó; extracto seco; outras preparações farmacêuticas para uso interno ou externo.

    Efeitos

    Experimentalmente: espasmolítico das vias biliares e intestino delgado, inotrópico de forma positiva, aumenta o fornecimento de sangue às coronárias.
    No Homem: Irritante cutâneo, estimula a circulação sanguínea (quando usado externamente).


    Folheto Informativo
    Licença Padrão Alemã

    Tradução de Herbal Drugs and phytopharmaceuticals

    Usos

    Internamente: Flatulência, sensação de distensão e pequenas desordens do foro gastro-intestinal e biliar.

    Contra-indicações

    As preparações de Alecrim não devem ser tomadas durante a gravidez.

    Posologia e Modo de Administração

    Internamente: Adicionar cerca de 150 ml de água quente a uma colher cheia (2 gr) de Alecrim. Passados 15 minutos, filtrar por coador para chá.
    Se não houver indicação em contrário, beber quente uma chávena de chá recentemente preparado, três a quatro vezes por dia entre as refeições.
    Uso externo: Se não houver indicação em contrário, adicionar cerca de 100 gr de Alecrim a 20 litros de água para banhar as partes afetadas.

    Histórico

    O nome Rosmarinus do latim significa "orvalho que vem do mar", justificado pelas flores azuladas que inundam as praias do Mediterrâneo, lembrando o orvalho. Além de ser símbolo de fidelidade entre namorados, era usado na Era Medieval para purificar os quartos de doentes. Pela reputação de estimular a memória, conta-se que estudantes gregos usavam ramos de Alecrim nos cabelos, quando submetidos a exames.

    Como é produzido

    O Alecrim é produzido em terra vegetal dentro de nossas estufas, com mudas de alta qualidade, através de sistema de irrigação rigorosamente controlado e nas condições e ambiente ideais para o desenvolvimento da planta.

    Como usar

    Os temperos Horta em Canaâ vêm prontos para uso. Retire da embalagem e corte as folhas diretamente do vaso, sem receio. Você encontrará os produtos Horta em Casaâ no seu supermercado mais próximo.

    Como conservar

    Mantenha sua planta fora da embalagem num pratinho, em local arejado e com boa luminosidade natural. Evite expor diretamente ao sol. Coloque água no pratinho sempre que necessário (cerca de uma vez a cada dois dias).

    Como replantar

    Por estar num vaso pequeno, é difícil haver uma rebrota após o primeiro corte. Para replantar (pode ser num vaso maior, jardineira ou na sua horta), escolha um local bem iluminado, faça uma cavidade maior que o vaso, e ponha um pouco de terra vegetal. Deixe secar levemente a terra do vaso, retire a muda, plante e molhe bem. Lembre-se que o sucesso do replantio depende de vários fatores. O Alecrim gosta de muita luminosidade e é perene (seca no inverno e rebrota no verão).

    Uso culinário

    De sabor fresco e doce, o Alecrim é recomendado no preparo de uma grande variedade de carnes, em especial de porco e carneiro. Dá sabor especial a batatas e manteigas. Pode ser usado como decoração em pratos prontos antes de servi-los. Faz parte do famoso Herbes de Provence (tempero francês com várias ervas).

    Uso terapêutico

    As folhas do Alecrim são recomendadas no estímulo à circulação. Também auxiliam na digestão de gorduras e no combate à dor de cabeça associada com tensão nervosa.

    Rosmarinus é um termo latino que significa umidade do mar e o alecrim possivelmente recebeu este nome por crescer próximo ao mar.

    Partes usadas: as folhas em forma de agulha. Fortemente aromática, relacionada a cânfora ou eucalipto, é resinosa e ligeiramenrte amarga. Tempero popular em vários países do ocidente, especialmente ao longo do Mediterrâneo (Itália e França).

    Mediterrâneo, Inglaterra, Estados Unidos e México.

    As folhas contêm entre 1 e 2,5% de óleo essencial, composto por 15 a 25% de cânfora.

    Pode ser empregado para aromatizar vinagres. Não perde seu sabor no cozimento, como outras folhas fazem. As folhas frecas possuem aroma mais puro, sendo preferidas. Utilizado com peixes, carnes, aves e vegetais, é freqüentemente combinado a batatas, abobrinhas, berinjelas e tomates preparados em azeite. Na Itália, a carne de cordeiro é raramente preparada sem esta erva e aves assadas envoltas em ramos de alecrim são muito populares. Efeito similar pode ser obtido com ramos de alecrim colocados sobre carvão em brasa em churrasqueiras.

    Por ser uma das ervas mais fragrantes, deve-se tomar cuidado para não exagerar nas quantidades utilizadas.

    curiosidades sobre o alecrim

    Receitas

    Originário do Mediterrâneo, o alecrim sempre foi muito apreciado por suas virtudes aromáticas e medicinais. Emblema do amor e símbolo da saudade, o alecrim é considerado uma planta mágica contra mau-olhado. Na Igreja Ortodoxa, até hoje se utiliza seu óleo para unção.

    Uso na culinária
    Um raminho ou broto de alecrim confere aroma delicioso a vários pratos, principalmente em carnes e aves em geral, entrando também na composição de molhos, omeletes, sopas e cozidos. É indicado também no preparo do churrasco, sendo suas folhas espalhadas sobre as brasas para perfumar a carne. Pode ser encontrado fresco ou seco.

    Os italianos não abrem mão dessa erva, muito apreciada para dar sabor ao carneiro, ao cabrito e ao vitelo. Na Toscana, consome-se na Páscoa o Pane di Rosmarino, feito de massa branca, levemente adocicada, acrescida de uvas passas, molho de azeite e alecrim, com cobertura de açúcar. Na Provença, sul da França, é usado ainda para o tempero de peixes. É, aliás, uma das três ervas básicas da região. As outras são o tomilho e a segurelha.

    Receitas rápidas

  • Para uma preparação muito saborosa e com poucas calorias, coloque numa tigela ricota, alecrim e um pouco de azeite de oliva. Misture bem até obter uma pasta. Tempere filés de salmão com sal, pincele azeite e recheie com a pasta. Enrole os filés e feche com palitos. Coloque-os numa assadeira e leve ao forno médio até assar.
  • Corte batatas em bastões (como se fosse para fritar) e prepare-as no forno polvilhadas com alecrim, regadas com azeite de oliva e temperadas com pouco sal. Vire-as durante o cozimento.
  • Use alecrim para preparar legumes no forno. Cozinhe os legumes previamente (deixando-os ainda firmes), distribua-os numa assadeira, regue com azeite de oliva e polvilhe com alecrim.
  • receitas com alecrim

    Contrafilé grelhado com alecrim

    Ingredientes:

    4 bifes grandes de contrafilé limpos (cerca de 1,5 kg no total)
    8 fatias finas de bacon
    4 ramos médios de alecrim
    2 colheres (sopa) de óleo
    sal e pimenta-do-reino moída grosseiramente a gosto
    Modo de Preparo:
    Aqueça uma chapa de ferro própria para grelhar. Enquanto isso, lave os contrafilés, retire as aparas e seque-os. Envolva a parte lateral de cada contrafilé com 2 fatias de bacon e prenda-as com ramos de alecrim. Pincele toda a superfície da carne com o óleo. Disponha os bifes na chapa e deixe grelhar dos dois lados até dourar. Depois que começar a grelhar polvilhe o sal e retire do fogo. Distribua os bifes nos pratos e salpique a pimenta. Sirva com salteado de pimentão com ervas de provence.
    Dicas:
    Salteado de pimentão com ervas de provence:
    Lave 3 pimentões médios (1 vermelho, 1 verde e 1 amarelo), retire os pedúnculos, abra-os e retire as sementes e os filamentos brancos. Pique-os em tiras no sentido do comprimento e refogue numa frigideira com 2 colheres (sopa) de azeite de oliva por 1 minuto. Salteie de vez em quando, por 5 minutos, ou até os pimentões ficarem al dente. Polvilhe sal a gosto e 1 colher (sopa) de ervas de Provence desidratadas. Misture bem e sirva.
    Fonte: Revista Água na Boca

    Categoria:
    Carnes

    Cozinha:
    Brasileira

    Temperatura:
    Quente

    Dificuldade:
    Fácil

    Tempo de preparo:
    25 min

    Rendimento:
    4 porções

    Espuma de abacaxi com crocante de amêndoas e alecrim

    Ingredientes:

    2 abacaxis maduros
    3 folhas de gelatina incolor
    300 g de açúcar
    150 g de amêndoas fatiadas
    3 ramos de alecrim
    Modo de Preparo:
    Descasque o abacaxi, bata no liquidificador e coe o suco numa peneira fina. Numa tigela, coloque as folhas de gelatina de molho em água por 5 minutos. A seguir, esprema-as para retirar o excesso de água e dissolva-as no suco de abacaxi levemente aquecido. Adicione 1/3 do açúcar. Encha um sifão (garrafa própria para chantilly) com o suco de abacaxi, carregue-o com gás e deixe na geladeira por 1 hora. Numa panela, faça um caramelo com o restante do açúcar, acrescente as amêndoas e o alecrim. Despeje o caramelo em uma fôrma polvilhada com açúcar para resfriar, quebre o crocante em pedaços pequenos e reserve. Agite bem o sifão e encha 4 taças, de preferência previamente geladas. Salpique o crocante e decore com coulis de morango (fruta batida com um pouco de açúcar).
    Fonte: Revista Menu

    Categoria:
    Sobremesas: Doces

    Cozinha:
    Brasileira

    Temperatura:
    Frio

    Dificuldade:
    Fácil

    Rendimento:
    4 porções

    Farofa com azeitonas e alecrim

    Ingredientes:

    3 colheres (sopa) de azeite de oliva
    1 dente de alho pequeno picado
    ¼ xícara (chá) de azeitonas sem caroço fatiadas
    1 colher (chá) de alecrim fresco picado
    2 xícaras (chá) de farinha de mandioca crua
    sal
    Modo de Preparo:
    Coloque o azeite em uma panela e leve ao fogo. Aqueça bem e adicione o alho picado e o alecrim. Quando o alho começar a dourar adicione a farinha de mandioca e cozinhe misturando até que ela fique bem dourada. Retire do fogo e adicione as azeitonas. Tempere com as e misture bem. Decore com folhas de alecrim fresco.

    Categoria:
    Acompanhamentos

    Esta receita:
    é vegetariana

    Cozinha:
    Brasileira

    Temperatura:
    Quente

    Dificuldade:
    Fácil

    Frango ao forno com alecrim, sal grosso e alho

    Ingredientes:

    8 coxas e sobrecoxas pequenas com pele
    32 dentes de alho com a casca
    1 galho de alecrim
    sal grosso e sal refinado a gosto
    1 xícara (chá) de óleo de milho
    1 maço de brócolis
    azeite de oliva
    Modo de Preparo:
    Tempere o frango levemente com sal refinado. Doure bem o lado da pele no óleo, transfira-o para uma assadeira, com a pele para cima e com o óleo. Junte o alho, coloque o sal grosso e as folhas de alecrim sobre a pele do frango. Leve ao forno por cerca de 20 minutos, ou até que fique bem cozido. Cozinhe o brócolis em água e sal por mais ou menos 10 minutos. Escorra e refogue levemente no azeite. Sirva com o frango.
    Dicas:
    Este delicioso prato tem um sabor marcante e fica melhor ainda acompanhado de um bom vinho tinto. O brócolis pode ser substituído por outro legume de sua preferência ou até mesmo por arroz branco.
    Fonte: Revista Água na Boca

    Categoria:
    Aves

    Temperatura:
    Quente

    Dificuldade:
    Fácil

    Rendimento:
    4 porções

    Javali ao molho de alecrim com polenta bramata

     

    Javali ao molho de alecrim com polenta bramata

    Ingredientes:

    1 pedaço de javali jovem
    pimenta-do-reino
    alecrim
    vinho branco
    azeite de oliva
    sal
    polenta
    queijo mussarela de búfala
    cebola
    tomate
    Modo de Preparo:
    Deixe o javali marinar por 12 h. Seque com papel absorvente e pincele com azeite de oliva. Asse em forno baixo até que amacie, molhando de vez em quando com os sucos do assado. Corte o javali em porções individuais. Sirva com polenta recheada de mussarela de búfala, pequenas cebolas e tomates assados no forno com azeite de oliva, alecrim e com o molho que se formou na assadeira.

    Categoria:
    Carnes

    Cozinha:
    Italiana

    Temperatura:
    Quente

    Dificuldade:
    Fácil

    Salada de batata ao molho de alecrim

    Ingredientes:

    1 kg de batatas
    2 potes de iogurte natural
    2 dentes de alho amassados
    2 colheres (sopa) de alecrim fresco
    sal a gosto
    Modo de Preparo:
    Lave as batatas e coloque-as na panela de pressão. Cubra-as com água, tampe a panela e leve ao fogo. Assim que começar a ferver, cozinhe por mais 5 minutos, ou até ficarem macias. Resfrie a panela sob água corrente e retire a pressão. Escorra as batatas e deixe esfriar. Enquanto isso, prepare o molho. Em uma tigela, coloque o iogurte, o alho, o alecrim e o sal. Misture até ficar homogêneo e reserve. Descasque as batatas, corte-as em rodelas e tempere-as com sal. Disponha-as em uma travessa e despeje parte do molho por cima. Sirva o molho restante à parte.
    Dicas:
    O alecrim dá um aroma delicioso aos pratos. Pode ser usado para temperar carnes em geral, mas combina especialmente com frango e cordeiro. Pode ser usado também para temperar peixes
    Fonte: Revista Água na Boca

    Categoria:
    Saladas

    Cozinha:
    Brasileira

    Temperatura:
    Frio

    Dificuldade:
    Fácil

    Tempo de preparo:
    15 min

    Rendimento:
    6 porções

    a cultura do agrião

    agriao

    Agrião

    De folhas verdes e pequenas, o agrião é muito nutritivo,tem boa demanda e custo baixo

    O agrião saiu da região Sudeste da Ásia para o continente europeu há vários séculos. De lá, espalhou-se para o mundo, tornando-se figurinha fácil nos canteiros brasileiros.

    De folhas pequenas e verde-escuras, a hortaliça é uma excelente opção para enriquecer saladas. Com baixo teor calórico, o agrião é também fonte de provitamina A (especialmente betacaroteno), possui grande quantidade de vitamina C, vitaminas do complexo B e sais minerais. O talo crocante tem ainda alto teor de iodo. Para completar, as folhas apresentam um sabor picante, mas suave, que estimula o apetite.

    Propriedades medicinais não faltam ao agrião. A hortaliça faz bem para o fígado, é diurética e recomendada para diabéticos. Além disso, o agrião combate o ácido úrico, tuberculose, raquitismo, formação de pedra nos rins e efeitos tóxicos da nicotina. O suco de agrião fervido com leite é expectorante e, se misturado com mel, ajuda a aliviar a bronquite.

    A hortaliça vai bem em locais com temperaturas que variam de 12 a 20 graus durante a noite. Nessas condições, chega a crescer naturalmente como planta selvagem. De outro lado, em regiões muito quentes, o florescimento pode ser induzido precocemente, o que prejudica seu crescimento e qualidade.

    Mais popular por aqui são as variedades chamadas de "agrião de água", sobretudo aquelas que pertencem ao grupo de folhas largas. Os brasileiros também costumam consumir muito o agrião de terra seca, variedade algumas vezes preferida como broto.

    Como é uma planta rústica e resistente, o agrião é fácil de cultivar. Porém, precisa de muita água limpa disponível. E, embora seja uma hortaliça que agrade bastante, é bom se assegurar sobre a existência de um mercado consumidor na vizinhança da plantação.

    Raio X

    Solo: argiloso, úmido e rico em matéria orgânica
    Clima: ameno, com temperatura noturna entre 12 e 20 graus
    Área: pode ser produzido até em caixotes com 25 cm de altura
    Colheita: dois meses após o plantio
    Custos: dez gramas de sementes a sete reais

    Mãos à obra

    A hortaliça se adapta muito bem em locais com temperaturas que variam de 12 a 20 graus durante a noite

    Início - O plantio de agrião é feito por meio de sementes. Elas podem ser compradas em diversos locais como supermercados, cooperativas e lojas de produtos agropecuários. Para começar o cultivo, coloque as sementes em covas pequenas, abertas no local definitivo.
    Espaçamento - As medidas indicadas para o cultivo do agrião são de 20 centímetros entre plantas e 25 entre linhas. Caixotes com 25 centímetros de altura podem ser utilizados como uma alternativa para áreas pequenas. Porém, a profundidade das covas deve ser sempre de um centímetro.
    Terreno - Os mais adequados para o plantio de agrião são os que têm como característica umidade e argiloso, com muita matéria orgânica e pH entre 6 e 6,8. Avalie o teor de acidez por meio da análise do solo.
    Cuidados - A irrigação deve ser feita diariamente. Se necessário, mais de uma vez por dia. Evite concorrência por água e nutrientes com a eliminação de ervas daninhas no local. Assim que as plantinhas apresentarem ramas de cinco centímetros, é hora de realizar o raleamento. Em cada cova, é bom deixar de três a quatro plantas.
    Colheita - Após cerca de dois meses do plantio, o agrião já pode ser colhido. Antes, verifique se as folhas estão desenvolvidas e tenras. É possível fazer de três a quatro cortes, com intervalos de um mês.
    Hidroponia - Algumas propriedades utilizam o sistema de hidroponia. O plantio é feito em solução nutritiva, mas tem custo alto. Um maço chega a oscilar entre 35 e 40 centavos, valor que cai pela metade quando a hortaliça é originada de cultivo em campo aberto. Um pacote de dez gramas de sementes de agrião custa, em média, sete reais.

    RECEITAS COM AGRIÃO

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    Agrião com espaguete

    Receita enviada por Leuda M.v.xavier

     

    2h 10min

    6 porções

    1 votos (opine)

    • Ingredientes
    • 500 g de macarrão espaguete cozido al dente
    • Sal, pimenta do reino a gosto
    • 1 maço de agrião aferventado e bem escorrido
    • 3 colheres sopa de azeite
    • 1 cebola ralada
    • 1/2 xícara chá de azeitonas picadas
    • 1 lata de sardinha
    • Tabela de conversão de medidasImprimir lista de compras
    • Modo de Preparo
    1. Coloque o azeite na panela e frite a cebola por 3 minutos
    2. A seguir coloque a sardinha, azeitonas, agrião, sal, pimenta e deixe refogar por 5 minutos, mexendo de vez em quando
    3. Coloque o macarrão em um refratário e sobre ele, coloque o refogado de agrião
    4. Sirva a seguir, se quiser pode polvilhar queijo ralado

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    Receita de Brusqueta de Agrião

    Categoria: Receitas de Entradas

    Ingredientes

    Categoria da Receita:

    Entradas

    Dificuldade de Preparo da Receita:

    fácil

    Temperatura da Receita:

    quente

    Rendimento da Receita:

    8 porções

    Tempo de preparo da Receita:

    10 min + 10 min de forno

    • • 100 g de bacon em fatias
    • • 1 maço de agrião
    • • 2 colheres (sopa) de azeite de oliva
    • • 1 pão italiano em fatias transversais de 3cm
    • • 2 dentes de alho
    • • 1 lata de salsaretti manjericão

    Preparo da Receita

    Frite o bacon em fogo baixo para que libere a gordura, formando tirinhas crocantes; reserve-as em local aquecido. Aproveite a gordura do bacon para aquecer o Salsaretti Manjericão, deixando ferver por alguns minutos. Descasque e corte os dentes de alho ao meio e esfregue as metades por toda a superfície do pão, para dar o aroma do alho. Regue as fatias com a metade do azeite e leve ao forno médio (180ºC) por 5 a 10 minutos, deixando dourar ligeiramente. Monte as brusquetas, dispondo em cada fatia de pão 2 a 3 colheres (sopa) de molho, 1 a 2 tirinhas de bacon crocante e folhinhas de agrião. Regue com o restante do azeite e sirva em seguida, ainda quente.

    Dica para esta receita

    Use pão amanhecido para dar mais estrutura às brusquetas. Se quiser um sabor mais picante, acrescente 2 filés de anchova ao Molho de Tomate Salsaretti Manjericão.

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    Receita de Musse de Agrião

    Categoria: Receitas de Entradas

     

    Ingredientes

    Categoria da Receita:

    Entradas

    Cozinha da Receita:

    Francesa

    Dificuldade de Preparo da Receita:

    fácil

    Temperatura da Receita:

    frio

    • • 1 maço de agrião
    • • pimenta a gosto
    • • sal a gosto
    • • noz-moscada a gosto
    • • 2 tomates sem pele e sem sementes
    • • 2 colheres (sopa) de queijo gruyére ralado
    • • salsinha picada
    • • 3 claras de ovo
    • • 1 xícara (chá) de creme de leite
    • • 1 envelope de gelatina branca sem sabor
    • • 100 g de ricota fresca

    Preparo da Receita

    Umedecer a gelatina com 5 colheres (sopa) de água fria. Lavar o agrião e levar ao fogo com água. Assim que levantar fervura, escorrer, separando 1/2 copo da água para dissolver a gelatina. Passar o agrião no liquidificador com os tomates, a salsinha, a cebola, o sal, a pimenta, a noz-moscada, a ricota, o creme de leite e o queijo. Retirar do liquidifcador e acrescentar a gelatina dissolvida. Bater as claras em neve firme e juntar ao agrião, misturando bem. Colocar na geladeira por 6 horas. Servir enfeitada com legumes cozidos e presunto em cubinhos.

    agrião medicinal

    Agrião

    Agrião aumenta a quantidade de antioxidantes benéficos

    Consumir agrião regularmente pode ajudar a diminuir as chances de desenvolver câncer, segundo uma pesquisa realizada na Irlanda do Norte.

    O trabalho da Universidade de Ulster sugere que o agrião reduz o dano ao DNA de glóbulos brancos - considerados como um importante fator que pode desencadear o desenvolvimento do câncer.

    O agrião parece aumentar os níveis de compostos benéficos no sangue e cortar os níveis dos compostos danosos.

    A pesquisa foi encomendada por uma organização chamada Watercress Alliance (Aliança do Agrião) e publicada na revista American Journal of Clinical Nutrition. Outros cientistas checam as pesquisas antes da publicação na revista.

    Voluntários

    Durante o estudo, 60 voluntários saudáveis, incluindo 30 fumantes, consumiram 85 gramas de agrião fresco todos os dias por oito semanas.

    Os pesquisadores fizeram exames antes e depois desta mudança na dieta.

    Eles descobriram que o dano ao DNA de glóbulos brancos teve uma diminuição de 22,9%.

    Estas células também foram capazes de se proteger melhor dos efeitos dos chamados radicais livres.

    Quando amostras de células foram expostas a peróxido de hidrogênio, que gera grandes números de radicais livres, os níveis de danos foram 9,4% menores do que o esperado.

    Os níveis de compostos antioxidantes no sangue, como beta-caroteno e luteína, que podem combater os efeitos dos radicais livres, aumentaram.

    Por outro lado, os níveis de triglicérides, ou gorduras existentes no sangue e potencialmente prejudiciais, apresentaram um corte de 10%.

    Fumantes

    As mudanças benéficas foram maiores entre os fumantes - que tinham níveis de compostos antioxidantes significativamente mais baixos no início do estudo.

    Pesquisas anteriores sugeriram que aumentar o consumo de vegetais crucíferos como o agrião está ligado à redução do risco de vários tipos de câncer.

    Mas o chefe da pesquisa, professor Ian Rowland, que atualmente está na Universidade de Reading, afirmou que a última pesquisa envolveu pessoas consumindo agrião em uma quantidade mais factível, ao invés de testes em laboratórios com o extrato do vegetal, como nos estudos anteriores.

    "O dano ao DNA de células do sangue é um indicador do risco de câncer no corpo todo e os resultados dão a base para a teoria de que o consumo de agrião está ligado a uma redução total de risco de câncer em vários locais do corpo", afirmou.

    A médica Anthea Martin, da organização de caridade britânica Cancer Research UK, disse que são necessários mais estudos para determinar se os efeitos do agrião nas células vistos pelos pesquisadores se traduzem em uma redução dos riscos de desenvolvimento de câncer.

    caracteristicas da acelga

    Acelga

    A acelga ou beterraba branca é uma hortaliça de talos longos e firmes, as folhas podem ser opacas ou brilhantes na coloração verde ou avermelhada. Existem relatos sobre seu uso desde o século IV a.C., na região costeira do mar Mediterrâneo, onde fazia parte da alimentação básica dos camponeses. Depois foi levada da Europa para outros continentes.
    Era utilizada na Antiguidade pelos romanos, gregos e egípcios.
    A acelga é rica em niacina, vitamina A e vitamina C, fibras que auxiliam na função intestinal. A vitamina A é boa para a visão, saúde da pele e mucosas, auxilia no crescimento e faz parte da formação do esmalte dos dentes. A vitamina C previne infecções, problemas da pele, hemorragias, fragilidade dos ossos. A niacina evita problemas do sistema digestório e nervoso.
    Contém poucas calorias, é usada em saladas, ótima opção para quem está de regime. Pode ser consumida crua, cozida ou refogada, misturada a frutas e legumes crus, massas, com frango, atum e carnes. O suco da acelga misturado a uma colher (sopa) de azeite é indicado como laxante.
    Ao comprá-la prefira as folhas novas, sem manchas e brilhantes, de cor verde-clara e talo verde-esbranquiçado. O consumo da acelga deve ser moderado pelo alto teor da substância oxalato, que prejudica a absorção de cálcio no organismo.
    Quanto ao uso medicinal, pode ser utilizada em micoses, cicatrizes, doenças circulatórias, age como antioxidante e é eficaz contra os cálculos biliares.
    Em geladeira o período de conservação é de 5 a 7 dias.
    O período de safra é de junho a outubro.

    cultivo da acelga

    considerações:

    a acelga é uma olericola de sabor finíssimo, entretanto não emplacou no Brasil, exceto em localidades de forte influência européia, como o sul do Brasil, talvez pela sua alta atração aos insetos seu cultivo torne problemático, mas a seguir daremos dicas para se ter boa produtividade.

    Solos

    Como qualquer outra olericola, sua exigencia em solo de alto teor de matéria orgânica é fundamental.

    cultura da acelga

    ac2
    Caracteristicas Gerais

    A acelga (Beta vulgaris var. cicla) é uma planta bianual de ciclo longo pertencente à família Quenopodiáceas, tem como parte comestível às folhas cuja coloração é variável (de verde escuro à verde claro) que são ovaladas com as bordas encouraçadas, para que ocorra a formação de flores é necessário que a planta passe por um período de temperaturas baixas. O fruto contem de 3 a 4 sementes muito pequenas.

    Família: Quenopodiáceas

    Espécie: Beta vulgaris var. cicla.

    Planta: A acelga é uma planta bianual, de ciclo longo, que não forma raiz ou fruto comestível. Sistema radicular: Possui raiz fibrosa e bastante profunda.

    Folhas: Constituem na parte comestível, são grandes de forma ovalada com as bordas encouraçadas, a coloração varia, segundo as variedades, entre verde escuro e verde claro. Os pecíolos podem ser de cor creme ou branco.

    Flores: Para que ocorra a floração é necessário que a planta passe por um período de temperaturas baixas. A inflorescência é composta por uma grande panícula, que pode atingir 1,20m. As flores são hermafroditas podendo aparecer isoladas ou em grupos de duas ou três. O cálice possui coloração esverdeada e é composto por 5 sépalas e 5 pétalas.

    Fruto: As sementes são muito pequenas e estão encerradas em um pequeno fruto, que é comumente chamado de semente. Cada fruto contem de 3 a 4 sementes.

    Hortaliça que possui como centro de origem a região do Mediterrâneo e Ilhas Canárias (Vavilov, 1951). As primeiras referências registram seu cultivo pelos gregos cerca de 500 anos a.C., sendo um alimento básico para a nutrição humana por muito tempo. Desde a Europa, a acelga tem sido levada a diversos países do mundo e na atualidade apresenta uma ampla difusão, especialmente na América e na Ásia.

    Caracteristicas da Espécie

    A acelga é uma planta de clima temperado. Desenvolve-se com temperaturas que são compreendidas entre um mínimo de 6º C e um máximo de 27º a 33º C, sendo mais favorável variando entre 15º e 25º C. As temperaturas de germinação estão entre 5º C de mínimo e 30º a 35º C de máxima, sendo mais favorável variando entre 18º e 22º C. Em algumas regiões tropicais e subtropicais seu desenvolvido é bom, contanto que seja cultivada em áreas altas e, nestas situações, pode se comportar como uma planta perene, devido à ausência de inverno definido nestas regiões. Necessita de solos com consistência media, se desenvolve melhor em solos com texturas mais argilosas. Requer solos profundos, com grande poder de absorção e ricos em matéria orgânica. Suporta muito bem solos salinos, resiste bem a presença de cloretos e sulfatos, mas não muito a carbonato de sódio. Requer solos alcalinos, com um pH ótimo de 7,2, tolerando solos com pH variando de 5,5 a 8, mas não tolera os solos ácidos.

    Fonte: www.fazendeiro.com.br

    cultivo da acelga

    acelga
    ESPÉCIE - ACELGA

    ORIGEM - Originária da Europa, onde cresce espontaneamente e
    é cultivada há mais de 2000 anos.

    NOME CIENTÍFICO - Beta vulgaris L. var. cicla

    FAMÍLIA - Quenopodiaceae

    EXIGÊNCIA CLIMÁTICA - Ameno (20º a 25º)

    FORMA DE PROPAGAÇÃO - Semente

    ÉPOCA DE PLANTIO

    epoca de plantio inicio de
    colheita
    sul sudeste nordeste centro-oeste norte  
    fev/jul fev/jul        *        * abr/jun 60-70 dias

    * não recomendável

    RICA EM -Vitamina A, B, B2, B5, C, cobre, enxofre, iodo, cálcio, ferro, fósforo, potássio e sódio.

    PROPRIEDADES MEDICINAIS

    Ajuda a desinflamar os nervos (neurite), vigoriza o cérebro e fortalece o estômago.
    O suco de acelga é indicado contra os cálculos biliários.
    Folhas – utilizam-se contra as adenites, as hemorróidas, as feridas, as úlceras, etc.
    Cozidas – empregam-se como emolientes em abcessos, contusões, flegmões (inflamações do tecido conjuntivo, que fica sob a pele), furúnculos, queimaduras, etc.
    O chá da raiz, é remédio contra enfermidades do fígado.
    As sementes são boas para combater a disenteria, a metrorragia, a poliúria.

    Fonte: www.cnph.embrapa.br

    acelga

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    A acelga é uma hortaliça composta por vários e importantes nutrientes e com sabor agradável.
    A acelga, também conhecida como beterraba branca, é uma verdura muito nutritiva,mas ainda pouco consumida no Brasil.É uma rica fonte de vitamina A, C, Niacina e de sais minerais como cálcio, fósforo e ferro. Tem poucas calorias e quase nenhuma gordura, podendo ser usada em dietas de baixo consumo calórico.

    A vitamina A encontrada nesta hortaliça, é indispensável para a manter a saúde dos olhos, garantindo uma boa visão. Auda a manter a pele e as mucosas saudáveis, auxilia no crescimento e faz parte da formação do esmalte dos dentes. A vitamina C dá resistência aos vasos sanguíneos, combate processos infecciosos, evita problemas de pele, hemorragias e fortalece os ossos e os dentes. A Niacina, assim como todas as outras vitaminas do Complexo B, protege o aparelho digestivo e o sistema nervoso central.

    A acelga possui ainda grande quantidade de fibras que facilitam o bom funcionamento dos intestinos. Pode-se usar o suco deste vegetal, misturado em partes iguais com o suco de agrião,para combater os cálculos biliares. Toma-se um copo, por dia, em jejum. Também se utiliza a acelga para combater a prisão-de-ventre, preparando um laxante poderoso com meio copo de suco de acelga e uma colher de sopa de azeite.

    Quando for comprar acelga, atenção para as folhas que devem estar novas e na cor verde-claro, com o talo verde-esbranquiçado. A consistência deve ser firme, parecida com a do repolho. As folhas internas precisam estar viçosas, sem manchas ou marcas de insetos. Quando o talo está mole ou com manchas pretas, é sinal de que a acelga já está passada. Guarde a acelga na gaveta de verduras da geladeira, onde ela se conserva em bom estado durante 3 ou 4 dias. Para conservá-la por mais tempo é necessário congelar.

    Mas atenção, ela não deve ser consumida de forma exagerada, pos possui grande quantidade de oxalato, uma substância que prejudica a absorção de cálcio no organismo.

    cultivo
    seguir as mesmas recomendações técnicas indicadas indicadas para a beterraba, exceto espaçamento:30x20cm

    receitas com acelga

    receitas
    salada oriental com acelga



    Salada oriental de acelga
    1/4 acelga pequena
    1/2 cenoura
    1 pimentão verde
    1/2 cebola
    sal e pimenta do reino branca à gosto
    suco de um limão
    4 colheres (sopa) de óleo de canola ou outro de boa qualidade
    1 dente de alho
    1 colher (sopa) de gergelim branco
    Lave as folhas de acelga, seque bem e corte em tirinhas de mais ou menos 1/2 cm. Rale a cenoura no ralo grosso. Corte a cebola e o pimentão em fatias finas. Coloque tudo numa tigela grande e dê uma misturada nos legumes. Tempere com sal e pimenta e esprema o limão.
    Corte o dente de alho ao meio, no sentido do comprimento, e tire a raiz central (é essa raiz que dá azia). Pique bem miudinho.
    Numa pequena frigideira, coloque o óleo e o alho e leve ao fogo baixo para refogar. Quando estiver querendo amorenar, junte o gergelim. Deixe fritar um pouco (cuidado para não deixar queimar, pois o gergelim não faz aquele barulho típico de fritura, um descuido e ele queima, por isso não desgrude os olhos e vá mexendo a frigideira em movimentos circulares). Em seguida, despeje esse óleo quente sobre a salada e misture muito bem. Está pronta a melhor salada de acelga para o dia-a-dia ou para levar às churrascadas de final de semana!

    Receitas com Acelga

    Ao contrário do que acontece na Europa, a acelga nunca "emplacou" entre nós como verdura de grande consumo. E, mesmo assim, algumas mesas brasileiras a admitem apenas como elemento de decoração de saladas para ocasiões especiais - o que, além de ser um procedimento absurdo, num mundo carente de alimentos, é também uma injustiça. Afinal, esta herbácea da família das quenopodiáceas é fonte certa de sais minerais e vitamina A, e em remotos tempos, já foi usada até no combate à caspa e à coriza.

    A acelga é fonte de vitamina A, C, Niacina e de sais minerais como cálcio, fósforo e ferro. Tem poucas calorias e quase nenhuma gordura, sendo muito adequada para regimes de emagrecimento.A vitamina A é indispensável para a normalidade da vista, conserva a saúde da pele e das mucosas, auxilia no crescimento e faz parte da formação do esmalte dos dentes. A vitamina C dá resistência aos vasos sanguíneos, age contra infecções, evita problemas da pele, hemorragias e fragilidade dos ossos e dentes. A Niacina, assim como todas as outras vitaminas do Complexo B, evita problemas do aparelho digestivo e do sistema nervoso. A acelga possui ainda quantidades significantes de fibras que auxiliam no movimento intestinal. Seu suco, misturado com igual parte de suco de agrião, é eficaz contra os cálculos biliares. Toma-se um copo, por dia, em jejum. Em caso de prisão-de-ventre prepara-se um bom laxante com meio copo de suco de acelga e uma colher (sopa) de azeite. Em cataplasma, utilizam-se as folhas contra as hemorróidas, feridas, úlceras, contusões, furúnculos e queimaduras.

    A acelga deve ser consumida moderadamente por conter alto teor de uma substância (oxalato) que prejudica a absorção de Cálcio no organismo. A acelga pode ser conservada em geladeira de 5 a 7 dias. Seu período de safra é de junho a outubro. receitas abaixo.

    1. Acelga Gratinada

    Ingredientes:

    2 colheres (sopa) de queijo ralado (opcional);

    4 colheres (sopa) de margarina derretida;

    2 colheres (sopa) de farinha de rosca;

    2 colheres (sopa) de salsinha;

    meio maço de acelga;

    1 colher (sopa) de sal.

    Preparo:

    Cozinhar a acelga em água salgada com cheiro verde. Depois de cozida, deixar escorrer bem e colocar num prato que possa ir ao forno. Coloque uma camada de margarina derretida em cima de uma camada de folhas de acelga, outra de margarina até acabar as acelgas, sendo a última camada de queijo (se desejar) coberta de farinha de rosca. Levar ao forno para dourar.

    2. Fritada de Acelga

    Ingredientes:

    1 colher (café) de farinha de trigo;

    2 colheres (sopa) de salsa picada;

    2 xícaras (chá) de acelga picada;
    1 dente de alho picado;

    3 ovos batidos;
    sal a gosto;

    óleo.

    Preparo:

    Junta-se à acelga picada os outros ingredientes e frita-se tudo no óleo. Servir quente.

    3. Salada Oriental de Acelga

    Ingredientes:

    pimenta vermelha cortada em tiras finas a gosto;
    1 colher (sopa) de óleo de gergelim (opcional);
    ½ acelga cortada em tiras de cerca de 1 cm;
    3 colheres (sopa) de shoyu (molho de soja);
    3 dentes de alho cortado bem picadinho;
    1 pitada de aji-no-moto (opcional).
    4 colheres (sopa) óleo comum;
    vinagre a gosto;
    sal a gosto.

    Preparo:

    Numa saladeira grande, coloque a acelga cortada e lavada e reserve. Numa panela, coloque o óleo comum e o de gergelim. Deixe esquentar um pouco e, então, acrescente a pimenta e o alho. Doure um pouco e desligue o fogo. Despeje esta mistura quente sobre a acelga, misture e junte o shoyu, o vinagre, o sal e o aji-no-moto. Misture bem e sirva.

    4. Acelga Primavera

    Ingredientes:

    1 colheres (chá) de vinagre;

    sal e cheiro verde à gosto;

    tomates em rodelas;

    fatias de cebola;

    1 pé de acelga;

    ovos cozidos;

    azeitonas.

    Preparo:

    Lave a acelga. Cozinhe em água e sal, junto com o cheiro-verde e o vinagre. Escorra bem e arrume a acelga num prato. Misture os ingredientes do molho. Despeje por cima da acelga. tempere o tomate, a cebola, os ovos cozidos e as azeitonas à parte. Junte á acelga e sirva.

    5. Rolinhos de acelga com arroz

    Ingredientes:

    2 colheres (sopa) de kümmel;
    1 xícara (chá) de arroz;
    10 folhas de acelga;
    sal a gosto;

    3 tomates.

    Preparo:

    Lave o arroz, escorra e coloque em uma tigela. Junte duas xícaras (chá) de água, ou o suficiente para cobri-lo. Cubra a tigela com filme plástico e deixe de molho por 1 hora. Em seguida, escorra a água e reserve. Lave os tomates, corte-os em cubos bem pequenos, sem retirar as sementes. Incorpore o arroz (com o caldo de sementes), junte a metade do k6ummel e o sal. Misture e reserve. Lave as folhas de acelga e escalde-as em uma panela com água quente. Use a própria panela em que estão cozidos os rolinhos. Retire a parte mais dura da acelga e abra as folhas em uma superfície lisa. Distribua o arroz temperado, enrole os rolinhos apertando bem e fechando as laterais. Disponha-os no cesto de uma panela própria para cozimento a vapor. Coloque água na parte de baixo da panela e junte o kümmel restante. Encaixe o cesto e tampe a panela. Leve ao fogo e cozinhe por 30 minutos, ou até o arroz ficar macio. Retire do fogo e sirva a seguir.

    6. Acelga coral

    Ingredientes:

    3 colheres (sopa) de queijo parmesão ralado;

    5 tomates maduros sem pele nem semente;

    1 cebola pequena; 1 talo de salsão picado;

    3 colheres (sopa) de manteiga;

    sal e pimenta à gosto;

    1 cenoura ralada;

    1 kg de acelga.

    Preparo:

    Limpe a acelga separando as folhas dos talos. Corte os talos em pedaços e leve ao fogo para cozinhar em água e sal. Depois de 10 minutos, junte as folhas e cozinhe por mais meia hora. Quando estiver cozida, retire do foto, escorra e esprema em um pano para retirar toda a água. Derreta metade da manteiga, junte a acelga e cozinhe por mais 10 minutos. Tempere com sal e pimenta. À parte, faça o molho: doure a cebola no restante da manteiga, junte o salsão, a cenoura e o tomate picado. Tempere com sal e pimenta e deixe cozinhar até formar um molho grosso. Despeje o molho sobre a acelga e polvilhe como queijo ralado. Sirva quente.

    7. Sopa de acelga

    Ingredientes:

    1 pé pequeno de acelga-japonesa (500g);

    1 ½ colher (sopa) de farinha de trigo;

    2 colheres (sopa) de creme de leite;

    1 colher (sopa) de manteiga;

    1 litro de caldo de legumes;

    sal e noz-moscada à gosto;

    1 cenoura ralada;

    1 gema.

    Preparo:

    Limpe a acelga e corte-as em tiras. Refogue a cebola na manteiga e junte a acelga, deixando cozinhar por una 10 minutos, mexendo de vez em quando. polvilhe com a farinha de trigo, mexa bem e despeje o caldo. Cozinhe por mais 10 minutos. Tempere com sal e noz-moscada. Retire a panela do fogo. Misture a a gema com o creme de leite e adicione à sopa, sem deixar ferver novamente. Sirva quente.

    cultura do aipo(salsão)


    a cultura do aipo(salsão)
    (apium graviolens)

    1 - INTRODUÇÃO

    O aipo ou salsão, é uma das hortaliças mais cultivadas nos países de clima temperado. No Brasil, o seu consumo ainda é restrito, sendo o estado de São Paulo o maior produtor e consumidor.

    Consumido por uma faixa da população de maior poder aquisitivo, em forma de maionese e salada quando fresco e, em forma de sopa ou creme quando industrializado. Esta hortaliça tem despertado o interesse dos agricultores situados nos municípios próximos a capital paulista, já que estas regiões são favorecidas pelas condições climáticas adequadas a cultura.

    2 - EXIGÊNCIAS CLIMÁTICAS E ÉPOCA DE PLANTIO

    O aipo é uma cultura adaptada as condições de outono - inverno, sendo a temperatura o fator climático de maior importância. A faixa ideal de temperatura para a cultura esta entre 15º a 20 ºC. Temperaturas mais elevadas reduzem o ciclo vegetativo e temperaturas abaixo de 12ºC por um período superior a seis dias diminuem o crescimento, podendo induzir o florescimento causando prejuízo comercial.

    A região Sudeste apresenta condições climáticas adequadas para a cultura, visto que nos meses de março a maio indicados para plantio a temperatura é mais amena, e a umidade do ar é mais baixa, ocasionando uma menor incidência de doenças.

    3 - CULTIVARES

    Existem muitas cultivares de aipo, a maioria importada, as quais diferem entre si pelo aspecto da planta, coloração da folhagem , dimensão e coloração do pecíolo. As cultivares de pecíolo branco ou amarelo são preferidas para consumo fresco, e as de pecíolo verde, para a industrialização, relacionando-se as seguintes cultivares:

    3.1- GIGANTE DE PÁSCOA: Possui aproximadamente 30 cm de altura, folhagem verde-escuro e caules tenros. Por se tratar de uma cultivar em que o pecíolo é pouco desenvolvido, se torna necessário promover o estiolamento da planta.

    3.2- CHEIO DOURADO: Plantas com altura média de 35cm, recebeu este nome em função da folhagem intensa e de coloração verde-amarelada.

    3.3- UTAH: Apresenta um porte médio, com 30cm de altura e 40cm de largura. Possui folhagem de coloração verde e regularmente clara. As plantas quando no ponto de consumo, pesam em média de 350 - 500g.

    CORNELL 619: Plantas de porte elevado com cerca de 45cm de altura e folhagem verde-escuro. Apresenta caules arredondados -alongados, tenros e de coloração naturalmente clara.

    4 - SOLO, CALAGEM E ADUBAÇÃO

    Deve-se dar preferência aos solos areno-argilosos, profundos, ricos em matéria orgânica e bem drenados. Solos de textura muito pesada dificultam o desenvolvimento do sistema radicular, além de prejudicar a prática da amontoa, muitas vezes necessária para promover o estiolamento da planta.

    Por ser uma cultura bastante cultivada em estufas, deve-se evitar os solos mais propícios ao problema de salinização e possuir água de irrigação de qualidade. Devido a sua intolerância à acidez e elevada exigência em cálcio e magnésio a calagem se torna indispensável na maioria dos casos, sendo necessário elevar o pH para uma faixa entre 6,0 e 7,0. Após 25 dias do transplantio o desenvolvimento da planta é bastante rápido, sendo a marcha de absorção de nutrientes elevada, o que mostra a necessidade de manter a fertilidade do solo em bom nível, durante todo o ciclo da cultura.

    Um dos macroelementos mais exigidos pelo aipo é o potássio, causando a sua deficiência o retardamento no crescimento da planta. Entre os microelementos o boro merece uma atenção especial, causando a sua carência rachaduras de coloração castanha nos pecíolos e escurecimento dos bordos do limbo foliar.

    Num solo de média fertilidade são indicados no plantio as seguintes quantidades de nutrientes em kg/ha: N - 30, P2O5 – 200 - 350, K2O – 100 - 150, Mg - 40 e 40 de bórax. Também pode-se suprir a alta exigência de B desta cultura por via foliar, com três pulverizações com solução de bórax na proporção de 60g/100 litros de água. Em cobertura, aplicam-se 120Kg/há de N e 60Kg/há de K2O parcelando-se em duas vezes, aos 20 e aos 40 dias após o transplantio.

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    5 - SISTEMA DE PLANTIO

    O plantio do aipo é feito por semeadura em bandejas ou sementeiras e posterior transplantio. O processo de semeadura é bastante simples, devendo-se para isso, possuir uma sementeira com boas condições para o desenvolvimento da muda. Devido ao fato de a semente de aipo ser muito pequena o solo da sementeira deve estar livre de torrões para proporcionar uma germinação uniforme da muda. Os canteiros devem possuir 1,20 de largura e um comprimento máximo de 20,0m para facilitar os tratos culturais.

    A distribuição das sementes em sementeiras é feita em sulcos distanciados de 10 a 15cm a uma profundidade de 0,5cm. Gastam-se de 60-80g de sementes para produzir mudas para o plantio de 1 há. Quando se utiliza bandejas semear 1 – 2 sementes por célula. No caso de sementes peletizadas apenas uma semente por célula. O transplantio ocorre entre 50 a 70 dias quando as mudas se apresentam com 10 a 15 cm de altura e 4 a 5 folhas definitivas.

    O espaçamento para transplantio varia em função do objetivo de mercado que a planta se destina. Para o consumo na forma de salada o espaçamento é maior para promover o estiolamento, sendo de 50 a 60 cm entre linhas e 25 a 30 entre plantas. Caso o produto se destine a agroindustria o estiolamento é desnecessário, sendo o espaçamento reduzido para 30 a 40cm entre linhas e 20 a 25 entre plantas.

    6 - TRATOS CULTURAIS

    O aipo ou salsão é uma cultura de ciclo relativamente longo quando comparado com as outras hortaliças ( 4 meses após o transplantio). Dentro desse contexto o suprimento constante de água deve iniciar logo após o transplantio a fim de reduzir o choque causado por esta operação. O nível de água no solo deve ser médio, devendo-se evitar o encharcamento. Apesar de o ciclo longo, o aipo apresenta um crescimento inicial rápido. A manutenção da cultura livre da competição de plantas daninhas é de fundamental importância para o bom desenvolvimento da mesma. É importante manter a cultura livre de competição de plantas no primeiro mês após o transplantio, visto que após esse período o aipo cobre rapidamente a superfície do solo dificultando o surgimento e desenvolvimento de plantas invasoras.

    Caso a cultivar apresente as folhas muito abertas, permitindo a passagem de luz, os pecíolos ficarão esverdeados devido a ação da fotossíntesse. Neste caso, se a comercialização é melhor para o aipo branco, deve-se fazer o estiolamento, fechando as folhas e amarrando-se por 10 a 15 dias antes da colheita.

    7 - pragas e doenças

    Dentre as pragas que atacam a cultura do aipo se destacam os ácaros, minador das folhas e pulgão, sendo este último de maior importância, pois além de causar um dano direto à planta é transmissor do vírus do mosaico do aipo. O controle dessas pragas deve ser feito através de métodos culturais, tais como: manter a cultura no limpo até trinta dias e irrigação por aspersão visto que o uso de inseticidas reduz a população de inimigos naturais, além de serem muito poucos os registrados para a cultura.

    As principais doenças que atacam o aipo, são aquelas comuns as apiáceas (umbelíferas) em geral. Dentre as doenças de folhas destacam-se a Septoria apii, Alternaria sp., Cercospora apii, que são facilmente controladas com a aplicação alternada de fungicidas à base de mancozeb, captafol e similares. As moléstias causadas por Fusarium oxysporium, Rhizoctonia solani ou R. alba, Sclerotinia sclerotiorum e nematóides principalmente do gênero Meloidogyne são menos freqüentes, porém em áreas onde se realiza cultivos sucessivos podem ocorrer com maiores intensidades, sendo aconselhável o uso de rotação de cultura.

    8 - COLHEITA E COMERCIALIZAÇÃO

    Aos 150 - 180 dias após a semeadura as plantas estarão em ponto de colheita, sendo então desamarradas e cortadas no disco de raízes 3 a 5cm abaixo do colo, de modo a manter os pecíolos presos. O corte deve ser feito nas horas de temperaturas mais amenas do dia, e a manipulação em ambiente fresco e úmido, para que a planta não entre em processo de murchamento.

    O preparo do produto para comercialização consiste, na lavagem da planta e amarrio dos maços, cujo o número varia de acordo com usos e costumes do mercado. No CEAGESP, ponto de maior comercialização do produto é comum a venda em caixas do tipo "K" contendo de 15 a 18Kg.

    CARACTERISTICAS DO AIPO(SALSÃO)

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    • Nome Científico: Apium graveolens
    • Sinonímia: Apium integrilobum, Apium vulgare, Carum graveolens, Celeri graveolens, Selinum graveolens, Seseli graveolens, Sium apium, Sium graveolens
    • Nome Popular: Aipo, salsão, salsão-selvagem
    • Família: Apiaceae
    • Divisão: Angiospermae
    • Origem: Europa
    • Ciclo de Vida: Bienal

    O aipo, também conhecido por salsão, é uma hortaliça bastante cultivada nos países de clima temperado. De textura herbácea, ele apresenta folhas pinadas ou bipinadas, compostas por folíolos rombóides, e sustentadas por pecíolos (talos) estriados, longos, eretos e espessos, de disposição alternada e coloração que varia entre o branco, amarelo e verde. As inflorescências são terminais, sesséis, do tipo umbela com pedúnculo curto, carregadas de numerosas e pequenas flores branco-esverdeadas. As variedades mais importantes de aipo são: "Gigante de Páscoa", planta de pecíolos largos, pesados (500 g) e folhagem verde-escura; "Utah", planta mais leve (350 g) e de folhagem verde, e "Cheio Dourado", planta alta, com folhas verde-amareladas e peso mediano (400 g).

    O aipo é uma planta interessante para cultivarmos na horta doméstica, visto que não é muito encontrada nos estandes de feiras e supermercados. Ele é muito versátil na cozinha, podendo ser consumido em saladas cruas, ou em cozidos e sopas, acrescentando seu agradável aroma e sabor para pratos com aves, peixes ou assados. É um tempero muito valorizado na indústria de sopas prontas em pó. Suas sementes também são utilizadas há muito tempo como condimento e produção de óleo essencial para aromaterapia e fitoterapia, com diversas propriedades.

    Deve ser cultivado sob sol pleno, em solo fértil e enriquecido com matéria orgânica, irrigado a intervalos regulares. Pode ser semeada diretamente em canteiros definitivos, bem elevados, adubados e arejados, ou em sementeiras para posterior transplante das mudas. O aipo é uma cultura de outono e inverno, sua colheita inicia-se cerca de 150 a 180 dias após o plantio. Aprecia o clima ameno e regas freqüentes, sem encharcamento. Multiplica-se por sementes.

    Medicinal
    • Indicações: Afecções urinárias, como cistites, uretritis, artrite, reumatismo, icterícia, hepatite, esteatose hepática, desordens menstruais, amenorréia, flatulência, hipertensão, fadiga.
    • Propriedades: Diurético, excitante, depurativo, desintoxicante, antioxidante, emenagoga, estimulante, expectorante, febrífuga, tônica.
    • Partes usadas: Raízes, sementes e folhas.
    Aipo

    Beneficios:
    -Baixas calorias e rico em fibras
    -Boa fonte de potassio
    -Pode reduzir inflamaçoes e proteger contra o cancer

    Beneficios:
    - contém alto teor de nitratos vegetais.

    As pessoas em regime alimentar geralmente comem bastante aipo, uma vez que ele contém baixas calorias até mesmo para os padrões geralmente verificados em vegetais. Dois talos contém menos de 10 calorias. No entanto seu alto teor de fibras dá a sensação de saciedade. O aipo é uma boa fonte de potássio; contribui também com pequenas quantidades de vitamina C e uma boa quantidade de folato e vitamina A. Embora não contenha muitos nutrientes, o aipo acrescenta um sabor especial a um variado número de receitas - desde sopas e guisados a saladas e recheios de aves. As folhas de aipo não são geralmente aproveitadas, embora constituam a parte mais nutritiva da planta, pois contém mais cálcio, ferro, potássio e vitaminas A e C do que os talos. As folhas devem ser utilizadas em sopas e saladas por seu sabor.

    Aipo

    As pessoas em regime alimentar geralmente comem bastante aipo, uma vez que ele contém baixas calorias até mesmo para os padrões geralmente verificados em vegetais. Dois talos contêm menos de 10 calorias. No entanto, seu alto teor de fibras dá a sensação de saciedade.

    O aipo ainda é uma boa fonte de potássio, contribui também com pequenas quantidades de vitamina C e uma boa quantidade de folato e vitamina A. Embora não contenha muitos nutrientes, o aipo acrescenta um sabor especial a uma variado número de receitas - desde sopas e guisados a saladas e recheios de aves.

    As folhas de aipo não são geralmente aproveitadas, embora constituam a parte mais nutritiva da planta, pois contêm mais cálcio, ferro, potássio e vitaminas A e C do que os talos. As folhas devem ser utilizadas em sopas e saladas por seu sabor.

    Aipo(como planta medicinal)

     

    O aipo era conhecido na Roma antiga, onde era consumido em abundância pelas suas presumíveis propriedades afrodisíacas.

    Embora actualmente já não possua esta fama, é uma reconhecida fonte de potássio. Do aipo mais comum em Portugal (de talos e folhas verdes) tudo se aproveita, desde as folhas que condimentam caldos e saladas, às aromáticas sementes, passando pelos talos, depois de despojados dos fios laterais.

    Aipo-de-folhas, aipo-rábano e aipo-silvestre são as 3 variedades mais comuns. Do aipo-rábano pode inclusivé extrair-se um sal especial, indicado nas dietas isentas do tradicional sal marinho, e muito apreciado no tempero de sumos de tomate ou mesmo do famoso Blooddy Mary.

    Indispensável para perfumar caldos aromáticos de peixe - como o famoso court bouillon - experimenta ir mais longe e utilizar o aipo como cama de uns belos filetes de solha com molho de laranja. Surpreendente!

    aipo

    O aipo era usado pelos Gregos e Romanos como planta decorativa. Só na Renascença é que os europeus começaram a cultivá-lo, existindo aproximadamente 30 variedades com os mesmos princípios nutricionais, que se dividem em 2 grupos: o aipo cultivado, ou hortense, ou aipo de folhas e talos – de que se distinguem o dourado, ou branco, e o verde - e o aipo de cabeça, ou aipo nabo, ou aipo rábano ou vermelho.

    Todas estas variedades são ricas em vitaminas A, B e C, bem como em cálcio, magnésio, potássio, fósforo e sódio. O aipo auxilia na redução do colesterol e na limpeza do sangue.
    O aipo hortense não deve ser muito comprido, deve ter os talos claros e as folhas verdes escuras, enquanto que os de cabeça devem ser médios e ter folhas.

    O primeiro aguenta-se muitos dias no frigorífico envolvido num pano húmido e o segundo conserva-se 2 semanas envolvido com película aderente.

    Retiram-se os talos exteriores danificados do aipo hortense, lava-se sob água corrente e retiram-se os filamentos duros cortando cada folha pela base e puxando os filamentos no sentido contrário. O verde é usado quase unicamente como erva aromática e o branco come-se cru como aperitivo geralmente mergulhado num molho; os talos são utilizados em saladas; os corações de aipo são o pé do aipo dourado cortado a 10cm da base sem que as folhas, ou talos, tenham sido separados e comem-se recheados ou estufados.

    Ao aipo de cabeça cortam-se as folhas – que podem ser aproveitadas noutras receitas -, descasca-se até ficar com uma superfície uniforme, rega-se com sumo de limão para não oxidar ou deita-se num recipiente com água e limão. Come-se cru, ralado em saladas, cozido em água ou num caldo, salteado, estufado, gratinado, em purés ou frito como batatas às rodelas.

    Análise nutricional (por 100g):
    proteínas: 0,75g
    hidratos de carbono: 1,95g
    fibra: 1,7g
    vitamina A: 13ug
    vitamina C: 7mg
    cálcio: 40mg
    fósforo: 25g
    magnésio: 11mg
    ferro: 0,40mg
    potássio: 287mg
    zinco: 0,13mg
    sódio: 87mg

    AIPO ( ou salsão)

    Nome científico: Apium australe Thou

    Características: Planta herbácea, anual ou bianual, ereta, perfumada, de caule ereto, estriado, oco, ramificado, cilíndrico, glabro e fistuloso, atingindo 60cm de altura. As folhas são luzidias, verde-escuras, decompostas, pinatífidas, as basais longo pecioladas, com cinco folíolos ovais e as superiores sésseis, com três folíolos menores e mais estreitos. As flores, brancas, pequenas e numerosas, estão dispostas em umbelas compostas, sésseis ou curtamente pedunculadas, que reúne 6 a 12 raios desiguais. O fruto é um esquizocarpo subgloboso, curvo, castanho-esverdeado, glabro, suborbicular.

    Uso doméstico: As sementes um forte aroma, persistente e picante. O pecíolo carnoso e as raízes carnosas são comestíveis, sendo utilizados em saladas. As folhas desidratadas e pulverizadas, constituem-se em excelente condimento.O óleo essencial é amarelo-claro, usado para aromatizar alimentos, doces, licores, perfumes e sabonetes.

    Uso medicinal: O consumo regular da planta reduz a eliminação de potássio do organismo humano, sendo indicada principalmente para atletas. A raiz e semente são estomáquica, aperitiva, vulnerária, diurética e anti-hidrópica. A folha é resolutiva e peitoral , depurativa, expectorante, febrífuga, antiinflamatória, tônica , antiartrítica, anti-reumática , carminativa, emenagoga (salada) , excitante, antiescorbútica , alcalinizante, antitérmica, antiasmática e antianêmica .Indicada para o tratamento da asma úmida, gonorréia, retenção de urina, catarro pulmonar , nefrite, colite, disenteria, bronquite asmática, laringite, bronquite, úlceras de difícil cicatrização, contusões, ferimentos, hepatite, afecções febris , gota e litíase vesicular . A raiz é indicada para cálculos do fígado e icterícia .

    aipo

    O salsão (Apium graveolens) ou aipo é uma planta aromática alimentícia da família das apiáceas e sua origem é européia. Possui algumas variedades, com aromas e sabores muito característicos; destacam-se o salsão-branco, o salsão-tronchudo, o salsão-rábano, o salsão-gigante e o salsão-de-cabeça.

    O salsão contém quantidades pequenas de vitamina C, cálcio, potássio, ferro, fósforo e magnésio. É rico em fibras e ajuda no controle da taxa de colesterol do sangue. Exatamente pela sua pequena quantidade de calorias é um alimento muito recomendado nas dietas de emagrecimento. O salsão também possui muitas propriedades medicinais: age como antioxidante, evitando a destruição de células, e é usado como um alimento que ajuda na digestão, além de ter efeito refrescante.

    O salsão pode ser comprado em maço ou em talos soltos. Se as folhas estão abertas, com uma cor verde forte e brilhante, firmes e com os talos íntegros é fresco (nada de talos amarelados, moles e com flores).

    Praticamente todas as partes do salsão podem ser utilizadas na culinária. Seus talos, de textura crocante, podem ser servidos crus em saladas ou canapés, ou então cozidos. As pontas mais firmes e as folhas podem ser usadas no preparo de sopas e caldos. Basta cortar a base, separar os talos, aparar as pontas, retirar as fibras duras e enxágüar.

    Há três maneiras de cortar o salsão:

    rodelas: lave os talos, segure-os firmemente, corte-os em rodelas e deixe-os escorrendo numa peneira.

    lâminas: corte um talo por vez no sentido diagonal em formato de lâminas.

    tiras: corte os talos em tiras finas no sentido do comprimento e recorte as tiras para ficarem finas. Em seguida, coloque-as numa tigela com água gelada durante 1 hora ou mais. Com esse procedimento, as tiras ficarão viçosas, ligeiramente enroladas e ótimas numa salada.
    A receita de hoje foi feita com o salsão cortado em lâminas e ficou ótima, mas acredito que o corte é o que menos importa.

    Aipo

    Benefícios:

    -Baixas calorias e rico em fibras
    -Boa fonte de potássio
    -Pode reduzir inflamações e proteger contra o câncer

    - contém alto teor de nitratos vegetais.

    As pessoas em regime alimentar geralmente comem bastante aipo, uma vez que ele contém baixas calorias até mesmo para os padrões geralmente verificados em vegetais. Dois talos contêm menos de 10 calorias. No entanto seu alto teor de fibras dá a sensação de saciedade. O aipo é uma boa fonte de potássio; contribui também com pequenas quantidades de vitamina C e uma boa quantidade de folato e vitamina A. Embora não contenha muitos nutrientes, o aipo acrescenta um sabor especial a um variado número de receitas - desde sopas e guisados a saladas e recheios de aves. As folhas de aipo não são geralmente aproveitadas, embora constituam a parte mais nutritiva da planta, pois contém mais cálcio, ferro, potássio e vitaminas A e C do que os talos. As folhas devem ser utilizadas em sopas e saladas por seu sabor.

    RECEITAS COM AIPO

    receitas com aipo titulo

    Receita de: Bacalhau com Aipo

    Ingredientes
    • 1kg de bacalhau demolhado
    • 500 gr de aipo
    • 4 colheres de azeite ou manteiga
    • 50 gr de passas
    • 50 gr de pinoli
    Modo de Preparo

    Limpar o aipo e cortá-lo aos pedaços. Deixar levantar fervura em quantidade de água muito pequena. Picar a cebola miudinha e deixar a refogar no azeite até aloirar. Adicionar os tomates cortados em rodelas e deixar ferver em lume forte durante cerca de 10 minutos. Cortar o bacalhau em pedaços depois de tiradas as peles e as espinhas. Tirar os caroços das azeitonas. Deixar os pedaços de bacalhau no molho de tomate e juntar os demais ingredientes. Sacudir a panela de maneira que os ingredientes se misturem, sem que se desfaça o bacalhau. Deixar ficar na panela a lume brando e sem ferver durante cerca de 15 minutos, conforme o tamanho dos pedaçs do bacalhau. Servir com pão ou com batatas.

     

    Receita de Aipo cremoso ao forno

     

    Ingredientes

    • 4 xícaras (chá) de aipo (salsão) cortado em tiras finas.
    • 6 colheres (sopa) de manteiga ou margarina.
    • 3 colheres (sopa) de farinha de trigo.
    • 1 colher (chá) de sal.
    • 1 xícara (chá) de leite.
    • 1 colher (sopa) de pimentão verde picado.
    • 1 xícara (chá) de queijo fundido cortado em cubinhos.
    • 1 xícara (chá) de migalhas de pão fresco.

    Modo de preparo

    • Pré-aqueça o forno em temperatura média (170°C).
    • Frite o aipo por uns 5 minutos até que fique macio.
    • Retire da frigideira e reserve.
    • Junte a farinha e o sal.
    • Adicione o leite todo de uma vez e cozinhe mexendo até que toda a mistura engrosse.
    • Adicione o aipo e o pimentão.
    • Junte o queijo e mexa até que derreta.
    • Despeje tudo numa forma refratária.
    • Numa tigela, misture as migalhas de pão e a manteiga ou margarina (2 colheres sopa) derretida.
    • Polvilhe sobre o aipo.
    • Asse em forno pré-aquecido por uns 20 minutos.

    Rendimento: 8 porções.

    Receita de Sulfê de aipo

    Ingredientes

    • 3 xícaras (chá) de aipo
    • 150g de manteiga
    • 4 cebolas
    • 1 alho poró
    • Salsa e cebolinha picadas
    • 2 xícaras (chá) de água
    • 3/4 de 1 pão de forma (sem casca)
    • 2 xícaras (chá) de leite
    • 2 gemas
    • 2 claras em neve
    • Sal e pimenta-do-reino à gosto
    • Noz-moscada à gosto

    Modo de preparo

    • Frite o aipo cortando bem miudinho na manteiga.
    • Junte as cebolas junto com o alho poró, a salsa e cebolinha bem picadinhas e a água.
    • Deixe cozinhar bem.
    • Corte o pão de forma em pedacinhos.
    • Frite de 2 a 3 vezes em manteiga, suficiente para dar gosto e corar.
    • Coloque sobre o pão de forma frito, as verduras cozidas com seu caldo, o leite onde foram as gemas.
    • Deixe amolecer o pão por 2 horas.
    • Coloque então as claras em neve firme.
    • Tempere com sal, pimenta-do-reino e noz-moscada.
    • Coloque em uma forma de chaminé untada com manteiga.
    • Leve para assar até secar bem e corar.
    • Virar ainda morno e servir.

    PLANTAS QUE CURAM-AIPO

    aipo-2 Apium graveolens L. - AIPO

    Nome científico: Apium graveolens L.
    Família: Apiaceae.
    Sinônimos botânicos: Apium integrilobum Hayata, Apium vulgare Bubani, Carum graveolens (L.) Koso-Pol., Celeri graveolens (L.) Britton, Selinum graveolens (L.) Krause, Seseli graveolens Scop., Sium apium Roth, Sium graveolens (L.) Vest.
    Outros nomes populares: sansão, salsão-selvagem, aipo-do-rio-grande, aipo-d’água, aipo-doce, aipo-bravo, aipo-hortense, aipo-dos-pântanos, aipo-rebano, aipo-silvestre, celeri, ápio, aipo-cultivado; echter sellerie (alemão), apio (espanhol), céleri (francês), celery (inglês), sedano (italiano).
    Constituintes químicos: ácidos (glicérico, glicólico, málico, tartárico, cumárico, caféico, ferrúlico, químico, xiquímico), açúcares, apéina e outros flavonóides, cálcio, carboidratos, cumarinas (sesilina, isopimpenelina, apigravina); ferro, fósforo, manitol, niacina, óleo essencial (apiósido, limoneno, sileneno, eudesmol, sedanólido, anidrido sedanônico), pentasonas, sódio, vitaminas A, B1 (tiamina), B2 (kiboflavina ), C (ácido ascórbico).
    Propriedades medicinais: alcalinizante, antioxidante, antipalúdica, antipirético, aperiente, carminativa, depurativo do sangue, digestivo, diurético, emenagoga, estimulante, estomáquica, expectorante, febrífuga, levemente laxante, refrescante, tônica, tônico para o sistema nervoso.
    Indicações: ácido úrico, acidose, afecção febril, afonia, alivia a fadiga, anemia ferropriva e perniciosa, artrite, bronquite asmática, cálculo biliar, catarro pulmonar, chaga cancerosa, colite crônica, contusão, diminuir perda de potássio, disenteria, dismenorréia, distúrbio digestivo, diurese, escorbuto, escrofulose, estômago, fadiga, favorece a menstruação, ferimento, fígado, fortalecimento dos nervos, gás intestinal, gota, hepatite, icterícia, inapetência, intumescimento leitoso dos seios, laringite, malária, oftalmia, pneumonia, prevenção de escorbuto, proteção contra a xeroftalmia, reumatismo, rins (cólica, nefrite, cálculo), rouquidão, sarna, úlcera.
    Parte utilizada: raízes, folhas, talos, sementes.
    Contra-indicações/cuidados: sob forma de saladas é contra indicado para diabéticos; não deve ser utilizada por pessoas com inflamação nos rins.
    Modo de usar:
    - saladas cruas, sopas, caldos, sucos, condimentos, maioneses;
    - suco. 1 xícara ao dia, dividido em 3 ou 4 vezes: carminativo, diurético, febrífugo, tônico; anúria, dismenorréia, debilidades em geral, espectorante;
    - suco com maçã: eliminar excesso de dióxido de carbono e vontade de comer doces;
    - decocção de 30 g de folhas frescas em 1 litro de água. Adoçar com 1 colher de mel, tomar diariamente pela manhã em jejum (bronquite asmática);
    - decocção de 40 g de raízes e ramos de aipo em litro de água por 10 minutos. Filtrar e beber três xícaras ao dia: gota, nefrite, reumatismo, cálculos na bexiga;
    - decocção em fogo brando, 20 g de raízes de aipo, 30 g de parietária e 30 g de raízes de salsa em um litro de água, por 10 minutos. Deixar esfriar e filtrar. Beber três xícaras ao dia: fígado, cálculos nos rins;
    - decocção de 100 g de aipo em litro de água fria e ferver lentamente, por 20 minutos. Lavar os pés ou nas mãos, uma vez por dia, com o líquido ainda quente: frieiras;
    - infusão de 1 colher de sopa de folhas verdes ou rizomas em 1 litro de água. Tomar 3 xícaras das de chá quente, diariamente;
    - infusão de 15 g de sementes em litro de água fervente. Deixar esfriar e filtrar. Beber 3 xícaras ao dia: meteorismo intestinal e flatulência estomacal;
    - xarope: corte em pedaços pequenos cinco gramas de raízes de aipo, cinco gramas de raízes de funcho, cinco gramas de raízes de aspargo, cinco gramas de raízes de salsa e cinco gramas de raízes de gilbarbeira. Colocar todas as raízes em um recípiente, com um litro de água fria. Deixar em maceração por 12 horas, filtrar, separando as raízes do líquido. Guarde o líquido. Colocar as raízes novamente no recipiente com 2 litros de água fria e deixe por mais 12 horas. Filtrar e misturá-lo ao primeiro, adicionando 2 quilos de açúcar. Colocar o xarope em fogo moderado, mexer constantemente, até o açúcar dissolver-se. Consumir 60 ml de xarope ao dia, em goles: depurativo;
    Uso Externo:
    - cataplasma em contusões e ferimentos: aplicar duas vezes ao dia na região afetada;
    - raízes secas e moídas, polvilhadas sobre úlceras de difícil cicatrização duas vezes ao dia;

    Apium graveolens L. - AIPO

    Nome científico: Apium graveolens L.
    Família: Apiaceae.
    Sinônimos botânicos: Apium integrilobum Hayata, Apium vulgare Bubani, Carum graveolens (L.) Koso-Pol., Celeri graveolens (L.) Britton, Selinum graveolens (L.) Krause, Seseli graveolens Scop., Sium apium Roth, Sium graveolens (L.) Vest.
    Outros nomes populares: sansão, salsão-selvagem, aipo-do-rio-grande, aipo-d’água, aipo-doce, aipo-bravo, aipo-hortense, aipo-dos-pântanos, aipo-rebano, aipo-silvestre, celeri, ápio, aipo-cultivado; echter sellerie (alemão), apio (espanhol), céleri (francês), celery (inglês), sedano (italiano).
    Constituintes químicos: ácidos (glicérico, glicólico, málico, tartárico, cumárico, caféico, ferrúlico, químico, xiquímico), açúcares, apéina e outros flavonóides, cálcio, carboidratos, cumarinas (sesilina, isopimpenelina, apigravina); ferro, fósforo, manitol, niacina, óleo essencial (apiósido, limoneno, sileneno, eudesmol, sedanólido, anidrido sedanônico), pentasonas, sódio, vitaminas A, B1 (tiamina), B2 (kiboflavina ), C (ácido ascórbico).
    Propriedades medicinais: alcalinizante, antioxidante, antipalúdica, antipirético, aperiente, carminativa, depurativo do sangue, digestivo, diurético, emenagoga, estimulante, estomáquica, expectorante, febrífuga, levemente laxante, refrescante, tônica, tônico para o sistema nervoso.
    Indicações: ácido úrico, acidose, afecção febril, afonia, alivia a fadiga, anemia ferropriva e perniciosa, artrite, bronquite asmática, cálculo biliar, catarro pulmonar, chaga cancerosa, colite crônica, contusão, diminuir perda de potássio, disenteria, dismenorréia, distúrbio digestivo, diurese, escorbuto, escrofulose, estômago, fadiga, favorece a menstruação, ferimento, fígado, fortalecimento dos nervos, gás intestinal, gota, hepatite, icterícia, inapetência, intumescimento leitoso dos seios, laringite, malária, oftalmia, pneumonia, prevenção de escorbuto, proteção contra a xeroftalmia, reumatismo, rins (cólica, nefrite, cálculo), rouquidão, sarna, úlcera.
    Parte utilizada: raízes, folhas, talos, sementes.
    Contra-indicações/cuidados: sob forma de saladas é contra indicado para diabéticos; não deve ser utilizada por pessoas com inflamação nos rins.
    Modo de usar:
    - saladas cruas, sopas, caldos, sucos, condimentos, maioneses;
    - suco. 1 xícara ao dia, dividido em 3 ou 4 vezes: carminativo, diurético, febrífugo, tônico; anúria, dismenorréia, debilidades em geral, espectorante;
    - suco com maçã: eliminar excesso de dióxido de carbono e vontade de comer doces;
    - decocção de 30 g de folhas frescas em 1 litro de água. Adoçar com 1 colher de mel, tomar diariamente pela manhã em jejum (bronquite asmática);
    - decocção de 40 g de raízes e ramos de aipo em litro de água por 10 minutos. Filtrar e beber três xícaras ao dia: gota, nefrite, reumatismo, cálculos na bexiga;
    - decocção em fogo brando, 20 g de raízes de aipo, 30 g de parietária e 30 g de raízes de salsa em um litro de água, por 10 minutos. Deixar esfriar e filtrar. Beber três xícaras ao dia: fígado, cálculos nos rins;
    - decocção de 100 g de aipo em litro de água fria e ferver lentamente, por 20 minutos. Lavar os pés ou nas mãos, uma vez por dia, com o líquido ainda quente: frieiras;
    - infusão de 1 colher de sopa de folhas verdes ou rizomas em 1 litro de água. Tomar 3 xícaras das de chá quente, diariamente;
    - infusão de 15 g de sementes em litro de água fervente. Deixar esfriar e filtrar. Beber 3 xícaras ao dia: meteorismo intestinal e flatulência estomacal;
    - xarope: corte em pedaços pequenos cinco gramas de raízes de aipo, cinco gramas de raízes de funcho, cinco gramas de raízes de aspargo, cinco gramas de raízes de salsa e cinco gramas de raízes de gilbarbeira. Colocar todas as raízes em um recípiente, com um litro de água fria. Deixar em maceração por 12 horas, filtrar, separando as raízes do líquido. Guarde o líquido. Colocar as raízes novamente no recipiente com 2 litros de água fria e deixe por mais 12 horas. Filtrar e misturá-lo ao primeiro, adicionando 2 quilos de açúcar. Colocar o xarope em fogo moderado, mexer constantemente, até o açúcar dissolver-se. Consumir 60 ml de xarope ao dia, em goles: depurativo;
    Uso Externo:
    - cataplasma em contusões e ferimentos: aplicar duas vezes ao dia na região afetada;
    - raízes secas e moídas, polvilhadas sobre úlceras de difícil cicatrização duas vezes ao dia;

    Apium graveolens L. - AIPO

    Nome científico: Apium graveolens L.
    Família: Apiaceae.
    Sinônimos botânicos: Apium integrilobum Hayata, Apium vulgare Bubani, Carum graveolens (L.) Koso-Pol., Celeri graveolens (L.) Britton, Selinum graveolens (L.) Krause, Seseli graveolens Scop., Sium apium Roth, Sium graveolens (L.) Vest.
    Outros nomes populares: sansão, salsão-selvagem, aipo-do-rio-grande, aipo-d’água, aipo-doce, aipo-bravo, aipo-hortense, aipo-dos-pântanos, aipo-rebano, aipo-silvestre, celeri, ápio, aipo-cultivado; echter sellerie (alemão), apio (espanhol), céleri (francês), celery (inglês), sedano (italiano).
    Constituintes químicos: ácidos (glicérico, glicólico, málico, tartárico, cumárico, caféico, ferrúlico, químico, xiquímico), açúcares, apéina e outros flavonóides, cálcio, carboidratos, cumarinas (sesilina, isopimpenelina, apigravina); ferro, fósforo, manitol, niacina, óleo essencial (apiósido, limoneno, sileneno, eudesmol, sedanólido, anidrido sedanônico), pentasonas, sódio, vitaminas A, B1 (tiamina), B2 (kiboflavina ), C (ácido ascórbico).
    Propriedades medicinais: alcalinizante, antioxidante, antipalúdica, antipirético, aperiente, carminativa, depurativo do sangue, digestivo, diurético, emenagoga, estimulante, estomáquica, expectorante, febrífuga, levemente laxante, refrescante, tônica, tônico para o sistema nervoso.
    Indicações: ácido úrico, acidose, afecção febril, afonia, alivia a fadiga, anemia ferropriva e perniciosa, artrite, bronquite asmática, cálculo biliar, catarro pulmonar, chaga cancerosa, colite crônica, contusão, diminuir perda de potássio, disenteria, dismenorréia, distúrbio digestivo, diurese, escorbuto, escrofulose, estômago, fadiga, favorece a menstruação, ferimento, fígado, fortalecimento dos nervos, gás intestinal, gota, hepatite, icterícia, inapetência, intumescimento leitoso dos seios, laringite, malária, oftalmia, pneumonia, prevenção de escorbuto, proteção contra a xeroftalmia, reumatismo, rins (cólica, nefrite, cálculo), rouquidão, sarna, úlcera.
    Parte utilizada: raízes, folhas, talos, sementes.
    Contra-indicações/cuidados: sob forma de saladas é contra indicado para diabéticos; não deve ser utilizada por pessoas com inflamação nos rins.
    Modo de usar:
    - saladas cruas, sopas, caldos, sucos, condimentos, maioneses;
    - suco. 1 xícara ao dia, dividido em 3 ou 4 vezes: carminativo, diurético, febrífugo, tônico; anúria, dismenorréia, debilidades em geral, espectorante;
    - suco com maçã: eliminar excesso de dióxido de carbono e vontade de comer doces;
    - decocção de 30 g de folhas frescas em 1 litro de água. Adoçar com 1 colher de mel, tomar diariamente pela manhã em jejum (bronquite asmática);
    - decocção de 40 g de raízes e ramos de aipo em litro de água por 10 minutos. Filtrar e beber três xícaras ao dia: gota, nefrite, reumatismo, cálculos na bexiga;
    - decocção em fogo brando, 20 g de raízes de aipo, 30 g de parietária e 30 g de raízes de salsa em um litro de água, por 10 minutos. Deixar esfriar e filtrar. Beber três xícaras ao dia: fígado, cálculos nos rins;
    - decocção de 100 g de aipo em litro de água fria e ferver lentamente, por 20 minutos. Lavar os pés ou nas mãos, uma vez por dia, com o líquido ainda quente: frieiras;
    - infusão de 1 colher de sopa de folhas verdes ou rizomas em 1 litro de água. Tomar 3 xícaras das de chá quente, diariamente;
    - infusão de 15 g de sementes em litro de água fervente. Deixar esfriar e filtrar. Beber 3 xícaras ao dia: meteorismo intestinal e flatulência estomacal;
    - xarope: corte em pedaços pequenos cinco gramas de raízes de aipo, cinco gramas de raízes de funcho, cinco gramas de raízes de aspargo, cinco gramas de raízes de salsa e cinco gramas de raízes de gilbarbeira. Colocar todas as raízes em um recípiente, com um litro de água fria. Deixar em maceração por 12 horas, filtrar, separando as raízes do líquido. Guarde o líquido. Colocar as raízes novamente no recipiente com 2 litros de água fria e deixe por mais 12 horas. Filtrar e misturá-lo ao primeiro, adicionando 2 quilos de açúcar. Colocar o xarope em fogo moderado, mexer constantemente, até o açúcar dissolver-se. Consumir 60 ml de xarope ao dia, em goles: depurativo;
    Uso Externo:
    - cataplasma em contusões e ferimentos: aplicar duas vezes ao dia na região afetada;
    - raízes secas e moídas, polvilhadas sobre úlceras de difícil cicatrização duas vezes ao dia;

    alho poró caracteristicas e historia

     

    FRUTOS DA TERRA

    • Nome Científico: Allium porrum
    • Sinonímia: Allium ampeloprasum var. porrum, Porrum sativum, Porrum commune
    • Nome Popular: Alho-porró, alho-poró, alho-porro, alho-francês, alho-macho, alho-porrô, poró, porro, porró, porrô, porro-bravo, porro-hortense
    • Família: Alliaceae
    • Divisão: Angiospermae
    • Origem: Europa
    • Ciclo de Vida: Bienal

    O alho-porró é uma planta conhecida desde a antiguidade pelos egípcios, gregos e romanos, inclusive com diversas citações bíblicas. Ele é também uma das plantas símbolo do País de Gales. Atualmente encontra-se difundido pelo mundo inteiro, com crescente popularização e consumo. É uma planta herbácea, do mesmo gênero que o alho e a cebola. Produz as folhas e o talo no primeiro ano após o plantio e reproduz-se no segundo ano, florescendo e frutificando.

    Suas folhas são longas, largas, suculentas e verdes, com bainhas compridas que se sobrepõem recobrindo o falso caule, formando o "talo" tenro, branco e comestível, dilatado na base. Suas raízes são fasciculadas e pouco profundas. As inflorescências grandes e de aspecto esférico, são do tipo umbela e contém numerosas flores brancas, róseas ou roxas. Após a polinização, formam-se os frutos do tipo cápsula trigona e as sementes pequenas, pretas e achatadas, com superfície enrugada, semelhantes às da cebola.

    O alho-porró é uma deliciosa hortaliça que pode ser utilizada crua ou cozida fria como salada e em pratos quentes. Seu sabor é mais delicado, doce e suave que o da cebola, e é muito utilizado na culinária francesa e japonesa, geralmente em recheios de quiches e tortas, ou em refogados rápidos de legumes. A parte branca é a mais consumida e com maior variedade de preparações, mas as folhas verdes são também utilizadas para temperar molhos e sopas. A indústria de alimentos aproveita o alho-porró desidratado para a produção de sopas e temperos.

    Apesar de bienal, o alho-porró é cultivado comercialmente como anual. Deve ser plantado sob sol pleno em solo fértil, calado, leve e enriquecido com matéria orgânica, irrigado regularmente. Pode ser semeado diretamente nos canteiros definitivos ou em sementeiras para posterior transplante. Na ocasião do plantio os canteiros devem ser bem preparados, elevados e fofos.

    O transplante deve ser efetuado preferencialmente em dias nublados, quando as plantas atingirem de 10 a 15 cm de altura. Durante o seu crescimento (cerca de 1 mês antes da colheita) devemos "amontoar" a terra em torno da planta para que fique com os talos bem brancos. Com cerca de 120 dias no verão e 140 dias no inverno as plantas já estarão prontas para a colheita. Aprecia o clima ameno, mas atualmente o mercado oferece variedades bem adaptadas ao calor. Multiplica-se por sementes.

    alho-poro3
    Medicinal
    • Indicações: Problemas digestivos, infecções, pressão alta, arteriosclerose, cálculos renais, fraqueza, infecções respiratórias, verminose.
    • Propriedades: Antibiótica, digestiva, diurética, emoliente, estimulante, expectorante, laxante, vermífuga.
    • Partes usadas: Folhas, talos e sementes.

    CULTURA DO ALHO PORÓ

    538_W400Q60I2SASRFHFVRLRRCLCTCRCB Considerações Gerais

    O alho-poró - Ailium porrum, L., de origem européia, segundo o professor Paul G. Smith, da Universidade da Califórnia, Davis, E.U.A., que era tido como pertencente à família das Liliáceas, passou, recentemente, a ser classificado como pertencente à família das Amarilidáceas.

    A planta é herbácea, tenra e bíenal, produz talo e folhas no primeiro ano; haste floral, flores e sementes no segundo ano. As folhas que são compridas e relativamente largas, possuem bainhas longas, que sobrepõem umas às outras para forrar um falso caule, cilíndrico, também chamado talo.Este, de dez a vinte centímetros de comprimento e três a seis centímetros de diâmetro, tem a base dilatada em forma de bulbo. O sistema radicular é constituído por raízes fasciculadas, semelhantes do alho comum. As flores são brancas, róseas ou lilases, numerosas, encontram-se dispostas em uma inflorescência do tipo umbela, quase esférica. Os frutos são do tipo cápsula trigona e as sementes, pretas, achatadas, com superfície enrugada, semelhantes às da cebola, porém menores, perdem o poder germinativo rapidamente.

    O alho-porro é bastante cultivado na Europa, especialmente na França e na Inglaterra.
    No Brasil, principalmente nos estados sulinos, sua cultura tende a ser feita em escala crescente, devido às condições favoráveis de clima e solo.

    Variedades

    A escolha da variedade é de muita importância para o bom êxito da cultura.

    Para as nossas condições de clima e solo, são consideradas boas as seguintes variedades: “Gigante-Musselburgh”, “Gigante-de-carentan” e Gigante americano”.

    Plantio

    Para o plantio de um hectare, são necessários, aproximadamente, 700 gramas de sementes com 80 % de poder germinativo, considerado o espaçamento de 15cm entre plantas e de 50cm entre linhas.

    Um grama contém em média, 400 sementes. As sementes de alho-poró perdem a vitalidade rapidamente, porém, quando guardadas em latas hermáticamente fechadas e em local fresco, elas conservam o poder germinativo por mais tempo.

    Após a semeação, cobre-se o solo com capim seco, e rega-se diariamente.
    A germinação se dá seis a oito dias mais tarde, quando a cobertura com capim deve ser retirada de uma só vez, à tarde.
    As sementes devem ser previamente desinfetadas com “Neantina” ou “Rhodiauran” seco, à razão de 0,5% em peso das sementes tratadas. Colocam-se as sementes e o desinfetante em saco de papel ou lata, agitando-se fortemente durante um minuto.
    O canteiro de semeação deverá permanecer sempre limpo, evitando-se assim, a concorrência de ervas más.
    As melhores mudas que irão para transplantação ao local definitivo devem estar com 10 a 15 cm de altura e com três a quatro folhas. Isso se dá 50 a 65 dias após .a semeação.
    Os canteiros de semeação devem, na ausência de boa chuva, ser irrigados copiosamente na ocasião do arrancamento das mudas, o que facilitará a operação.
    Os sulcos de plantação devem ter dez centímetros de profundidade.
    Não é necessário que as mudas fiquem em posição vertical, como se verifica quando são plantadas a mão, porque dentro de poucos dias se erguem. O transplante deve ser feito após uma boa chuva ou irrigação.

    Clima e Solo

    O alho-poró pode ser considerado uma hortaliça de inverno, sendo necessário, para o seu bom desenvolvimento, que as temperaturas médias mensais estejam entre 13 e 24ºC.

    É planta pouco tolerante à acidez do solo, preferindo terras com pH entre 6,0 e 6,8. Quando o solo é ácido, deve-se procurar corrigi-lo pela calagem. Para isto, é aconselhável a aplicação de calcário em pó, preferivelmente o dolomítico, pelo menos dois meses antes do plantio.

    O solo para o cultivo dessa verdura deve ser fértil, profundo com boa capacidade de retenção de umidade, rico em húmus, solto, para a operação de amontoa, a fim de haver o necessário branqueamento do talo.

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    Tratos Culturais

    Para formular uma boa adubação, é necessário que a terra do local de plantio seja analisada.

    Entretanto, para solos de média fertilidade, pode-se recomendar a aplicação de 3kg de estêrco de curral, por metro linear de sulcos, oito a dez dias antes do plantio.

    O esterco de curral poderá ser substituído pela farinha de torta de mamona previamente fermentada, ou então aplicada com um mês de antecedência da plantação, a fim de ter tempo de se decompor, e em quantidade equivalente a 1/10(um décimo) do peso recomendado. Pode ainda, ser substituído pelo esterco de galinha fermentado, em dose correspondente a um quarto do peso recomendado, dependendo da sua pureza. Quando o estêrco de galinha não for fermentado, deverá ser aplicado pelo menos com um mês de antecedência da plantação.

    Para evitar a erosão, o alinhamento para o plantio do local definitivo deve ser efetuado em nível, quando a irrigação for por aspersão ou com leve desnível de 0,25% na irrigação por infiltração.

    As capinas, as escarificações e amontoa são necessárias, e esta última operação consiste em chegar terra às plantas, durante seu crescimento – 90/100 dias após o plantio, para proporcionar o necessário branqueamento e maciez do talo ou falso caule.
    A rotação de cultura deve ser feita com milho, arroz, tomate, repôlho, etc. interessante incluir uma leguminosa adubo-verde, na rotação de cultura, como crotalária paulinea, crotalária júncea, lablab, feijão-de-porco, a qual será incorporada ao solo antes de florescer.

    colheita

    A colheita se dá cinco a seis meses a contar da semeação, quando, então, as hastes têm de 2,5 a 4 cm de diâmetro. Corte-as junto ao solo, lave-as, retire as folhas secas, amarradas em maços.

    Pode ser considerada boa produção, cerca de trinta e cinco toneladas por alqueire.

    PRAGAS E MOLESTIAS DO ALHO PORÓ

    leek

    A ocorrência de moléstias, em nossas condições, é pequena.

    A “meIa”, também conhecida pelo, nome de “Damping-off”, moléstia que comumente aparece no canteiro, é causada por um grupo de fungos do solo, e seu principal sintoma é o apodrecimento da região do colo das plantinhas, bem como das raízes. Em conseqüência, há o tombamento das mudas.
    Essa moléstia é mais comum em locais úmidos e sombreados, bem como em canteiros com aglomeração de mudas. Não há tratamento específico para o seu controle; evita-se, porém, em parte, a sua manifestação, adotando-se medidas seguintes:

    Construção dos canteiros de semeadura, com dez centímetros de altura, em local seco e ensolarado; Semeação no espaçamento recomendado; Emprego de sementes previamente desinfetadas com “Rhodiauran” ou “Neantina”, secos, ou outro produto semelhante, na base de 500 gramas do desinfetante para 100 quilos de sementes; Pulverizações ou regas com uma solução protetora indicada no início da manifestação da moléstia.
    Essas pulverizações ou regas devem ser repetidas semanalmerite, até que as mudas se recuperem. No caso das regas, são usados cinco litros da solução por metro quadrado de canteiro.
    A praga mais importante é o trips, inseto minúsculo que vive nas partes invaginantes das folhas e se alimenta da seiva.
    Em conseqüência da sua picada, a planta apresenta, nas folhas, manchas acinzentadas, cujo exame revela a destruição dos tecidos externos.
    As maiores infestações dessa praga ocorrem em períodos secos e quentes.
    Para seu controle, é aconselhável o emprego de pulverizações.

    plantas que curam-alho poró

    alhoporo

    Allium porrum L. - ALHO-PORÓ

    Nome científico: Allium porrum L.
    Família: Liliaceae.
    Sinônimos botânicos: Allium ampeloprasum L., Allium ampeloprasum var. porrum (L.) J. Gay.
    Outros nomes populares: porró, alho francês; leek, garden leek (inglês); poireau (francês); ajo porro, puerro e pulantu (espanhol); dungali, kânda e pyaz (hindu); san-chiu e tsun g (chinês).
    Constituintes químicos: ácido esteárico, ácido linoléico, ácido palmítico, açúcares, alicina, alisulfito, celulose, enxofre, mucilagem, pectina, proteínas, sais minerais (ferro), vitaminas C, B1, E.
    Propriedades medicinais: desinfetante, detersiva, digestiva, diurética, emoliente, estimulante, expectorante, laxante, nutritiva, resolutiva.
    Indicações: má digestão, mau funcionamento dos rins e intestinos, reduzir pressão alta, previnir arteriosclerose, auxiliar a dissolução de cálculos renais, pessoas enfraquecidas, previnir gripes e resfriados, ajudar expulsão de vermes; ajudar baixar a taxa de colesterol e descongestionar as vias respiratórias (em pequena escala).
    Parte utilizada: folhas, sementes, talos.
    Contra-indicações/cuidados: pessoas com úlceras gastroduodenais, gastrite e fraqueza estomacal; nutrizes pois impregna o leite e pode causar cólicas nos bebês.
    As sememtes podem provocar hemólise.
    Modo de usar: conservas, cozidos vegetais, suflês, sopas, sopas desidratadas, misturas condimentares em pó, prato principal com molhos especiais;
    - infusão de 5 gramas em 1 copo de água fervente por 5 minutos.
    - decocção de um bulbo em 250 ml de água fervente por 10 minutos: diurético (evita cálculos renais)

    receita com alho poró

     

    Truta poché com creme de alho-poró
    truta com alho poró

    truta com poró

    Ingredientes:

    4 trutas limpas (cerca de 1 kg)
    1 cebola pequena cortada em tiras
    1/2 xícara (chá) de vinho branco
    1 colher (sopa) de azeite de oliva
    sal e pimenta-do-reino moída na hora a gosto
    Modo de Preparo:
    Ligue o forno à temperatura média. Lave as trutas, seque com toalha de papel e tempere-as com sal e pimenta-do-reino. Reserve. Disponha as trutas em uma assadeira, espalhe as tiras de cebola e despeje o vinho misturado com 1/2 xícara (chá) de água. Em seguida, regue com azeite de oliva. Leve o peixe ao forno por 25 minutos, ou até ficar macio. Retire do forno e, com uma faca para filetar, retire a pele e separe os filés. Salpique o sal e a pimenta-do-reino. Se preferir, decore com endro. Sirva com creme de alho-poró: limpe dois alhos-porós, retire as folhas mais duras e lave bem. Pique-o em rodelas finas e reserve. Coloque em uma panela 1 colher de sopa de margarina light, o alho-poró e 1 cebola cortada em tirinhas. leve ao fogo e refogue, mexendo de vez em quando, até os legumes ficarem macios. Polvilhe 2 colheres (sopa) de farinha de trigo e deixe dourar, sem parar de mexer. junte, aos poucos, 1 xícara (chá) de leite desnatado misturado com 1/2 xícara (chá) de água e cozinhe, sem parar de mexer, por mais 5 minutos, ou até obter um creme. Acerte o sal e retire do fogo. Distribua o creme no prato, polvilhe com pimenta rosa a gosto e sirva.
    Fonte: Revista Água na Boca

    Categoria:
    Frutos do mar

    Esta receita:
    é light

    Cozinha:
    Brasileira

    Temperatura:
    Quente

    Dificuldade:
    Média

    Tempo de preparo:
    15 min + tempo de forno

    Rendimento:
    4 porções

    Calorias:
    370 cal por porção

    Torta de alho-poró e bacon

    Ingredientes:

    massa
    1 xícara de farinha de trigo
    1/3 xícara de manteiga gelada
    1 ovo
    1 colher de sopa de água
    pitada de sal
    recheio
    1 e 1/4 de xícara de creme de leite
    3 ovos
    2 alhos-poró
    80g de bacon
    2 colheres (sopa) de parmesão ralado
    sal e pimenta-do-reino
    noz-moscada
    Modo de Preparo:
    Prepare a massa colocando a farinha de trigo em um plano de trabalho e abrindo um buraco no meio. Bata levemente o ovo com a água e o sal. Reserve. Coloque a manteiga gelada cortada em cubos no centro da farinha. Misture com a ponta dos dedos para incorporar. Adicione a mistura do ovo e ligue a massa. Deixe descansar por 20 minutos. Pré-aqueça o forno em médio. Abra a massa com um rolo e forre fundo e laterais de uma assadeira com aro removível 22 cm de aproximadamente 2 cm de altura. Com um garfo faça alguns furos no fundo da massa e leve novamente à geladeira. Pique grosseiramente o bacon e leve a uma frigideira para dourar levemente. Corte os alho poro em fatias finas e adicione ao bacon para que refogue até ficar macio. Bata ligeiramente os ovos e acrescente o creme de leite e o parmesão. Tempere com sal, pimenta-do-reino e noz moscada. Retire a massa da geladeira e arrume sobre ela os alhos-poró refogados. Cubra com o creme de ovos e leve ao forno para assar. Asse por cerca de 30 minutos ou até o recheio firmar e a torta estar levemente dourada. Deixe esfriar um pouco antes de cortar.

    Categoria:
    Torta, pizzas e pães

    Cozinha:
    Brasileira

    Temperatura:
    Quente

    Dificuldade:
    Média

    Sopa cremosa de alho-poró com cottage

    Ingredientes:

    2 alhos-porós
    1 cebola média ralada
    2 dentes de alho amassados
    2 colheres (sopa) de azeite de oliva
    1 xícara (chá) de queijo cottage
    1 xícara (chá) de caldo de legumes sem gordura
    1 xícara (chá) de leite desnatado
    sal a gosto
    Modo de Preparo:
    Limpe o alho-poró, lave-o e pique os talos em rodelas finas. Leve ao fogo uma panela com a cebola, o alho, o alho-poró e o azeite de oliva. Refogue até o alho-poró ficar macio e retire do fogo. Reserve um pouco do alho-poró para decorar e transfira o restante do refogado para o liquidificador. Adicione o queijo cottage, o caldo de legumes e o leite e bata até obter um creme uniforme. Despeje o creme numa panela e leve ao fogo baixo, mexendo de vez em quando, até encorpar um pouco. Acerte o sal. Retire o creme do fogo, distribua em pratos fundos e disponha no centro o alho-poró reservado. Sirva em seguida.
    Fonte: Revista Água na Boca

    Categoria:
    Sopas

    Cozinha:
    Brasileira

    Temperatura:
    Quente

    Dificuldade:
    Fácil

    Tempo de preparo:
    25 min

    Rendimento:
    4 porções

    Salada de fava com alho-poró

    Ingredientes:

    1 kg de fava
    2 alhos-porós cortados em rodelas
    2 cenouras cortadas em palitos finos
    8 rabanetes cortados em fatias
    4 colheres (sopa) de azeite de oliva extravirgem
    5 dentes de alho cortados em tiras finas
    12 folhas de sálvia picadas
    sal a gosto
    Modo de Preparo:
    Lave as favas e coloque-as em uma panela com 2 litros de água. Leve ao fogo e cozinhe por 45 minutos, ou até ficarem quase macias. Em seguida, junte o alho-poró e cozinhe por mais 10 minutos. Retire do fogo, escorra a água e reserve. Distribua em uma saladeira as favas, o alho-poró, a cenoura e o rabanete. Misture delicadamente e reserve. Leve ao fogo uma panela com o azeite de oliva, o alho e as folhas de sálvia e refogue, sem parar de mexer, até o alho dourar. Retire do fogo, coloque o sal e regue a salada. Sirva a seguir.
    Fonte: Revista Água na Boca

    Categoria:
    Saladas

    Esta receita:
    é vegetariana

    Cozinha:
    Brasileira

    Temperatura:
    Frio

    Dificuldade:
    Fácil

    Tempo de preparo:
    1h e 20 min

    Rendimento:
    6 porções

    Risoto de bacalhau, tomate seco e alho-poró

    Ingredientes:

    1/2 kg de bacalhau
    100 g de tomate seco
    2 alhos-porós médios
    2 dentes de alho
    3 colheres (sopa) de azeite de oliva
    2 xícaras (chá) de arroz arbóreo
    Modo de Preparo:
    Lave o bacalhau, corte em pedaços médios e coloque numa tigela com 2 litros de água fria. Deixe de molho na geladeira por 36 horas, trocando a água no mínimo 5 vezes. Escorra a água do bacalhau, coloque-o numa panela com 2 litros de água e cozinhe até ficar macio. Retire do fogo, reserve a água do cozimento (desde que não esteja salgada), mantendo-a aquecida. Elimine a pele e as espinhas do bacalhau, desfie finamente e reserve. Pique os tomates secos em tiras finas e reserve. Lave o alho-poró, elimine as raízes e as folhas verdes. Lave e corte os talos em rodelas finas e reserve. Descasque e amasse os dentes de alho. Reserve. Coloque numa panela o azeite de oliva, o bacalhau desfiado, o tomate seco, o alho-poró e o alho. Leve ao fogo e refogue, mexendo de vez em quando, até o bacalhau ficar levemente dourado. Em seguida, adicione o arroz e refogue, mexendo de vez em quando, até os grãos ficarem brilhantes. Junte 1/2 xícara (chá) da água do bacalhau fervente e deixe cozinhar, mexendo sem parar, raspando o fundo e as laterais da panela, até não ter mais líquido. Continue a cozinhar e, a cada minuto, despeje 1/2 xícara (chá) da água de cozimento do bacalhau. Não pare de mexer, raspando o fundo e as laterais da panela até o arroz ficar al dente. Retire do fogo e mantenha a panela tampada por 3 minutos antes de servir.
    Fonte: Revista Água na Boca

    Categoria:
    Grãos e Massas

    Cozinha:
    Brasileira

    Temperatura:
    Quente

    Dificuldade:
    Fácil

    Tempo de preparo:
    1 hora (exige preparo antecipado)

    Rendimento:
    4 porções

    Omelete de alho-poró

    Ingredientes:

    1 alho-poró médio
    3 colheres (sopa) de azeite de oliva
    5 ovos
    1/2 xícara (chá) de salsinha picada
    1 xícara (chá) de queijo cottage
    sal a gosto
    Modo de Preparo:
    Lave, limpe e separe a parte mais macia do alho-poró. Lave novamente e corte-o em rodelas finas. Reserve. Aqueça 2 colheres (sopa) de azeite de oliva em uma frigideira média antiaderente, com 25 cm de diâmetro. Junte oalho-poró e refogue, mexendo de vez em quando, por 2 minutos, ou até murchar. Retire e reserve. Em uma tigela, bata os ovos com um batedor manual por 2 minutos. Misture a salsinha e o sal. Na mesma frigideira, coloque o azeite de oliva restante, leve ao fogo e, assim que aquecer, despeje os ovos batidos, reduza o fogo e tampe a frigideira. Deixe por 5 minutos, ou até dourar as bordas. Vire a omelete com cuidado e deixe fritar por mais 5 minutos, ou até dourar. Adicione oalho-poró e o queijo cottage, distribuindo sobre a metade da omelete. Dobre a outra metade por cima e deixe fritar por mais 2 minutos. Sirva em seguida.
    Fonte: Revista Água na Boca

    Categoria:
    Acompanhamentos

    Cozinha:
    Brasileira

    Temperatura:
    Quente

    Dificuldade:
    Fácil

    Tempo de preparo:
    25 min

    Rendimento:
    2 porções

    Macarrão com creme de alho-poró

    Ingredientes:

    500g de penne tricolor (ou outra massa seca curta)
    1 alho-poró grande (somente a parte branca) em fatias
    2 colheres (sopa) de manteiga
    3 colheres (sopa) de farinha de trigo
    2 xícaras (chá) de leite
    1 lata de creme de leite
    2 colheres (sopa) de queijo ralado
    1 pitada de noz-moscada
    sal a gosto
    Modo de Preparo:
    Em uma panela, coloque o macarrão para cozinhar em bastante água fervente com sal. Enquanto isso, em outra panela, refogue o alho-poró na manteiga até murchar. À parte, dissolva a farinha de trigo em um pouco de leite e junte o refogado. Misture bem e deixe encorpar um pouco. Desligue o fogo e junte o creme de leite, o queijo ralado e a noz-moscada. Acerte sal e misture bem. Escorra o macarrão quando estiver al dente, transfira para uma travessa e tempere com o creme de alho-poró. Sirva a seguir. Se preferir, polvilhe mais queijo ralado.
    Fonte: Revista Água na Boca

    Categoria:
    Grãos e Massas

    Esta receita:
    é vegetariana

    Cozinha:
    Brasileira

    Temperatura:
    Quente

    Dificuldade:
    Fácil

    Flan de alho-poró

    Ingredientes:

    1 envelope de gelatina incolor sem sabor
    2 colheres (chá) de caldo de caldo de galinha
    6 colheres (sopa) de vinho branco
    1 xícara (chá) de molho de tomate
    2 talos de alho-poró
    1 colher (chá) de estragão desidratado
    sal a gosto
    Modo de Preparo:
    Hidrate a gelatina conforme as instruções da embalagem e coloque-a no liquidificador. Junte o caldo de galinha, dissolvido em 2 xícaras (chá) de água quente, o vinho, o molho de tomate, o alho-poró, o estragão e o sal. Bata até obter um creme homogêneo. Molhe com água uma fôrma redonda e alta, com capacidade de 1,5 litro e despeje o creme. Leve para gelar por 5 horas, ou até ficar firme. Em seguida, desen–forme. Se preferir, regue com molho de tomate aquecido e salpique com estragão no momento de servir.
    Fonte: Revista Água na Boca

    Categoria:
    Acompanhamentos

    Cozinha:
    Brasileira

    Temperatura:
    Frio

    Dificuldade:
    Fácil

    Tempo de preparo:
    15 min + o tempo de geladeira

    Rendimento:
    8 porções

    Creme de erva-doce e alho-poró

    Ingredientes:

    2 alhos-porós em rodelas
    1 dente de alho picado
    azeite de oliva
    500 g de erva-doce
    2 batatas picadas
    4 colheres (sopa) de vinho branco
    1 litro de caldo de legumes
    100 ml de creme de leite fresco
    1 envelopinho de açafrão
    sal a gosto
    Modo de Preparo:
    Em uma panela, refogue o alho-poró e o alho em um pouco de azeite, em fogo baixo. Junte a erva-doce e as batatas e deixe tomar gosto por alguns instantes. Regue com o vinho branco e deixe evaporar em fogo alto. Em seguida, adicione o caldo de legumes e cozinhe por cerca de 30 minutos. Acerte o sal, se necessário. Transfira o refogado para o liquidificador e bata até ficar homogêneo. Mantenha quente. À parte, bata com um batedor manual o creme de leite com o açafrão. Divida o creme de erva-doce nos pratos e complete com uma colherada do creme de leite batido. O creme de leite batido é ótimo para acompanhar cremes de legumes, além de enriquecer o visual do prato.
    Fonte: Revista Água na Boca

    Categoria:
    Sopas

    Cozinha:
    Brasileira

    Temperatura:
    Quente

    Dificuldade:
    Fácil

    Tempo de preparo:
    50 min

    Rendimento:
    4 porções

    Cartucho de badejo com alho-poró

    Ingredientes:

    4 filé de badejo
    2 alhos-porós médios
    2 tomates médios maduros
    6 colheres (sopa) de azeite de oliva
    1 colher (sopa) de orégano desidratado
    sal a gosto
    Modo de Preparo:
    Lave os filés de badejo e seque-os com papel toalha. Reserve. Limpe os alho-porós e corte-os em rodelas. Se preferir, retire a pele. Corte 4 quadrados de papel-manteiga (de cerca de 30 cm) e pincele a parte central com 2 colheres (sopa) de azeite. Distribua o alho-poró e os tomates e, em cada um deles, coloque 1 filé de badejo. Misture o orégano e o sal com o azeite restante e regue o peixe. Feche o papel, formando um pacote, e faça um picote no meio da parte superior do pacote para a saída de ar. Coloque-os em uma assadeira e leve para assar em forno médio, preaquecido, por 45 minutos, ou até que o peixe esteja macio. Sirva com arroz com nozes ou purê de inhame com uvas passas.
    Fonte: Revista Água na Boca

    Categoria:
    Frutos do mar

    Cozinha:
    Brasileira

    Temperatura:
    Quente

    Dificuldade:
    Fácil

    Tempo de preparo:
    20 min + o tempo de forno

    Rendimento:
    4 porções


    Barquinhas com alho-poró, presunto e queijo

    Ingredientes:

    massa
    1 xícara (chá) + 10 e 1/2 colheres (sopa) de farinha de trigo
    1 xícara (chá) de manteiga
    1 colher (chá) de sal
    1 ovo
    recheio
    200 g de alho-poró em rodelas finas
    100 g de presunto defumado em cubos pequenos
    3 e 1/2 colheres (sopa) de manteiga
    2 ovos
    10 colheres (sopa) de creme de leite
    50 g de queijo gruyére ralado
    5-6 nozes
    sal e pimenta-do-reino a gosto
    Modo de Preparo:
    Massa: coloque no processador a farinha, a manteiga amolecida e o sal. Adicione o aparelho por poucos segundos. Junte o ovo e, mexendo sempre, despeje, em gotas, água fria (cerca de 1 ou 2 colheres de sopa), até que a massa comece a ter consistência. Faça uma bola, envolva em um filme plástico e deixe descansar na geladeira por cerca de 1 hora. Prepare o recheio, refogando o alho-poró e o presunto em uma panela com 2 e 1/2 colheres (sopa) de manteiga. Retire do fogo e deixe amornar. Bata em uma tigela o ovo com o creme de leite, o queijo ralado, sal e pimenta-do-reino. Junte o refogado de alho-poró e as nozes picadas grosseiramente. Misture bem e reserve. Abra a massa bem fina com um rolo de macarrão enfarinhado. Unte com manteiga forminhas em forma de barquinhas (se preferir, use uma fôrma de 30cm de diâmetro) e forre-as com a massa. Distribua o recheio preparado e asse por cerca de 20 minutos em forno médio. Se preferir, compre as barquinhas prontas.
    Fonte: Revista Água na Boca

    Categoria:
    Lanches

    Cozinha:
    Brasileira

    Temperatura:
    Frio

    Dificuldade:
    Fácil

    Tempo de preparo:
    55 min + 1 hora de descanso

    Rendimento:
    15 unidades


    Alho-poró com queijo brie

    Alho-poró com Queijo Brie

    Ingrediente